Hotel em Moscou

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Hotel em Moscou

Mensagem por Excelsior em Seg Dez 17, 2018 8:16 pm



Moscou é a capital, cidade e subdivisão federal mais populosa da Federação Russa. A cidade é um importante centro político, econômico, cultural, científico, religioso, financeiro, educacional e de transportes da Rússia e do continente.

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Re: Hotel em Moscou

Mensagem por Teresa Strauss em Sab Dez 29, 2018 11:09 pm




Demons in my head


i'm not just waiting
i’m walking to find you

Ter um demônio dentro do próprio corpo não era fácil, principalmente quando ele lutava pelo controle de seu hospedeiro. Era mais difícil ainda, quando se tratava de uma entidade poderosa, que facilmente poderia destruir tudo ao redor. Conter tal criatura era uma luta que Teresa travava todos os dias, todo o tempo, não se tornaria um monstro, não se tornaria aquilo que ela odiava com tanta veemência. A Organização ajudou quanto a isso, ensinou como lutar sem usar os poderes da besta, desenvolveu o corpo que foi aperfeiçoado, ensinou a ela concentração, foco e ter domínio sobre o Youma em seu corpo. Mas ela jamais seria a arma que eles desejavam. Todavia, Isa era quem realmente ajudava Teresa a manter a besta controlada e agora longe dela, não estava nada fácil, uma verdadeira batalha todos os dias de sua vida. Precisava encontrar a amiga o quanto antes, precisava protege-la, mesmo sabendo que a loira sabia se virar muito bem sozinha. A promessa que haviam feito, jamais seria esquecida, nunca em suas vidas.

Quando a platinada desceu para o saguão do hotel a manhã já estava quase na metade, pessoas circulavam de um lado para o outro em suas rotinas. Para uma mulher com suas habilidades, arrumar dinheiro para ficar em um lugar como aquele não era nenhum pouco difícil e havia roubado uma boa quantia dos cofres da Organização. Eles tinham vários motivos para vim atrás de Tessa e ela sabia que mais cedo ou mais tarde, eles o fariam. E ela estava pronta para eles. Seus olhos observaram as pessoas, suas feições e gestos, ela por sua vez, deslizou a mão pelos cabelos com um jeito displicente, comum para uma garota da sua idade. As luzes estavam acessas, o dia nublado indicava que logo nevaria, mas havia um cheiro diferente no ar, um cheiro que ela conhecia muito bem. Cheiro de morte. Uma onda de dor atingiu seu abdômen, fazendo-a franzir o cenho e levar a mão direita até a região, sabia que aquilo jamais teria fim, aquela dor jamais passaria, mas era algo mais, ela não estava tão forte como o de costume, parecia seu corpo alertando que algo estava para acontecer.

Se recompôs e ajeitou o tubo de mapa que trazia em suas costas, passou as mãos pela larga tira de couro e voltou a caminha na direção da porta. Seus passos eram esguios e elegantes, os cabelos balançavam suavemente, notava que alguns olhares eram em sua direção e foi nesse momento que seu instinto a alertou, algo estava muito errado.  Imediatamente seus músculos se contraíram e seu corpo deixou a postura relaxa, segundos depois uma mão forte a segurou pelo braço: — Não precisamos fazer isso de uma forma violenta. Há muitas pessoas aqui e precisamos ser discretos. Nos acompanhe, por favor Teresa. — A voz grave sussurrou perto de seu ouvido. Um sorriso tomado de sarcasmo tomou os lábios da platinada: — Quem disse a vocês que eu me importo com as pessoas ao meu redor? Espero que tenha trago um exército. Meia dúzia de homens não será suficiente. — Respondeu ao homem o encarando com seu olhar prateado. Sua mão direita segurou o punho do homem de preto e girou com força, em seguida o puxou para sua frente, desferindo um poderoso soco que o jogou para trás.

Todos olharam na direção da Claymore, mulheres saiam correndo e homens se afastavam, mas ela não se importava com aquilo, sem hesitar puxou a gigantesca espada e encarou o homem caído no chão. Naquele instante, duas outras presenças poderosas se fizeram presentes, ao mesmo tempo semelhantes à dela própria. Tessa franziu o cenho e apertou a empunhadura da espada com mais força. Logo as duas garotas de cabelos prateados surgiram no meio da multidão, também empunhando suas Claymore. “— Que merda é essa? —” Pensou ao encarar a dupla, suas feições não eram totalmente estranhas, mas o poder que emanava delas também era grandioso. Suas mãos também traziam marcas como as dela: — Quem são vocês? — Inquiriu curiosa diante das garotas. Ambas se olharam e sorriram, uma delas deu um passo à frente e a encarou: — Não se lembra de nós, Tessa? — Uma delas falou em um timbre familiar. Os olhos de Tessa se arregalaram e sua respiração parou por um instante: — Noel!? — Perguntou incrédula diante daquela cena. O que havia acontecido após fugir da Organização? Outras meninas haviam conseguido passar pelo processo. A loira arrependeu-se profundamente de não ter acabado com aquele lugar, mas naquele tempo não havia nada que pudesse fazer.

Seu instinto fez com que ficasse em alerta e em um piscar de olhos sua espada se ergueu a tempo de aparar o ataque da outra mulher que acompanhava Noel: — Quem diria que aquela menina tão desajeitada se tornaria a número um. A mais forte entre nós. Mas será que você pode com duas, Teresa? — Disse ela com desdém, mas não encontrou dificuldades em reconhecer aquele timbre de voz. Seu cenho se estreitou, comprimindo seus olhos. Com força girou sua espada empurrando Sophia para o lado e no mesmo movimento girou a gigantesca arma e os calcanhares, desviando o ataque de Noel. Ela respirou fundo e colocou a espada a frente encarando as duas: — Se quer vou precisar usar meu yoki para deter vocês. São patéticas servindo a aqueles imbecis. — Daquele momento me diante pouco importava se haviam outras pessoas no lugar ou não, uma luta como nunca antes vista estava prestes a ser travada bem ali. Teresa colocou a espada a sua frente e encarou as duas inimigas, aquele era um caminho sem volta, pelo menos um pouco menos tedioso do que das outras vezes.

Foi uma fração de segundos até que as três armas se chocassem com força, arrancando pequenas faíscas no encontro das lâminas. O pé direito da Claymore encontrou o abdômen da loira de cabelos curtos a jogando contra uma parede, enquanto usou sua força para empurras Sophia para trás, mas apenas alguns passos. Não demorou para que suas espadas se encontrassem novamente, mas dessa vez em um ritmo frenético, difícil para que olhos comuns acompanhassem. A força das guerreiras era tamanha que empunhavam suas gigantescas espadas com apenas uma mão. O som causado pelo encontro das lâminas era assustador e logo enormes cortes apareciam pelo piso de mármore do grande hotel. Sophia usando a força de suas pernas saltou tentando acertar Teresa em um golpe aéreo, mas a mesma conseguiu bloqueá-lo com facilidade e foi a sua vez de acertar uma forte cotovelada em seu queixo que a fez andar metros para trás e perder os sentidos.

Contudo, aquela não era uma luta em pé de igualdade, a platinada teve tempo apenas de se esquivar, dando dois passos para o lado para não ser acertada pelo golpe de Noel. Agora era com ela com quem trocava golpes frenéticos, suas espadas se cruzavam e o tilintar era estridente e seco, enquanto pequenas faíscas escapavam da ponta das armas. Teresa ainda estava totalmente no controle da situação e mesmo que as outras duas compartilhassem da mesma condição que ela, podia sentir que seu poder era mais forte e intenso. De alguma forma ela sabia que muito em breve Noel e Sophia usariam o que tinham de mais forte, mas Teresa foi treinada para ir muito mais além, então ainda não precisaria recorrer ao seu yoki. Seus instintos a alertaram do ataque sorrateiro que se aproximava, fazendo ela mudar de ataque de última hora. Usou a força do golpe de Noel para atingir Sophia que se viu obrigada a aparar o ataque da companheira. Rapidamente Teresa puxou sua espada e pulou para trás.

Noel e Sophia sabiam que jamais derrotariam Teresa sem dar o máximo de si, então foi quando a luta se elevou para outro patamar. Os olhos dourados e a forte energia que emanava das adversárias era o sinal que a Claymore já esperava, mas ela ainda não ativaria o seu. Teresa esquivou do ataque de Sophia e girou novamente nos calcanhares, o ataque de Noel foi bloqueado, mas fez com que ela sentisse toda a força do ataquem em seus músculos. Rapidamente ela saltou, ao sentir o ataque da mulher de cabelos longos e caiu como uma pluma sobre a lâmina dela, desferiu um estocada contra o rosto dela e Sophia se viu obrigada a empurrar Tessa para trás. Noel tentou atacar mais uma vez e por muito pouco conseguiu acertar o rosto da platinada que sentiu o filete de sangue escorrer pelo rosto. Mas havia uma outra coisa que preocupava a Claymore muito mais, se elas continuassem usando yoki daquela maneira, logo elas perderiam o controle sobre a situação e cederiam ao youma e ela não estava nem um pouco disposta a ter que se arriscar a usar seus poderes em uma escala que não poderia controlar.

Teresa fechou os olhos e concentrou-se, buscando aquela força bestial dentro de si, mas algo muito maior e muito mais forte fez com que ela e as outras cessassem aquela luta. Os gritos desesperados ao redor chamaram a atenção, os barulhos de explosões, batidas de carros pelas ruas. Diante de seus olhos as pessoas de desfizeram como poeira ao vento, sem nenhuma explicação: — Que merda é essa agora? — Perguntou-se diante do caos eminente e seus olhos prateados se arregalaram ao ver Noel se desfazer como as outras pessoas. Nada daquilo fazia sentindo, mas por alguma razão, a besta em seu interior estava inquieta e amedrontada. Sophia voltou ao seu estado normal, mas logo abandonou o salão, de alguma forma sabia que ela sentia a mesma coisa. Não se importou em esconder sua arma daquela vez, algo dentro dizia que ela logo precisaria dela, com passos apressados deixou o saguão do hotel, algo de muito ruim estava acontecendo.

Do lado de fora, havia um verdadeiro caos, até parecia os tempos de guerra, como quando havia perdido sua família. Crianças gritavam pelas ruas, carros chocando-se uns contra os outros, montes de poeira e cinza onde haviam pessoas anteriormente. Nada daquilo fazia sentindo na cabeça dela. Quem poderia estar fazendo aquilo? As pessoas estavam em pânico, chagando ao ponto de ignorar uma mulher com uma espada enorme em apenas uma das mãos. Com seu cenho estreitado, Teresa caminhou entre as pessoas, seguindo guiada apenas pelos seus instintos, precisava descobrir o que estava acontecendo, mas a primeira coisa que veio a sua cabeça era se Isa estava bem. Esquecendo-se de qualquer outra coisa, a platinada partiu para os galpões onde já deveria estar, havia pistas da amiga naquele lugar e apenas torcia para que seus informantes também não tivessem virado cinzas.

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Re: Hotel em Moscou

Mensagem por Ben Abyssal em Sab Jan 12, 2019 3:25 pm

De volta a superfície
esse estranho mundo...
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Já fazia muito tempo que eu não voltava a ver pessoas na superfície. Tudo bem que há 30 anos atrás eu afundei uma de suas embarcações que estava usufruindo do petróleo na parte a baixo do mar mas, tirando isso, só vi pessoas por aí quando não passavam de ignorantes dogmáticos que só escravizavam outros. Mas não posso generalizar uma raça, sei muito bem que há humanos decentes.
Chegando perto de Vladivostok durante a noite, vi um enorme porto que parecia não haver muitas pessoas no local. De forma rápida, pulei para a superfície e notei que perto de um dos contêineres ali, haviam alguns homens com armas em mãos, algo de grande poder de fogo. Então pensei:
-"Se fossem pessoas de bem, não estariam fazendo o que quer que seja a noite e armados." Não hesitei. Retirei minha lança de minhas costas e esperei um deles se distanciar dos outros para então, com um impulso sobre-humano arremessar a lança mirando em sua cabeça. Ao me aproximar do cadáver, retiro a lança que o cravava com o contêiner, roubo suas roupas - Uma camiseta verde, casaco de frio e botas - para poder me disfarçar entre os humanos.
Subo um dos contêineres para olhar onde estavam seus parceiros, ao todo 4 pessoas. Demorei em torno de uns 10 minutos pra dar cabo deles antes de roubar as chaves do carro em que vieram mais alguns pertences e partir. Há caminho de Moscou, vou atrás de um falsificador de identidade e então, logo após iria alugar um hotel com o dinheiro que havia com os criminosos das docas.
Mas chegando ao hotel, vejo uma cena caótica onde algumas guerreiras com espadas se confrontavam
-"Ora, ora. De volta a Idade Média." Digo com desprezo relembrando o passado. -"Acho que vou ter que arranjar um outro local para ficar essa noite." Mas o que acontece depois me deixou surpreso e sem reação a princípio. Várias pessoas inclusive uma das guerreiras ali haviam simplesmente virado pó, dentre os que estavam ali como pessoas em seus veículos de transporte terrestres ou aéreos, transformando tudo em um completo caos. Afinal, que tipo de poder surreal era aquele? Isso veio de uma das guerreiras ali? -"Se viesse delas, não sobrariam 2 que estavam se confrontando. Isso é obra de outra pessoa. Provavelmente deve ter afetado Atlântida também.Devo voltar agora mesmo para la? Bom...minha presença em um local onde todos me odeiam não ajudaria em nada." Simplesmente saio do carro com minha lança em mãos, pulando os vários carros desgovernados que vinham contra mim até chegar ao local para salvar aquelas pessoas.
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Mas o que está acontecendo?

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Re: Hotel em Moscou

Mensagem por Excelsior em Ter Jan 15, 2019 7:24 pm

Demônios

Teresa não esperava ser confrontada tão cedo por suas cópias, nem tampouco sonhara com o que viera a seguir. Aquelas pessoas desaparecendo, todo aquele caos, quem seria responsável por tanta destruição? Mas ela não obteria respostas ficando ali parada, ela precisava seguir as pistas que levavam à Isadora. Ela sabia o quanto a amiga era instável e quanto estaria perdida sem sua companhia.

Contudo, a visita das suas clones e todo aquele caos mexeram com a Claymore, e por mais que ela quisesse seguir em frente, seus pés não obedeciam sua mente. Ela escuta um grito agudo vindo da sua direita e ela percebe que uma criança está presa dentro de um carro em chamas. Ela aperta os olhos para enxergar melhor e quase não acredita no que vê... A garotinha, era ela mesma quando criança... Seria algum truque da sua mente, seria mais uma armadilha da corporação? Ela não tinha muito tempo para pensar pois além do fogo um caminhão seguia na direção do carro onde a criança pedia por socorro.

**********************************

Ben ainda não entendia bem o que estava acontecendo, todo aquele caos o fez se perguntar se no fundo dos mares aquilo estava acontecendo também. Mas ele estava ali e o que podia fazer no momento era ajudar o máximo de pessoas ali.

Ele escuta um grito vindo de uma direção qualquer e demora um pouco para descobrir de onde vinha em meio a tanto barulho. Finalmente ele percebe que o grito vem de um carro em chamas onde um garoto, meio humano meio peixe está preso e clama por socorro.

Ele percebe que a mulher que estava lutando com as outras duas também olha na direção do carro. Ele percebe um caminhão indo na direção do carro e em poucos segundos iria ceifar a vida do garoto, que depois de ver com mais cuidado ele percebe que é uma versão sua mais nova.

Avisos e demais informações:

Vamos começar com um decisão. Ambos precisam decidir se vão ou não ajudar as vítimas. Depois da decisão continuo a narração.
Boa postagem.
Conviva com seus demônios, não se torne refém deles




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Re: Hotel em Moscou

Mensagem por Ben Abyssal em Qui Jan 17, 2019 11:36 am

De volta a superfície
esse estranho mundo...
Preto = Narração
Ciano = Fala
Laranja = Pensamento

Um caos como esse superava até mesmo as 2 guerras que as nações da superfície fizeram no século passado. Eu iria procurar informações sobre o que estava acontecendo que quem teria causado tamanha atrocidade a todos que vivem nesse planeta. Mas no momento algo ganha minha atenção. Uma figura familiar estava dentro de um carro em chamas pedindo ajuda. "-Um atlante...não, espera. Essa criança é mais do que um atlante. Reconheceria essa tatuagem nas costas em qualquer lugar. Esse sou eu." Começo a pensar em como isso poderia ser possível mas corto isso imediatamente. Não era tempo para pensar, mas de agir. Ao perceber o caminhão em sua direção, uso minha pernas para me impulsionar até estar entre o garoto e o caminhão. Firmo meus pés no chão, coloco minhas mãos em posição para suportar o impacto do caminhão e para-lo no meio do caminho.

Ações:

#1: Defender o garoto do impacto usando minha força para me impulsionar até a trajetória do caminhão.(1 pt de energia)
#2: Amenizar o impacto que sofrerei logo após.(1 pt de energia)

ABYSS
Mas o que está acontecendo?

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Re: Hotel em Moscou

Mensagem por Excelsior em Qui Jan 17, 2019 11:36 am

O membro 'Ben Abyssal' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 '1D2' : 1

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#2 '1D2' : 1
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