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Aula 1 - Rylah

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Aula 1 - Rylah

Mensagem por Rylah B. Borgia em Sab Jul 19, 2014 6:55 pm



M'lady Borgia...



O amor nos é apresentado como o sentimento mais puro e delicioso de toda a sociedade, como algo que te alegra. No entanto, existe dois lados de cada pessoa: Um lado que revelamos ao mundo. E outro que mantemos escondido. E nada seria diferente com Rylah Borgia, apenas pelo status que a família sempre manteve. Então ela se esconde, mente, diz apenas o que acha necessário ou o que as pessoas querem ouvir. Mas a mentira é capaz de sobreviver a um dia, um mês, um ano. Capaz de sobreviver pelo tempo que seu criador tiver a capacidade de a lembrar e a repetir -lógico que sempre acrescentando mais detalhes. Mas chega um momento que de tanto a inventar, repetir ou lembrar, ela se torna real, e você mesmo acredita em cada falsa palavra que sai dos seus lábios. Você passa a viver da mentira, no entanto, ela se torna sua realidade rotineira. Talvez o fato de Rylah dizer que ama, a fizesse acreditar nisso. Mas o sentimento que cultivava não era o amor, e sim a posse. A garota se sentia dona de tudo e de todos, mas se permitia ser usada e abusada por eles.

A marionete em questão é Rylah Beatrice Borgia. Uma garotinha que cresceu sendo usada por quem quisesse e com o tempo foi aprendendo a fazer com que a pessoa se cansasse, aliás, quem quer possuir uma garota que não demonstra nenhuma emoção? Rylah foi ensinada sempre a dizer e fazer a coisa certa, no momento mais oportuno. Até o momento não via um "porque" explícito para ensinar algo que, para ela, apenas a vida poderia ensinar. No entanto, cá estava ela, entrando na sala de aula que lhe ensinaria a persuadir os outros. Agora sorria Rylah, suas cortinas estão se abrindo e sua platéia hoje será grande.

A garota sempre frequentou as melhores escolas. E francamente, odiava isso. Escolas sempre ensinavam o mesmo, com palavras mudadas e retorcidas, mas ainda sim as mesmas coisas. A primeira era que um, no caso o professor, sempre seria quem mandava. E então, sobre eles estariam a coordenação e direção do rescindo. E os alunos faziam a base da pirâmide. Nunca existiria a possibilidade de mudança, tendo as pessoas em um mesmo nível. Todos sempre deveriam cumprir uma carga horária. Sempre aprenderiam as mesmas matérias. Sempre eram manipulados sem perceberem, e quando percebiam e buscavam liberdade, eram entendidos como anarquistas.

Se não eram anarquistas, então eram pessoas acomodadas, e me refiro ao senso comum. Pessoas que se acostumavam com qualquer coisa que lhes eram dadas e aceitavam pois acreditavam que aquilo era o convencional. Rylah estava sentada, apenas ouvindo. O fato de uma escola mutante ser como uma escola para humanos, chegava a ser irônico para ela. Mutantes eram diferentes, porque tinham que se prender a meras regras humanas? A pequena Borgia olhou para os lados, apenas observando que todos estavam fazendo os devidos cabeçalhos e obedecendo à uma ordem, uma manipulação do professor, e soltou uma baixa risada, completamente irônica.

Se contradisse no segundo seguinte ao ela mesma iniciar com sua letra cursiva à fazer o cabeçalho. Aquilo então irritou a garota, ela estava fazendo o que era pedido, apenas para dizer que aquilo era uma forma de manipulação em que todos estavam caindo. E então ela se viu em um dilema: se deixar ser usada ou não expressar seu ponto de vista.

1. Você deve iniciar uma conversa para convencer alguém independente de qualquer situação?
Não é a todo momento que uma pessoa está disposta a ser ouvida, ainda mais quando será contrariada em sua opinião. Existem momentos que são mais oportunos do que outros, ou seja, a ideia de convencer uma pessoa depende da situação. Afinal, seria mais fácil convencer um bêbado, um carente e uma pessoa que esteja abalada emocionalmente do que comparado à uma pessoa que se sente segura, sã e realizada. Ou seja, a situação escolhida para convencer uma pessoa implica, sendo assim, NÃO, você não deve iniciar uma conversa independente de qualquer situação.
2. Ao gaguejar durante uma conversa o que significa isso para quem está ouvindo?
Significa que quem vos fala, não está sequer acreditando na veracidade de suas palavras. Mostra a insegurança, descrença no argumento. Hesitação em questão de, no caso de quem ouve acreditar naquela mentira, a pessoa ser ou não capaz de continuar com aquilo.
3. "Não permita que a pessoa lhe contra argumente". Essa afirmação é verdadeira ou falsa? Explique porque.
Essa afirmação é errônea. Levando em conta que seja possível você implantar a ideia no manipulado, a partir das palavras dele, é necessário ouvir um contra argumento. Além de isso deixar a conversa mais prazerosa e confortante para as duas partes, trazendo até certo "quê" de adrenalina. Afinal, quanto mais te questionam e tentam fazer a sua ideia ser mudada, maior será a sua vontade de provar que está certo, e fazer a pessoa acreditar em você.
4. Façam um discurso em 15 linhas me convencendo de que merecem tirar nota máxima nesse exercício.
Transcrever. Se esconder atrás de uma folha e uma caneta. Você não sabe se eu estou gaguejando, se quero te elogiar pelo ótimo trabalho que fez em nos ensinar. Não sabe se quero apenas me desviar do assunto e encher linguiça. Não sabe o que estou fazendo agora, não pode me ver. A avaliação, também conhecida como prova, serve então para um refúgio do aluno, uma máscara. Afinal de contas, eu posso colar, e acabar não provando nada que seja real, apenas mentiras. Sendo então, a avaliação, algo que serve para provar que eu aprendi algo, aumenta a relação aluno-professor e nos dá duas alternativas. Nota máxima: você fez um bom trabalho, o que foi suficiente para mim poder aprender e ser aprovada. Demais notas: o seu trabalho de professor não foi o suficiente para prender minha atenção e me fazer entender o assunto propriamente explicado; não foi o suficiente para me deixar interessada. Sendo assim, a avaliação não serve apenas para mim provar que aprendi, mas serve para você provar que é um bom professor e sabe explicar. Para você provar para outros professores, que suas aulas são mais interessantes, explicativas e esclarecedoras. Você prova então, que entende do assunto que explica e manipula seus alunos a entenderem. Entretanto, você se torna o manipulado, visto que eu estou fazendo você acreditar que, para ser um bom professor, seus alunos devem ganhar as melhores notas. E se for diferente, você não será um professor adepto à explicar o assunto, já que não o entende.
Tendo em consideração o que eu disse, apenas te desafio a provar que o seu trabalho é o melhor.



Sim, eu estou vestida
Quero aprender... ou nem tanto
Especialmente sonolenta
Blá, blá, blá

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Rylah B. Borgia

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