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Magnificent Mile.

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Magnificent Mile.

Mensagem por Sattine Marshall em Sab Maio 17, 2014 4:36 pm


"Magnificent Mile é uma das áreas mais famosas de Chicago. É lá que ficam as lojas chiques da cidade, bem como vários prédios e monumentos conhecidos. Os mais importantes deles são o Wrigley Building, um belíssimo prédio dos anos 30, e a Tribune Tower, a sede do jornal Chicago Tribune. Também na Magnificent Mile fica a ponte da Michigan Avenue, que tem duas torres, num estilo parecido com o da famosa ponte Alexandre III em Paris."
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Re: Magnificent Mile.

Mensagem por Black Queen em Dom Maio 03, 2015 7:22 pm

Blake
Merida x Loki


Chicago sempre é um bom lugar para se visitar depois de uma missão, e melhor, era um bom lugar para se visitar quando precisava por a mente para descansar, assim como o corpo.  Escolhi um hotel cinco estrelas, como sempre, um dos poucos que havia sobrevivido a catástrofe imposta por mim mesma. Meu coração doeu um pouco, por saber que algo dentro de mim precisava ter uma terra para ter um futuro.  Engoli a seco e me virei na cama.

Como já havia dito, o hotel era de cinco estrelas, e eu, bem, eu estava na suíte principal, duplex. O piso era todo em mármore raro,  a cama era imensa, e tinha a cima de mim, um aparato lindo feito de ouro...  Atrás de mim, a janela me dava a vista de uma cidade quase extinta e reciosa.  Mordo os lábios e seguro nas cobertas macias, com toda certeza, algodão egípcio. Dei um meio sorriso e me levantei, indo em direção ao banheiro.

No banheiro comecei a despir do uniforme. Primeiramente a longa e amada capa, depois, as botas de salto, tirei o laço do espartilho e o desfiz lentamente o retirando com paciência, depois a calça e a roupa intima.  Agora assim estava preparada para ir até a banheira. A banheira já estava cheia, a água estava a exatos 35 graus, a espuma estava perfeita. Entrei delicadamente na banheira sentindo meu corpo todo relaxar. Suspirei fundo e fechei meus olhos buscando todas as coisas que queria e tentando trazer a minha mente outra imagem que não fosse de uma criança.

Okay, eu estava na fase de negação, como não estaria? Minha vida era uma loucura, eu quase me sentia em algum tipo de filme, coisas estranhas andavam acontecendo. A mais estranha aconteceu ao fim de uma missão.  Melinda a filha adotiva de Shaw havia me dito que eu estava grávida. Eu fiquei a encarando por um bom tempo, ainda mais na frente do Thommy, que nas minhas contas seria o possível pai. Claro que ele não acreditou que dosse dele, já que nunca inspirei muita confiança, mas pra ser sincera minha vida migrava entre vingança e missões. Não houve outro, não naquela época, com certeza o filho era do Thommy.

Mas como consigo dizer isso sem querer vomitar? Porque a sensação de ter uma
criança não me deixava desesperada, porque não quis tira-la de dentro de mim.  

Porque isso estava acontecendo comigo? Logo comigo? Sem compreender bem meu queixo começa a tremer, dou um suspiro e minhas pernas que antes estavam estendidas ficam em posição de apoio, pois minha cabeça recai sobre eles. Começo a chorar, estava desesperada, pela primeira vez com medo não por mim, mais por ele ou ela. Eu não queria ser como minha mãe, não queria matar a criança ou abandona-la. Queria que ela vivesse, queria ama-la , se eu ao menos conseguisse ter esse sentimento. Queria a cima de tudo protege-la.

Eu sempre tive muitos inimigos, tantos de organizações ditas boas, até as piores que já existiram. Como deixar uma pequena criança assim.. desprotegida?
Enquanto minha mente girava e minhas lágrimas caíam escutei um barulho na porta.

Abro a boca e abro os olhos bem, alguém estava tentando invadir meu quarto? Saiu da banheira e pego um roupão felpudo que estava estendido ao lado, o visto e começo a andar vendo um camareiro entrar com uma bandeja ... Abro a boca e reviro os olhos.

– Como ousa entrar aqui, já disse não pedi nada....

E na mesma hora que profiro a imagem some, estoura como uma bolha de sabão e nas minhas costas alguém caminha, me viro na mesma hora com uma bola de energia lunar nas minhas mãos.  

Assim quando eu viro vejo uma figura diferente a minha frente, um homem alto, com cabelos bastante negros e olhos muito azuis. Azuis escuros, olhar para eles poderia dar o pior dos arrepios sentidos. A roupa dele era diferente, toda preta e na mão carregava um cetro com algo, uma luz azul dentro. Suspiro fundo e pisco os olhos. – Loki? Serio? Um asgardiano ? –falei quase decepiscionada, mas internamente pensava no porque daquilo. Sair de Asgard para falar comigo?

- O próprio... Alice, é esse seu nome, não é? Ou preferia que a chame pelo seu  outro nome.. Merida? Ou até mesmo pelo nome que se intiula. Blake. – ele proferia de uma forma tão debochada, parecia que se divertia com minha cara.

Ao perceber que estava de roupão, tentei parecer superior, fechando-o com mais força e olhando para o teto.

- Como queiras, escolha o que preferir,  porque esta aqui? Não posso nem imaginar um motivo descente para isso? – falei com quase tédio na voz e ele como sempre se divertiu.

-  Não me convida para sentar? Não me serve um café? Assim não vamos para frente, os humanos são mesmo assim tão mal educados? Ou só as belas e altas loiras? – ele falou e ficou me encarando. Por um segundo fitou apenas minha barriga, isso me assustou um pouco, não podia ser.. Ele já? Rangi os dentes percebendo o qual frágil estaria nestes 9 meses.

- Oh , perdão Loki, deus Asgardiano, que bom tê-lo aqui em meu hotel. Oh vamos, sente-se?  Quer alguma bebida, uma massagem?  - falei de forma debochada e apontei a cadeira para que ele se senta-se. Sentei-me em seguida.

- Melhorou, não, não costumo gostar das bebidas humanas, as nossas são mais – ele parou por um momento e  me olhou – sofisticadas, envelhecidas por muitos mais anos que os mundanos. – ele terminou.

- Me desculpe, mas ... estou cansada, pode me dizer o que realmente que de mim? – suspirei me ajustando na cadeira.

- Bem, já que quer ser tão direta. – ele se levanta e então caminha até a mim, pega algo do seu bolso, algo que não podia ver claramente. – Esta vendo isso aqui? Esta joia de ametista? – ele não deixou eu continuar ... Prosseguiu. – Ela tem um feitiço muito especial.. – e então olhou para minha barriga – ele contem um anjo dentro. – eu o olhei quase rindo . – É serio, um anjo, pode até tocar... Ele vibra. – ele colocou em minhas mãos.

Quando as tenho nas mãos, senti sua vibração.  Era realmente esquisito. –  Um anjo? Certo, mais porque estamos falando desse colar? – perguntei sem entender.

- Então, esse dito “anjo” que esta preso ai dentro é obrigado a sair e salvar o usuário sempre, sempre mesmo. De qualquer coisa.  E como eu sei da sua atual situação, pensei que fosse querer ele, não deve ser fácil estar grávida com tantos inimigos. – ele disse pegando o colar da minha mão e rindo.
Eu entrei em desespero, ao escuta-lo proferir aquilo. -  Mas o que você...

- É, esta realmente claro para mim a gravidez. Não precisa fazer muito esforço. – ele debochou.

- Okay, mas ... me daria do nada assim? – perguntei arqueando a sobrancelha.

Ele riu de forma educada e proferiu. – Você é linda, mas esse colar vale muito mais, só quero um favor, em troca terá o colar. Ou melhor, aceite e o colar é seu, cumprindo ficará com ele pelo resto de sua vida mortal, se não o tomarei  e ainda matarei você e a criança ... simples. Continuando, preciso que tire um anel de uma pessoa, somente isso. O anel é a fonte de um controle mental, que meu pai,  Odin deu a ela. Preciso de suas forças malignas volte, isso aqui esta muito entediante. E não precisa olhar assustada, vocês duas são quase idênticas. So que você está mais emotiva... – ele riu de forma cínica.

Eu neste momento não sabia o que fazer, se o atacava, uma besteira de se pensar, já que ele era mestre na ilusão. O que me restava era aceitar e ganhar aquela joia.

- Tirar um anel? Como é o nome dela? – disse por fim, eu bem que pensei em não aceitar, mais o olho e vejo aquele sorriso malvado, se não aceitasse seria o meu fim, droga. Nosso fim, era complicado pensar em algo sempre com você. Coloquei  o colar no pescoço e suspirei.  – Me protegerá sempre não é? Certo.

Ele então riu e me passou um envelope. Abrir o mesmo delicadamente, continha fotos e mapas com localizações. – Estude a encontre e faça seu trabalho. Espero que se saia bem, linda e loira. O futuro de vocês dependem disso. – e então sumiu.

Abro a boca e me sinto vencida, agora isso? Agora so me faltava isso. Pego o envelope e vou até a cama. Jogando tudo que possuía ali dentro. Fiz alguns cálculos analisei os passos dela e descobri que a asgardiana Lenneth estava por Chicago, e gostava de bares. Dou um suspiro e começo a me arrumar, colocando calça de couro e uma blusa apertada. – Essas roupas serviram por pouco tempo. – pensei e fiz um bico pegando o GPS e colocando as localizações, se ele fora a um bar ontem, ira a um hoje, para comemorar.  Sai do hotel pensativa e talvez esperançosa, traria um mal a terra, talvez me alienasse a isto e ... E ficaria mais poderosa.

Por um momento me seguei pelo poder, eu so queria poder. Ser a mais poderosa mutante que existisse. Todos lembrariam de mim, do meu legado. So precisa da companhia certa.

Local: Chicago
Hora:[/color] 19h30min
[color=#ff33cc]Envolvidos: Loki, Alice Merida and Lenneth
Titulo: Devil

Nota: Conversa com Loki


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Re: Magnificent Mile.

Mensagem por Lenneth em Seg Ago 03, 2015 9:54 pm


Lenneth


POST: 001 ❢ NOTAS: TP ❢ OUVINDO: Aqui ❢ ONDE: Chicago

Local: Chicago
Hora: 19h30min
Envolvidos: Loki, Alice Merida and Lenneth
Titulo: Devil


Era começo de noite e a asgardiana vagava pela cidade de Chicago a esmo, não havia um destino certo e tudo que fazia era caminhar por entre as pessoas. Havia chegado até ali pelo acaso do destino por assim dizer, procurava algum jeito de não se sentir entediada e que pudesse esquecer da vontade  de voltar para os dourados salões de Vahalla. Um suspiro desanimado escapou por entre os lábios da asgardiana ao refletir que ainda deveria passar um tempo em Midgard, seria bom para ela e para espantar as terríveis lembranças que assolavam seu passado. Odin permitiu que a valkyria continuasse naquele plano, uma vez que o mesmo encontrava-se totalmente instável e isso pudesse afetar os asgardianos de algum modo. Tudo que tinha para aquele começo de noite era a vontade de encostar em algum lugar e alguns trocados em seu bolso, o suficiente para aquela noite.

Andou por algum tempo entre as ruas e becos, podia notar que seus traços fortes chamavam a atenção de muitos que passavam por ela, mas talvez a expressão um tanto quanto ríspida espantavam qualquer um que pensasse em se aproximar. A escuridão dos lugares parecia dissipar a cada passo dado por ela, Lenneth não era uma simples valkyria, na verdade cada uma delas tinham um talento, motivo pelo qual receberam seus títulos, mas talvez Lenneth fosse a única que tivesse um lado obscuro dentro de si. Com as mãos no bolso caminhava refletindo sobre isso, sem se preocupar com nada, ela sabia que nada poderia ser uma ameaça a ela nesse plano, o que permitia a ela mergulhar em suas reflexões.

Quando já estava enjoada de caminhar escolheu um pequeno bar para terminar ou começar a sua noite, beber com certeza seria a melhor solução. Suas mãos abriram a porta e seu olhar percorreu o lugar, haviam poucas mesas livres e para sua sorte havia uma bem a maneira como ela apreciava, no fundo e bem escondida. Com passos lentos ela caminhou para o local desejado sem dar atenção aos olhares que se dirigiam a ela, não queria estragar a noite tendo que esmurrar alguém. Ela apenas se jogou no enorme banco e recostou sua cabeça de forma preguiçosa soltando um longo e entediado suspiro. Sua meditação foi quebrada pela voz de uma formosa jovem que havia se aproximava da mesa:

- A senhorita deseja beber algo? – Perguntou a jovem tímida.

- Uísque por gentileza. – Respondeu de maneira fria. – E um bom. – Completou sem dirigir o olhar para a jovem.

A garota se quer esperou o próximo suspiro da asgardiana, o que de certo modo agradou ela, simpatia era uma dádiva que Lenneth não detinha desde tempos memoráveis. Sua bebida não tardou a chegar em sua mesa e por alguns instantes ela ficou em silêncio apenas observando o líquido no copo. Ela trouxe o copo próximo de seu nariz e sentiu o aroma da bebida que de fato era bom, porém não se comparava ao saboroso hidromel, a bebida dos deuses. Ela sorriu ao se lembrar disso, já fazia um bom tempo desde a última vez que havia pisado nos salões dourados para uma festança e na última vez estava acompanhada. Sem perceber a loira apertou o copo em sua mão, antes que o quebrasse ela tomou um bom gole da bebida, sentindo a mesma queimar sua garganta algo que ela não se importou.

O copo foi colocado com um pouco mais de força que desejava fazendo o mesmo emitir um som alto ao tocar a superfície de madeira da mesa, ao mesmo tempo que a mão dela repousou sobre a mesma. Seus olhos verdes fixaram-se na pedra azul do anel que ela usava em sua mão direita, sentiu um aperto no peito ao ler aquelas runas que tentavam selar algo de muito ruim que ela tinha dentro de si. Lenneth suspirou baixinho ao se lembrar as últimas palavras que Hrist pronunciou naquela noite, um arrepio percorreu seu corpo. Os estragos que ela poderia causar ali seriam irremediáveis e trazer ainda mais desequilíbrio a um plano que ela particularmente via como frágil. Mortais se achavam alheios demais as possibilidades, o que os deixavam totalmente vulneráveis.

Seus olhos fintaram o anel mais uma vez e naquele instante foi inevitável pensar no motivo pelo qual o usava, aquela mesma mão um dia foi banhada pelo sangue de quem ela mais amou. Lenneth fechou os olhos e o que veio em sua mente não foram as lembranças tristes, era como se pudesse sentir o calor dos braços dele a envolvendo. Sim... Mesmo depois de tanto tempo ainda doía muito a ela lembrar-se de Sieg, talvez pelo fato que foram suas mãos que tiraram a vida dele. Lenneth mordiscou os próprios lábios tomando uma boa dose da bebida a fazendo secar o copo e logo o erguendo pedindo outra boa dose. Por mais que não quisesse, tudo que podia ouvir naquele momento era a risada dele ecoar por sua mente, aquele foi um tempo em que sorrir era algo realmente fácil para ela.

Quando o segundo copo de bebida chegou a mesa a loira já o tomou em suas mãos tomando mais da metade do mesmo, seus olhos por um instante estreitaram-se sentindo que eles estavam marejados, por muito tempo não se permitiu pensar nele e tão pouco chorar por sua perda. Algo dentro da valkyria ficou inquieto e por mais que não quisesse aquela avalanche de pensamentos vinha até ela mergulhando-a em um mar de tristezas do qual ela não conseguia sair.  



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Re: Magnificent Mile.

Mensagem por Black Queen em Qui Ago 13, 2015 8:47 pm




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A
s minhas roupas eram as mais luxuosas como sempre, o meu andar, era delicado e perfeito. Eu era perfeita, linda e magra. Por pouco tempo. Estalei a lingua pensando em algum jeito de me isolar por um tempo. Eu não queria ficar de regime, se tinha fome, comeria. Dei um meio sorrisinho e entrei no tal bar.

Entrar naquele local era estranho, ao menos para mim, não tinha tanto requinte e não era tão interessante... Revirei os olhos e adentrei mais o local, olhando para os lados, lentamente a procura da tal loira. Eu so queria pegar o anel dar o fora e conseguir ter esse bebê em paz.

Bati a mão no balcão e me sente na pequena cadeira dobrando bem as pernas. - Um uisque... - disse delicadamente e então lembrei do bebê. Nada de bebidas alcoolicas.. Dei um meio sorriso. - Não, eu estou tomando tantos calmantes, me trás um suco bem amargo de limão. - disse dando um meio sorriso. Desde quando eu gostava de coisas amargas. Revirei os olhos devagar e dei um meio sorriso vendo que ao meu lado havia uma loira. Não! Não poderia ser, assim tão fácil. Realmente os deuses estavam do meu lado. - Esse bar já foi melhor, não acha? - puxei conversa como uma mulher faria e comecei a analisa-la.






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Re: Magnificent Mile.

Mensagem por Lenneth em Dom Out 30, 2016 8:59 pm


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Teria passado horas, talvez dias mergulhada em seus pensamentos, as lembranças que tomavam sua mente eram as melhores, talvez as mais dolorosas de se ter. Nesses momentos, era inevitável não pensar em Hrist, em deixar que a valkyria negra tomasse total posse de si. Hrist era incapaz de sentir, fosse dor ou saudade, amor ou ódio, ela agia unicamente com o propósito de trazer o caos, como se fosse um par para Loki, talvez fosse por isso que o Deus nórdico tentava a todo custo mantê-la no controle. Displicente ela girou o copo em sua mão, a bebida acompanhou o sentido e um suspiro bucólico escapou de seus lábios. Ela sabia qual era o certo a ser feito, sabia que jamais poderia deixar que Hrist se tornasse a dominante, ainda que ela fosse a única forma de não sentir a culpa, a dor e a saudade que sempre lhe eram companheiras. Mais do que isso, Sieg jamais gostaria de ver aqueles olhos negros novamente, de alguma maneira, sabia que esse era o último desejo dele, o motivo pelo qual ele entregou a própria vida.

Antes que voltasse a se perder entre suas lembranças, seus instintos a atentaram para uma aproximação, sutil e discreta, mas não passava despercebida para uma guerreira da estirpe dela. Um homem se aproximar era algo normal e algo que ela já estava até habituada, porém uma aproximação feminina não era algo tão comum. Os olhos esverdeados da valkyria metodicamente observou a estranha, uma mulher bonita, destoava da presença dos demais que trajavam vestes simples e sem o mesmo requinte que a dela. Os cabelos dourados e os olhos logo chamaram a atenção da asgardiana, talvez ela soubesse que Lenneth não era como os outros ou talvez não, muitas possibilidades permeavam aquela situação e claro que ela gostaria de saber até onde aquilo iria. Um sorriso de canto surgiu nos lábios comprimidos da guerreira: — Minha primeira vez aqui... Creio que não seja uma boa pessoa para opinar. — A voz soou apática e inexpressiva, tão fria quanto uma montanha de gelo.

Não fazia questão de esbanjar simpatia, ainda mais com criaturas que quiçá conhecia, lentamente puxou o copo de bebida até a boca e sorveu todo seu conteúdo, sentindo o líquido queimar enquanto descia por sua garganta. Seu olhar buscou a garçonete que passava ao seu lado: — Traga mais uma dose para mim. — Disse indicando o copo vazio para a garota. Seu olhar rolou até a desconhecida e ao seu copo cheio de algo que ela não fazia a mínima ideia do se tratava: — Então... Senhorita. Etiqueta não é bem algo que eu esteja acostumada. Se pretende se sentar, não espere um convite de minha parte. — Disse enquanto indicava a cadeira a frente para a mulher. Recostou as costas em sua cadeira e continuou a encara-la nos olhos, cada ínfimo movimento ou expressão. Ela poderia ser inofensiva, porém não era motivo para ficar de guarda baixa, seus pensamentos de guerreira jamais a abandonavam: — Mas o que traz uma dama tão fina em um lugar tão simples como esse? — Perguntou com uma pontada de ironia em suas palavras, aguardado a resposta e a reação da estranha.




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Re: Magnificent Mile.

Mensagem por Black Queen em Seg Out 31, 2016 12:56 pm




Faz Seu Trottoir ..
Nno ar que se respira, nos gestos mais banais...


O
que se podia esperar de seres de outro planeta? Etiqueta humana? Acolhimento? Na verdade nada disso poderia fazer sentido, já que eles tinham costumes ridicularmente diferentes. Minha vontade era de pegar o suco e enfiar dentro daquela garganta fina, mas suspirei profundamente e puxei a cadeira me sentando próximo a ela.

- Bem, eu não sou acostumada a pedir coisas, principalmente para sentar e apenas papear com outra... – disse dando de ombros de forma delicada e então logo abrir um sorriso amoroso e extremamente falso. Falso, tão falso como minha mãe. Mulher que havia me abandonado longe com meu pai, havia nos colocado frente a frente com a morte apenas para provar alguma idiotice que acabou levando ao falecimento de meu pai. Não tinha como não vê-lo em todos os lugares que eu estava, não tinha como não conversar com ele, não pensar no que ele faria em determinada situação.

Tentei respirar agora de forma mais branda, um pouco de ausência de preocupação, Loki havia me dado um trabalho simples, ou relativamente simples, já que a mulher tinha um porte arrojado e como todos os outros Asgardianos gostavam de brigas e sinceramente não poderia estar mais frágil do que agora.
Estalei a língua enquanto segurava o copo de suco super amargo e tomava um lento gole, sentindo o amargo estraçalhar minhas papilas gustativas. Sem fazer careta a encarei.

- Ah eu gosto de ver como anda o mundo fora das colunas sociais... – da um meio sorriso e balança a cabeça. – So que não, esto so tentando procurar um pouco de paz de espirito. – de certo modo era verdade. Chicago era um dos meus refúgios favoritos, era onde tudo poderia acontecer, e onde me sentia bem. Talvez até mesmo protegida, longe de tudo que estava por vir, um mar de acontecimentos fatídicos.




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Re: Magnificent Mile.

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