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Aula 2º - Matteo M. Allighieri

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Aula 2º - Matteo M. Allighieri

Mensagem por Matteo M. Allighieri em Seg Jul 21, 2014 7:35 pm

i'm yelling timber

Uma hora havia passado desde que Matteo havia almoçado. Segundo a lógica dela, depois de uma hora você poderia entrar na água, então talvez aquela regra infantil se aplicasse em exercícios físicos em geral. O garoto deu uma risada debochada com o próprio pensamento e respirou fundo antes de levantar e seguir até o quadro, lendo o novo aviso. “O pessoal daqui é estranho... E esses apelidos são pior ainda...”. Matteo rolou os olhos e seguiu as instruções, gravando – involuntariamente – o caminho na mente. As pessoas dos mais diferentes fenótipos cruzavam o caminho do moreno e fingiam não nota-lo, ou talvez notasse e só não ligassem. Com um olhar curioso, Matteo observou a porta da sala e fez uma careta antes de olhar por cima do ombro e observar o mesmo grupo de estudantes de antes se aproximando. Ele respirou fundo duas vezes antes de abrir a porta e levantar as sobrancelhas completamente confuso.

- Mas que po...? – Matteo rodou nos calcanhares, encarando os quatro cantos da sala, que por sinal não possuía janelas ou cadeiras, somente uma tela branca numa das paredes. Cerca de um minuto se passou e todos os estudantes se ajeitaram na sala, se perguntando que tipo de brincadeira era aquela. Matteo apertou os olhos e limpou a garganta, olhando fixamente para o projetor, que agora mostrava palavras que pediam ordem. Poucos segundos depois todos estavam em silêncio, aparentemente focados.

O primeiro slid apareceu, falando sobre a definição de armadilha. Algo óbvio para o garoto. O segundo tomou o lugar depois de alguns segundos, falando que existiam três tipos: tecnológicas, táticas e rústicas. Uma utilizava, obviamente, a tecnologia e podiam ser encaixadas em dois grupos, fixas e móveis. Outro slide e uma nova mensagem. Fixas estariam fixadas em algum local, e as móveis poderiam ser ativadas a distancia. Novamente outra imagem. Uma ativação poderia ocorrer de forma automática ou manual. Sendo uma delas acionada por alguma modificação no espaço tempo e outra de forma manual. Final da explicação... Aquilo não poderia ser bom ou agradável, uma prova já na segunda aula?

Matteo mudou o peso dos pés e respirou fundo ao escutar a voz de um homem dizendo que todos estavam em uma armadilha agora e só iriam sair se provassem que mereciam. Morrer esmagado em uma sala de aula não era a ideia mais agradável de morrer. O garoto estremeceu e olhou para os lados de modo agitado. “Pense Matt, pense! Você só tem que descrever uma armadilha! Você consegue isso!”. A imagem de uma máscara se fez presente na tela com fundo preto. O olhar do garoto foi direto para os cantos da sala, que deixavam claro que as paredes estavam se juntando. De olhos fechados, Matteo podia escutar as garotas gritando e os garotos batendo na parede pedindo por socorro e ele parado, tentando pensar e lutando para não fazer o mesmo.

- HEY! Eu sei uma! – A voz do garoto havia soado muito alta e mais fina do que ele pretendia. Ele abriu os olhos e encarou a parede com o painel antes de limpar a garganta e voltar a falar tão alto quanto antes. – O meu tipo mais eficiente é uma armadilha elétrica. Em minha opinião é o melhor tipo de proteger algo importante. Ela é tecnológica, fixa e automática, constituindo basicamente de um quarto feito com lajotas de metal com fios de cobre entre elas. Os primeiros dois quadrados vão possui uma espécie de alavanca embaixo, que quando for pressionada iria acionar os irrigadores que são modificados para jogarem água com sal que vão molhar todo o local e quem estiver nele. Os sensores nas lajotas vão captar a alteração de temperatura e vão fazer com que as redes caiam, derrubando a pessoa e a fazendo ficar em contato com o chão. – Matteo pegou fôlego e secou as palmas das mãos nas calças. – Então as correntes elétricas seriam liberadas, eletrocutando o inimigo. Mesmo que ele possuísse fator de cura, iria desmaiar por causa da eletricidade.

Talvez fosse o nervosismo de estar sendo avaliado por alguém cuja face ele não conhecia, ou talvez pelo medo de morrer esmagado, mas tudo parecia extremamente silencioso. Matteo não se permitiu olhar para os lados e se focou totalmente no alçapão que se abrira embaixo de seu corpo e o fez deslizar para o jardim, (durante o trajeto ele se permitiu um grito de surpresa) onde por fim ele se permitiu olhar para os lados e suspirar demoradamente ao constar que não havia ninguém mais alem dele.


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Matteo M. Allighieri

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