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Edifício Baxter.

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Edifício Baxter.

Mensagem por Sattine Marshall em Qua Maio 14, 2014 2:46 am


"Localizado na Rua 42 com a Madison Avenue, em Nova York, tinha sido construído em 1949 pela empresa Leland Baxter Paper Company. Originalmente foi concebido como um local industrial high-rise para acomodar máquinas de reciclagem e para atender a área de Manhattan. Os cinco primeiros andares do prédio de trinta e cinco, foram comprados de imediato pelo Quarteto Fantástico, quando o grupo começou suas atividades. Desde então os andares do grupo foram vastamente modificados pelo Sr. Fantástico, que recebeu autorização dos moradores para alterar a estrutura de todo o prédio. O mesmo selocaliza a apenas algumas quadras da sede das Nações Unidas, e da Torre Stark."
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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Sattine Marshall em Dom Jun 08, 2014 11:03 pm

Missão One Post - Zeus Folks.
Título: The Assault - Parte Um.
Sábado: 14 de março, 2014.
Clima: Frio, 7ºC.
*Proibidas TP's neste Tópico até o fim da missão.

 
Zeus estava animado. Acabara de deixar um dos maiores e mais lotados shows que já fizera com sua banda, formada pelos amigos com quem convivera na Inglaterra. Desde que deixara o mundo de Lyfaor para trás, após ser treinado como combatente e líder militar para o seu povo, era grato por viver algo menos cósmico novamente. É claor que o sumiço de sua irmã gêmea ainda o preocupava, bem como a ausência de seu irmão mais velho, que se tornara um agente da S.H.I.E.L.D. Apesar das ligações entre a Organização e os Vingadores, ainda não o encontrara nenhuma vez, desde que havia unido-se ao grupo de super-heróis.

  Finalmente, após encerrar as atividades com o grupo, e tomar uma limusine que o levaria até a Torre dos Vingadores, o jovem foi surpreendido por uma notificação de chamada no comunicador cedido por Tony Stark a cada membro da equipe, para que pudessem se comunicar de qualquer localidade no planeta Terra. O rapaz acionou o dispositivo em seu pulso, e um pequeno holograma surgiu à sua frente, enquanto ele começava a aproximar-se mais do centro de Manhattan.

- Olá, Zeus! Roupa bacana! Nem parece o mesmo magricela esfarrapado que conheci, garoto! - riu Tony, animado. Apesar do tom humorado do herói, havia fuligem em seu rosto, enquanto ele segurava o capacete do Homem de Ferro meio desajeitado. Apesar de disfarçar bem, Tony pareica exausto. E ainda que o jovem Vingador não pudesse ver, era possível ouvir claramente o som de algumas explosões ao fundo, vindo do local de onde a chamada era transmitida. - O negócio é o seguinte. Nem precisa voltar pra Torre. Preciso que faça algo pra mim. Susan entrou em contato comigo, e parece que algum engraçadinho do exército de Laufey quer visitar o Edifício Baxter enquanto ela e o resto do Quarteto estão em missão com os Inumanos. Prometi que iria enviar ajuda para impedir que invadam a casa deles. Como estou ocupado com coisa grande, sobrou pra você. Agora que já aproveitou bastante, vamo trabalhar um pouquinho né, filhinho?

  Rindo, Tony desliga a chamada, deixando Zeus com uma atribuição totalmente inesperada nas mãos. Logo a tela de seu comunicador passou a transmitir o GPS, indicando a localização de Zeus, e o lugar para onde ele deveria ir. Diante do que Stark propusera, não havia como recusar. Se algum gigante de gelo estava atacando o lar do Quarteto, devia querer alguma coisa produzida por Richards, um dos homens mais geniais daquele planeta. Zeus refletiu que o líder do Quarteto era um dos ídolos de sua irmã superdotada, e que agora ele defenderia a casa dele. Coisas loucas que só aconteciam num mundo como aquele...




Pontos Obrigatórios:

- A missão deve começará a ser narrada desde o momento em que você recebeu um aviso de Tony;
- Você deverá se deslocar o mais depressa possível para o Edifício Baxter;
- O local estará totalmente coberto por uma redoma como as que atualmente surgiram no Texas, os civis que ali moram estarão presos;
- Um gigante de gelo trajado com armadura de combate completa estará guardando o domo, e você deverá enfrentá-lo;
- Ao derrotá-lo, deverá destruir um amuleto em seu pescoço, o que desativará a redoma;
- Você salvará os civis da explosão que se iniciará no local, mas o vilão Abutre surgirá, fugindo com um artefato tirado dos laboratórios do Sr.Fantástico. Neste ponto termina a primeira fase de sua missão.

Boa Sorte!
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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Sattine Marshall em Ter Jun 24, 2014 10:33 pm

*Penalidade 1: O jogador será penalizado em -20HP e -10exp devido à quebra do prazo para postagem.
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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Zeus Folks em Ter Jun 24, 2014 10:44 pm

Quarteto pede ajuda!

 
Primeira Missão!

 



Finalmente uma noite tranquila. Um show lotado era tudo que eu precisava para descansar das aulas maçantes da academia.  Queria ter podido aproveitar mais daquela sensação tomando um belo banho quente na banheira, mas isso – infelizmente- seria impossível, o dever me chamava.
Tony Stark havia me contatado pedindo, “Na verdade me deixou sem opção, mas o que eu posso fazer? Não se contraria o Homem de Ferro", para que eu ajudasse a defender o Edifício Baxter de um gigante de gelo.   Agora só tinha que achar um jeito para chegar rapidamente ao local da missão. Não demorou muito para lembrar-se das minhas botas e luvas metálicas e enérgicas.  Por sorte aquela vez eu tinha as levado comigo- na verdade sempre as levavas já que tinha medo da “perseguição intergaláctica” em que estava envolvido- demorei uns dois minutos para calçar o equipamento e sair em direção ao prédio.
Infelizmente o meu primeiro plano para ir a luta não deu certo. Havia esquecido que as tinhas quebrados quando tive que voltar para a Terra de última hora. “ Coisa comum na vida de um extraterrestre normal”. Agora tinha que achar um jeito rápido de chegar lá. E imediatamente tive uma ideia.
Sai da limusine, já vestido com o meu uniforme novo, e me teletransportei para cima de um prédio. Logo em seguida invoco três de meus servos para me levarem voando até o local do ataque. Não sei bem ao certo quantos minutos demorei a chegar à base do Quarteto Fantástico, estava pensando em um plano de ataque para as “N” situações que podia encontrar lá.  E por esse motivo pousei em um prédio na frente do Edifício Baxter para poder analisar a situação e poder atacar.
No instante em que parei no topo do prédio percebi que algo estava extremamente errado- mais do que o esperado, ao menos. Um domo de um tom azulado e opaco, e este prendiam os humanos que ali estavam. E a pior parte não tinha nem chegado ainda.
Para melhorar a situação ainda existia um gigante de gelo- “lógico”- para defender o maldito domo. Minha primeira reação diante desse evento foi a de espanto, porém logo isso passou e comecei a analisar mais profundamente as brechas da situação. E encontrei uma, só infelizmente para poder aproveitar ela teria que mergulhar de cima. Um sorriso se formou no meu rosto.
Materializei um sabre de energia e pulei do prédio em que eu estava diretamente em cima do gigante de gelo, pedia ajuda dos meus servos para que eles não me deixassem sair do curso e que acelerasse de mais, diretamente em direção à cabeça do inimigo, porém infelizmente o sabre se enterrou no ombro do monstro azul.  
Quando havia puxado o sabre do ombro do gigante e iria o tacar na cabeça dele ele me avistou e me tacou em direção ao domo. Não foi uma experiência muito agradável, posso garantir, no entanto sabia que coisas assim iriam acontecer quando assumir esse emprego.
Ainda com o bastão na mão, percebia que faltava pouco para ele se parti, por isso resolvi inovar nos meus ataques.
-Amigos venham aqui- disse aos meus servos que estavam rondando o inimigo - Preciso de vocês,  o que eu vou fazer agora provavelmente ira machucar um pouco vocês, e assim que fazerem isso podem descansar
Peguei o meu bastão e segurei firme e bati nas criaturas como se fossem bolas de baseball, meu objetivo era aumentar a velocidade delas para que causassem maiores danos com suas garras e chifres.Por azar na última tacada o bastão quebrou e essa não foi com muita força. Assim que o ataque deles acabou eu estava sozinho, e isso era um problema, odiava ficar só.
Era urgente. As pessoas gritavam do lado de dentro do domo, desesperadas. Precisava derrotar esse desgraçado rapidamente. Me envolvi com minha aura e esperei o gigante vir até a mim, precisava recuperar a energia. E pela minha sorte ele lançou um raio de energia azul e gelada. Sofri um pouco de dano, todavia consegui a energia que precisava.
Corri em direção a ele e pulei planejando agarrar em seu pescoço e absorve um pouco de sua energia vital, e assim o fiz.  Depois que o ataquei o inimigo veio para cima de mim com tudo e me deu um soco que me lançou a uns três metros dele. Assim que fiquei de pé lancei uma rajada de energia em seu pé para desequilibrá-lo, e por consequência ele caiu no chão.
Aproximei-me dele e animei o cordão que estava em seu pescoço e o fiz enforcá-lo, e assim terminou a batalha. Tomei o amuleto de seu pescoço e o apertei em minha mão o quebrando.
-Acabou!- comemorei – agora é hora de entra no Edifício Baxter e ver...
Antes que eu terminasse de falar uma forma esquisita e alada sai do prédio que eu deveria proteger carregando algo em suas mãos. Assim que sua imagem ficou mais nítida percebi que era um vilão chamado Abutre.
-Droga...



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Poderes usados:
•"Invocação": Usando o poder de sua aura mágica, o usuário deste poder pode invocar 3 de pequenos demônios para realizarem 1 ataque cada, cada um causa 1d4 de dano. Essa habilidade pode ser usada 1 vez a cada 4 turnos.

•"Teletransporte": Pode se envolver em sua aura mágica para teletransportar a si mesmo e alguns objetos pequenos para proximidades de até 100 metros. No nível atual, o mutante pode teleportar a si mesmo e mais uma pessoa quando envolvidos pela aura mágica, também pode teletransportar objetos de pequeno porte. Além dos resultados dos dados, o usuário ganha +1 de ATK ou +1 de esquiva. Habilidade possível 1 vez a cada 3 turnos.

•"Animação de Objetos Orgânicos": Em um breve momento, perdendo muito de sua energia, o usuário deste poder pode dar vida a vários pequenos objetos que pode ser utilizados para atrapalhar seu alvo. Desta forma, seu inimigo perde -2 de ataque no próximo movimento, além de perder -2 de defesa no primeiro ataque recebido. Habilidade possível uma vez a cada 4 turnos.

•"Materialização de Espadas": Usando o poder de sua aura mágica, o usuário pode materializar um sabre muito leve, capaz de ferir 3 vezes o inimigo a cada investida. Cada vez que ataca o inimigo, pode gerar um dano de 3d3, sendo utilizada até 4 vezes antes de se partir e só poderá ser criada novamente depois de 3 turnos. Ganha +2 de ATK. Habilidade possível 1 vez a cada 3 turnos.

• “Absorção de ataque”: Ao golpear um inimigo, pode absorver parte da força física dele e utiliza-la em seu próximo ataque. Dessa forma, além do resultado dos dados, o jogador pode retirar 1 ponto de ataque do próximo movimento que o inimigo fizer e utilizar em seu próprio movimento de atk, em um próximo movimento. Habilidade possível 1 vez a cada 3 turnos.

• “Absorção energética”: Tocando rapidamente algum inimigo, pode absorver parte da energia vital + energia elétrica de seu corpo, conseguindo capturar parte dessa energia. Além do resultado dos dados, seu golpe retira +2 de dano do inimigo, pela absorção energética que ele sofre. Habilidade possível 1 vez a cada 3 turnos.

• “Rajada energética”: Caso tenha utilizado o golpe “Absorção energética” nos últimos 2 turnos, ainda em posse de parte da energia energética capturada do inimigo, o jogador pode libera-la em direção de algum alvo em forma de rajada energética. Alem do resultado dos dados, seu inimigo recebe +2 de dano. Habilidade possível 1 vez a cada 3 turnos.

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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Sattine Marshall em Qua Jun 25, 2014 1:27 am

Avaliação:

*USO DOS PODERES: 6
*CRIATIVIDADE: 9
*ORTOGRAFIA: 5
*DESCRIÇÃO E COERÊNCIA: 7

Exp.Total:28EP's.


Comentários Gerais: Então, Zeus. O que posso dizer sobre esta primeira etapa de sua missão, é que foi válida, e bem entusiasmada. Entusiasmo esse, que se converteu em alguns pontos negativos, como pequenos erros de ortografia e gramática que você poderia ter corrigido com uma segunda ou terceira leitura mais apurada. Você também utilizou muitos poderes de uma vez, com poucos intervalos entre eles, além de ter sido um post um tanto reduzido para a situação proposta. Ainda assim, foi legal. Parabéns.

Descontos Finais: -30HP (Começará a segunda etapa com 70HP).

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Narração:

Missão One Post - Zeus Folks.
Título: The Assault - Parte Dois.
Sábado: 14 de março, 2014.
Clima: Frio, 9ºC.
*Proibidas TP's neste Tópico até o fim da missão.


  Após avistar Abutre em fuga, Zeus avista nas mãos do vilão, uma pequena maleta metálica, com o símbolo do Quarteto Fantástico gravado em relevo na sua totalidade. À uma distância significativa, o vilão parece além do alcance, para o jovem Vingador. Entretanto, um jato Quinjet, das Indústrias Stark, cobre o Edifício Baxter com sua sombra. A nave parecia estar em piloto automático, e suas comportas de embarque abriram à centímetros do solo, próximas à localização de Zeus.

- Entre logo, garoto. - ordenou a voz de Tony Stark, vinda do comunicador no dispositivo atado ao uniforme do Vingador. - Precisamos recuperar a arma experimental que o Reed fez, e está naquela caixa. Com certeza o Abutre está indo pra Quinta Avenida. Tem uma movimentação de Gigantes de Gelo lá. Se ele estiver trabalhando com Laufey e Encantor, com certeza vai procurar um dos portais azuis que andam surgindo na cidade toda! Corre, filhinho! Corre!

    Sem mais delongas Zeus subiu na nave, aguardando enquanto aproximava-se cada vez mais do seu próximo alvo.


Pontos Obrigatórios:

- Comece a narrativa de seu post narrando a chegada da nave e as ações das autoridades nova-iorquinas para conter e ajudar às vítimas do ataque ao edifício;
- Alcance  Abutre à meio caminho da Quinta Avenida. Você perceberá que ele na verdade, está tentando chegar aos esgotos;
- Pelo comunicador, Tony avisará que você está sobre o esconderijo dos Morlocks, mutantes deformados que estão sob ataque dos gigantes;
- Derrote Abutre e entregue a maleta para a equipe de agentes da S.H.I.E.L.D. que estará isolando o local do ataque subterrâneo;
- Você descerá para os esgotos, tentando de alguma forma ajudar os mutantes que lá vivem, bem como descobrir os planos dos gigantes. Sua missão termina ao descer nos túneis.


Boa sorte!
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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Zeus Folks em Ter Jul 01, 2014 11:32 pm

O inverno e o Caos

 
Prologo de um inverno

 



Sentia-se o Caos se formando. Nada parecia estar no eixo. Nada estava em seu devido lugar. A confusão reinava. O frio se aproximava e com ele vinha à tristeza. O horror caminhava lentamente pela superfície da Terra. E tudo isso parecia se agravar na mente de Zeus, o general bélico e príncipe de Lyfaor.
As últimas semanas não tinham sido nada fáceis para ele. Imagine você, ter que fugir de um bando de assassinos intergalácticos e ser um vocalista em ascensão ao mesmo tempo. Algo podia dar extremamente mal nesse historia. Afinal se esconder e ser famoso não eram coisas que combinavam. No entanto a coragem que ele tinha não iria deixa-lo ser esconder e deixar de viver e fazer o que gostava.


O Caos chegou: Contra Abutre!



_Droga...
Senão bastasse a dificuldade que havia sido derrotar o gigante de gelo e desativar o domo algo tinha que ser roubado do prédio do Quarteto Fantástico, ou seja, isso era minha culpa e também meu dever, recuperar o artefato.
A situação da rua em que estava não era nada boa. Apesar de não está toda destruída, havia pânico nos rostos das pessoas e algumas janelas quebradas, mas fora a isso estava tudo relativamente normal.
A polícia estava conseguindo acalmar as pessoas e os bombeiros estavam levando o diminuto número de feridos para o pronto-socorro. “Pelo visto não precisavam mais de mim aqui, o melhor que poderia fazer era ir atrás do Abutre”. E a coincidência, ou não coincidência, foi que a nave dos Vingadores chegou assim que o vilão saiu.
Assim que a nave chegou ouvi a voz do Homem de Ferro no meu comunicador. Ele, assim como pensei, queria que fosse atrás do Abutre, para poder assim recuperar a maleta roubada. Tony demostrou muita pressa, e isso me fez perceber a realidade: as coisas estavam muito mais sérias do que pareciam. Pelo visto uma arma, que o Reed Richards fez, havia sido roubada e isso era um grave problema.
_Ok_ disse quando já estava decolado com a nave.
A nave tinha uns equipamentos bastante complexos em seu painel e até um leigo nesse assunto perceberia que eram todos de última geração. Ao me deparara com aquela nave minha mente me levou novamente para Lyfaor, mais especificamente para o meu treinamento.  
Naquele dia especifico, eu estava treinando como monitorar um campo de guerra, a simulação a que fui submetido era praticamente real. Demorei umas duas semanas para conseguir vencer aquela etapa. E durante a simulação, tinha aprendido a pilotar naves, lógico que muito mais avançadas e complexas que aquela em que estava agora, e por isso achei que conseguiria me virar no controle do veiculo aéreo dos vingadores. Desliguei o piloto automático e segui com a nave. Aquilo havia me dado uma sensação de conforte e me deixado com um estranho sorriso no rosto.
Segui o Abutre me fez pensar que era um agente estilo 007, dos filmes que meu pai adorava ver quando eu era criança. Essa lembrança me fazia ficar com saudade dele e da minha casa. Meus olhos ficaram um pouco marejados quando me lembrava da minha infância e principalmente de papai e mamãe, pois ela não estava mais aqui.
Uma curva e ali estava o inimigo. Ele estava voando bem rapidamente, mas não poderia escapar do Quinjet, que era muito mais rápido que aquelas simples asas mecânicas. Apesar de tudo parecer dentro da normalidade- o qual normal ser um alienígena dentro de um jato percorrendo um louco com asas mecânicas é normal pra você?- o caminho que ele estava tomando não era o esperado. Com toda certeza ele não estava indo para Quinta Avenida.
_ Algum Vingador na escuta?_ disse para o comunicador _ Tony? Parece que o Abutre esta indo pra um lugar diferente da Quinta Avenida tem alguma ideia pra onde é?
_Crow!_ chamou o Homem de Ferro uns dois minutos após meu aviso _ Pela direção que ele está tomando parece que ele vai para os Esgotos.  Lá é a casa de um grupo de mutantes chamados Morlocks...
_ São aqueles mutantes com a aparência diferente e deformada não é?_  disse nervoso, o Abutre estava acelerando enquanto Tony falava.
_Moleque dá pra calar a boca? Preciso falar rápido não tenho muito tempo a perder _ disse ele em tom de brincadeira, mas deixando aparecer o cansaço e a raiva _ Vou pulara parte da explicação desse grupo, aparentemente você os conhece e andou mexendo em arquivos secretos na Torre. Ele deve está indo para lá por causa dos ataques que estão sofrendo dos Gigantes e por isso você tem que deter ele o mais rápido possível. Anda vai lá.
“Droga, quando você acha que as coisas não podem piorar, olha o que acontece”. Acelerei o jato ao máximo e usei as armas que ele tinha para tentar acertar uma das asas do Abutre. Nos primeiros tiros eu errei e até acertei algumas janelas. “Minha mira precisa melhorar”. Mas na segunda leva de tiros acertei a asa direita de seu equipamento o que fez ter que descer e pousar forçadamente em cima de um prédio.
Agora a ação iria começar. E sabendo disso liguei a nave no piloto automático e a fiz descer no mesmo prédio em que o abutre estava pousado. Já estava vestido com meu uniforme e capacete.  Assim que me viu ele veio correndo em minha direção, não hesitando em tentar me fatiar com aquela asa de metal.  Me esquivo escorregando pelo chão ao mesmo tempo em que dou uma rasteira no vilão. E coloco meu pé sobre ele.
_Me devolva à maleta Abutre!_ falei com uma voz autoritária e firme
_Quem é você? Nunca ouvi falar de você._ disse o Abutre rindo_ Deve ser uma das crianças dos Vingadores.
_Você está no chão caso não tenha percebido, não está em posição de rir. Devolva-me a maleta agora!
Assim que me preparava para dar outro golpe no adversário, ele levantou  me fazendo perder o equilíbrio e pulo do prédio que estávamos, e desceu planando para a rua e saiu correndo em direção aos esgotos. “Merda!”.  Subi no jato e desci até a rua, ainda a tempo de o ver virando uma esquina. Corri que nem um desesperado e no meio da corrida invoquei os três servos que eu tinha sobre meu poder.
_Venham!_ gritei abrindo o portal para eles aparecerem _Freiem ele até eu chegar por perto! Vão e rápido!
E assim como pedi eles fizeram. Não deixaram o Abutre avançar o deixando cercado no beco em que ele havia decidido entrar. Quando cheguei na entrada do beco vi que além de ter feito ele ficar parado, meus servos ainda o estavam atacando para mim. E mais uma vez um sorriso foi criado em minha boca.
_Você é tão patético como o Aranha diz Abutre!_ disse rindo e “criando” uma relação que não existia entre minha e o Homem-aranha, estava tentando deixar o vilão com raiva.
_Mande essas pragas pararem_ ele gritou
_Só se me entregar a maleta_ disse enquanto caminhava lentamente na direção dele e ativando minha aura do caos.
_Nunca!_ gritou em resposta e ao mesmo tempo tentou sair correndo do beco.
Meu adversário correu para sair do beco, só que ele não deve ter pensado que eu estava ali. “Às vezes o desespero fazia dessas coisas”.  Quando vi que ele estava correndo em minha direção preparei um chute assim que ele passou executei o golpe, que o deixou caído no chão. Corri para dar um soco na barriga dele, o meu azar foi que ele usou a asa para se defender e causou um corte em minha perna, que não foi muito profundo.
O Abutre levantou e veio com tudo pra cima de mim, tentou me dar um soco e naquele momento percebi que ele não tinha o mínimo de noção de luta.  Desarmei facilmente o soco dele e usei um golpe parecido com um jab seguido de um chute alto. Ele novamente veio tentar me fatiar com a asa, porém dessa fez eu estava preparado e me teletransportei para trás dele e dei um soco em sua nuca que o desmaiou.
_Patético_ disse enquanto pegava a maleta que estava ao lado dele e segui em direção  aos esgotos, porém antes ele teve uma ideia e decidi voltar para absorver um pouca da energia vital do vilão para ficar melhor e assim enfrentar o que me espera.

                         ***********************************************


_Aqui está a maleta_ disse para os agentes da S.H.I.E.L.D.
Eles me olharam e apontaram para a abertura no chão que estavam guardando. “Era uma cena muito estranha ver agentes treinados vigiando a abertura de um esgoto” pensei enquanto descia a escada do esgoto. Andei alguns minutos em direção ao túnel e parei de repente quando vi um forte clarão.
_Parece que agora a verdadeira luta vai começar!



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•"Aura do Caos": O mutante deste poder, começa a emanar uma aura poderosa que causa à qualquer um ser certo medo e aflição, como se tudo tivesse prestes a se tornar um caos do nada. No nível atual, o usuário consegue despertar o desejo de raiva, ódio e ira em uma pessoa apenas com olhar, fazendo com que o atingido ataque quem estiver na sua frente. Seu alvo perde -1 no próximo movimento no turno seguinte. Habilidade possível 1 vez a cada 3 turnos.

•"Invocação": Usando o poder de sua aura mágica, o usuário deste poder pode invocar 3 de pequenos demônios para realizarem 1 ataque cada, cada um causa 1d4 de dano. Essa habilidade pode ser usada 1 vez a cada 4 turnos.

•"Teletransporte": Pode se envolver em sua aura mágica para teletransportar a si mesmo e alguns objetos pequenos para proximidades de até 100 metros. No nível atual, o mutante pode teleportar a si mesmo e mais uma pessoa quando envolvidos pela aura mágica, também pode teletransportar objetos de pequeno porte. Além dos resultados dos dados, o usuário ganha +1 de ATK ou +1 de esquiva. Habilidade possível 1 vez a cada 3 turnos.

• “Absorção de vida”: Pode absorver parte da energia vital de seu inimigo e recompor sua própria energia vital. 1d6 é lançado e o resultado do dado retira de vida de seu. Essa mesma energia pode ser utilizada para recuperar suas forças, ou acrescer suas forças, ou recuperar as forças, ou acrescer as forças de um aliado, porém ele deve utilizar a habilidade de “reposição de vida” ou “reposição de força” em até o próximo turno. Habilidade possível 1 vez a cada 4 turnos.

Lembrando da minha pericia de Artes Marcias

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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Sattine Marshall em Qua Jul 23, 2014 12:30 am

Avaliação:

*USO DOS PODERES: 8
*CRIATIVIDADE: 9
*ORTOGRAFIA: 8
*DESCRIÇÃO E COERÊNCIA: 7

Exp.Total:32EP's.


Comentários Gerais: Parabéns, Zeus. Esta segunda etapa ficou muito melhor do que a primeira. Você se mostrou atento às minhas observações anteriores, e melhorou bastante. Só não vi muito expressões que demonstrassem o cansaço e a fadiga anterior de Zeus, já que ele havia acabado de se recuperar de uma batalha anterior. Por isso, houveram alguns descontos gerais. Ainda assim, foi muito bem.

Descontos Finais: -10HP & +20HP (Termina a OP com 80HP).

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Com a prisão de Abutre e a entrega da maleta de Reed Richards aos agentes da S.H.I.E.L.D., Zeus lançou-se ao desconhecido nos túneis dos Morlocks, embarcando numa missão inter-dimensional na Terra dos Anões, na luta por uma relíquia milenar de imenso poder. Por consequência da ausência de heróis capacitados para lidar com os gigantes que ataavam Nova York, todo o esquadrão de agentes foi prontamente destruído num ataque sanguinolento, minutos depois que a incursão dimensional atingiu o local. Em posse da maleta roubada do Edifício Baxter, os gigantes de gelo levaram-na para Sebastian Shaw, à pedido de seu mestre Laufey. Com o elemento químico desocberto pelo Sr.Fantástico, Dr.Octopus poderia finalmente possuir a chave para realizar os planos finais do Clube do Inferno. A aliança dos vilões da Terra nunca pareceu tão ameaçadora...

Fim da missão.

Acompanhe os desdobramentos desta missão em:
Clube do Inferno.
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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Isadora Herondale em Dom Out 26, 2014 12:41 pm


Anja

Nome dos Personagens Envolvidos: Tommy Z. Hoffman and Anja H. Morgenstern
Nome da Trama: United by blood lineage ( Atemporal)
Local: Edifico Baxter  
Clima: Ameno, 18° graus
Duração: Tempo Indefinido


----- ALGUNS DIAS ANTES , RUSSIA   ----------



Estava só, não daquele jeito bom, mas do pior possível, o corpo estava na sala, preso em um caixão. Raphael estava morto e nem se quer uma lágrima saia dos meus olhos. Não dava, eu não conseguia sentir pena, eu so conseguia lembrar do que havia lido, de como minha mãe foi massacrada caindo em suas experiências e como eu fui sua experiência final. Me olhava no espelho e via uma aberração, eu não gostava de ser uma aberração.

Levanto da cadeira, já era hora de enterrar o corpo, não havia ninguém naquele funeral, era so eu e ele, sempre assim. Sempre, ele não possuia amigos e me fez entrar nessa desgraça. Do meio pro fim, decide que ele deveria ser cremado, deveria arder no fogo de seus pecados e assim que foi feito. Enquanto ele queimava, eu procurava qualquer coisa que me trouxesse esperança.

No escritório do meu pai achei uma foto antiga, meu pai e minha mãe junto com outro casal, eles estavam tão elegantes e pareciam tão contentes. Virei lentamente a foto para ver se havia algo escrito, e havia, podia perceber a letra da minha mãe em uma inscrição
"Meu doce irmão ... te amarei para sempre"

Meu coração gelou, eu poderia, sim, poderia ter alguém fora de Monique ... poderia viver , poderia ter um lar. Derrubei tudo que tinha em minha frente até achar anotações, cartas de minha mãe para seu irmão. Eles haviam ido para os Estados Unidos, eu precisava acha-lo.

***

Umas horas depois procurando achei uns nomes e um homem, um investigador. Liguei para ele e pedi encarecidamente que ele achasse o paradeiro dos meus tios e que ele seria muito bem recompensado. Ele sorrio maldosamente e pediu um pequeno prazo para encontra-los e que me ligaria assim que tivesse tudo em ordem.

O tempo passou, claro que passaria, mas não passou minha vontade que voltaram no outro dia.


Eu ainda estava aflita, estava so naquela casa e precisava de algo para me nortear, simplesmente precisava de um escape , precisava de pessoas novas inseridas na minha vida, até que o telefone toca e eu dou um sorriso doce atendendo-o.

O investigador passou a dizer que meus tios estavam mortos, aquilo me chocou muito, mas havia um primo, Tommy, e que ele era um rapaz muito bem sucedido e que fazia parte de uma alta sociedade, vivia sempre viajando e então descobriu seu último endereço, onde era possível que ele estivesse.

Agradeci a ele e o paguei, as malas estavam prontas, o endereço era Nova Yorque, um edificio modesto, onde ele estava passando o tempo, parecia que algo estava errado. Em meio a tanto dinheiro porque aquele local?

Tudo bem, não me importava mesmo, eu so precisava encontra-lo, socializar com ele, expor o que havia acontecido e começar uma amizade. Engulo a seco e me coloco a ir até o aeroporto.


Nova Yorque , minutos antes da Explosão

A viagem havia sido cansativa, muito cansativa. Nunca pensei que aquilo era tão longe, mas até que fim pisava no chão americano, estava apenas com uma mala andando em meio ao aeroporto quando escuto um estrondo longo e então as coisas começam a cair sob o chão, giro rapidamente e pego a estela dentro do bolso e começo a fazer uns símbolos de proteção, rapidez e destemor.

Depois de sentir minha pele queimando começo a correr, tentando me desviar das coisas que caiam até sair do aeroporto, o mundo parecia ter acabado naquele momento, olhava de um lado para o outro e so via destruição, pessoas caida nas ruas, sujas, cheias de sangue. Olho para mim, estava pessima. Meu jeans favorito, estava rasgado e sujo de preto, minha blusa branca estava quase toda rasgada, eu nem queria me olhar no espelho, não queria ver meu rosto.

Pego o celular na tentativa de achar o GPS, mas nada estava funcionando mais. Como chegaria naquele local? Coloquei a mão no bolso me lembrando na descrição que o detetive havia me falado, do aeroporto eu pegaria um taxi e falaria o endereço, ou se quisesse iria andando até Rua 42 com a Madison Avenue e aquilo parecia meio distante mais não impossível. Desenhei mais um símbolo, um de sabedoria, esperava que algo daquilo me ajudasse e por onde eu andava via a destruição tomar conta.

***

O ar estava um pouco gelado, eu já estava acostumada com isso, claro, porém a poeria que havia ficado não era muito interessante, esperava que meu primo não tivesse morrido , não .. não podia.

Respiro um pouco mais fundo, dando de cara com o edifício, olho para ele, parecia intacto, ao seu redor algumas coisas haviam desabado, outras não. Dou um suspiro aliviada, e percebia que as pessoas estavam saindo dali, outras entrando desesperadas e sujas de sangue. Entro correndo até o último andar onde ele deveria estar. Ajusto-me, limpo-me, como se fosse possível '--' e bato na porta, ansiosa.


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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Baron em Dom Out 26, 2014 3:49 pm

Surprise, surprise



Edifício Baxter, 11:30 PM


Era um momento único na minha vida. Eu finalmente havia desistido da anonimidade e havia ingressado em um estilo de vida mais digno da minha pessoa. Um estilo que implicava em um apartamento luxuoso muito bem mobiliado e em um edifício onde o próprio quarteto fantástico usava e chamava de lar. Eu os achava muito chatos e cheios de si, pois seus conhecimentos eram praticamente nulos acerca do que foge seus olhos famintos e seus corações vorazes. Tudo que eles conhecem é o que tange seu patético universo mutante e, muito mal, áreas fora dele. Resumindo: nunca havia visto aquela equipe e não fazia a menor questão de vê-los.

Sentei-me no sofá da minha sala e acendi meu cigarro. Era um Treasurer Black, um cigarro que não era encontrado em qualquer lugar. Seu aroma e sabor eram sem igual, bem como seu preço. Eu havia comprado uma caixa fechada deles, junto com eles estavam algumas caixas de Cohiba Behike e o inigualável Gurkha Black Dragon. Todos perfeitamente alocados em um quarto especialmente reservado aos mesmos. Eu comecei a me deixar sentir alguns prazeres carnais, afinal, a qualquer momento eu poderia estar morto.
"Pessoas morrem, até mesmo barões..." - pensei, enquanto me levantava e seguia até a imensa janela que existia na sala. Olhando para baixo, percebi o quão alto meu apartamento ficava, ali naquele edifício. Lá embaixo eu podia ver os pequenos pontos luminosos, cada um deles seguindo com suas vidas chatas, miseráveis e sem sentido. Outros, tinham algumas razões benéficas, que transformavam suas vidas em algo melhor, porém, ainda desprovida de sentido. Eu havia encontrado muitas pessoas assim e posso garantir, infelizmente, que os seres humanos se contentam com pouco.

O trago no cigarro fez com que uma brasa alaranjada aumentasse de intensidade, à medida que o comprimento de meu "amigo" carcinogênico diminuía. A fumaça, que trazia um leve aroma dos melhores tabacos do planeta, eram externalizadas do meu corpo através de minha boca, se dissipando pela sala e acumulando-se em alguns cantos do local.
- As coisas estão diferentes. Esse mundo passa por mudanças constantemente, porém, de alguma forma, tudo parece sempre voltar à estagnação e insensatez. Por que isso acontece? Porque simplesmente não buscam mudar? Será que não compreendem o que acontece ao seu redor? - falo para mim mesmo, baixinho, enquanto retiro o cigarro de minha boca e o deixo repousar entre meus dedos indicador e médio da mão direita.

Me afastei da janela e resolvi sair um pouco, pois precisava de ar fresco e passaria em uma joalheria no caminho de volta. Aquela noite era nostálgica e merecia ser comemorada adequadamente, o que, para mim, significava valer-se de doses imensas de álcool e fumos da mais alta qualidade. Não cheguei a ficar embriagado, pois a joalheria próxima ao edifício Baxter me aguardava. Não foi tão difícil manipular o que ali era vendido, muito menos aderir suas preciosidades ao meu corpo. Voltar para casa e dormir foi o que fiz logo em seguida.

Edifício Baxter, 12:55 AM


Alguns dias haviam se passado. Eu, como de costume, aproveitava os prazeres que meu apartamento novo poderia me proporcionar, contudo, não demorou muito para eu sentir os tremores. Um após o outro e após o outro, sempre com escalas maiores nos abalos. De início achei que fosse apenas um terremoto, mas quando um prédio, que ficava algumas ruas antes do meu desabou, eu comecei a me preocupar. Foi nesse momento que tudo começou realmente a desabar. Minhas caixas de charutos, minhas gemas preciosas, meus cigarros, tudo caiu no chão e se juntou a grandes rachaduras que só aumentavam.

Sem poder sair do prédio, devido ao fato dele poder desabar a qualquer instante, tudo que fiz foi me envolver em uma espécie de casulo, feito de diamante. Extremamente resistente e sólido o bastante para, provavelmente aguentar aquela situação. Como eu havia reforçado intensamente a gema, ela acabou se tornando um pouco mais fosca, então, não conseguia observar o que acontecia do lado de fora. Durou pouco, porém, pouco tempo que se realizou aquela catástrofe pareceram horas.

Edifício Baxter, 17:59 AM


A tarde chegava ao fim. A noite, pouco a pouco, se elevava perante uma cidade destruída e completamente desolada. Eu mal pude acreditar quando absorvi o diamante ao meu redor e percebi que o edifício Baxter ainda estava de pé, porém, destruído em muitos pontos. Tudo havia se acabado e não apenas vidas, mas também meus bens e tudo que eu havia conquistado.
"Acho que o ditado era certo: vem fácil, vai fácil..." - pensei, enquanto chutava os destroços no local onde, um dia, fora minha sala de estar.

Bati com minha mão esquerda no meu ombro direito, afim de retirar a poeira que ali havia se acumulado. Sentei em uma poltrona muito bonita e, por incrível que pareça, ainda intacta e ali apenas aguardei. Não sabia o que fazer e não queria fazer nada, francamente. Foi nesse instante que ouvi batidas na porta. Usando minha manipulação de metais, girei a chave que ainda se fincava firmemente na fechadura. Uma chave de prata, muito bem feita, diga-se de passagem. Após a porta se destrancar eu apenas olhei para baixo e aguardei para ver ou ouvir quem era.


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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Isadora Herondale em Dom Out 26, 2014 5:55 pm







Hello you!





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Sabe aquela sensação que algo não vai sair bem? Claro! Essa era a única sensação possível. Primeiramente eu estava péssima, toda rasgada, havia sobrevivido do terrível bombardeio, estava com pouco dinheiro no bolso, e nada estava no seu lugar certo. Mordo os lábios e tento esfregar meu rosto, para apagar algumas marcas pretas ganhadas na fumaça.  Estava um pouco arranhado também, então lentamente pego a estela e desenho uma runa de cura, sob a pele. A dor que era cortante acaba e no fim dou um pulo para trás a porta estava se abrindo.  

Meus lábios tremem um pouco, guardo a estela na bota e dou um leve passo para frente. Estava com medo, era obvio! Não sabia como Tommy ia me receber, ou se realmente iria querer uma “mendiga” na sua sala. Lentamente dou passos para frente e acabo por ver o que seria a sala. Estava um pouco bagunçada, muitas coisas estavam no chão, obviamente, graças as bombas, mas mesmo assim não deixava de ser muito luxuosa. Nossa! Não era a toa que o chamavam de Baron. Dou um suspiro e procuro um vestígio dele.
-- Tommy? – profiro com uma voz um tanto baixa, inconstante, talvez um pouco medrosa, a runa do destemor já não fazia efeito, em vez disso a de cura estava fazendo seu trabalho, fechando alguns arranhões provocados.

Pisei mais um pouco e vejo então um homem de barba loira, sentado elegantemente em uma poltrona de muito bom gosto. Seus cabelos, loiros como o meu, estavam arrumados também de forma elegante. Coloco a mão sobre meu cabelo para ajusta-lo e começo a falar.

-- É o Tommy, bem, pode parecer que sou uma mendiga.... – falei olhando para mim mesma. – -Mas não sou, Sou Anja, Anja Hoffman – não iria bombardea-lo logo de cara, precisava ver se ele iria me expulsar dali ou se estaria pronto para ouvir uma história muito mas muito louca mesmo.

O problema de estar toda  mau vestida pegaria muito mal, mais muito mesmo. Ele poderia me olhar com uma cara de nojo, me empurrar do prédio, atirar em mim, qualquer coisa. E por incrível que pareça eu não deixaria uma pessoa assim pisar no meu carpete, olhei para minhas botas, estavam horrivelmente sujas.

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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Baron em Dom Out 26, 2014 6:54 pm

Angel



Ela adentrou meus aposentos aos poucos. De início, acreditei fielmente que as batidas na porta tinham sido fruto da minha imaginação, contudo, seus passos começaram a se fazer presente e a porta, outrora destrancada por mim, começou a se mover bem devagar. A figura que se mostrou diante de mim era, de longe, inusitada. Eu não poderia imaginar que alguém como aquela mulher fosse aparecer no meu apartamento, ainda mais naquele estado.

Suas madeixas eram loiras. Possuíam uma tonalidade amena e agradável, digna de uma mulher cuja vaidade é levada a sério. Sua face emitia um brilho angelical e sucinto, talvez um ponto de ingenuidade fosse perceptível, eu não sabia dizer. Sua expressão era tímida e retraída, quase como se não quisesse estar ali ou, talvez, esperasse por algum perigo.As sardas em seu rosto lhe davam a aparência de uma menina sapeca, uma garota capaz de encantar qualquer pessoa e derreter o mais pétreo dos corações. Seus lábios completavam a obra-prima, encaixando-se perfeitamente em um rosto esculpido em carrara. Felizmente, ou infelizmente, seus traços de menina terminavam nesse ponto, pois seu corpo exibia curvas muito bem delineadas, com seios cuja fartura era considerável. Sua cintura agradaria aos olhos de qualquer varão, produzindo movimentos que hipnotizavam e causavam ardor no interior dos corações. Era uma mulher muito bonita, no fim das contas.

Ela, então, começou a falar. E quanto mais ela falava, mais parecia que ela tinha medo. Talvez fosse apenas uma sobrevivente daquela catástrofe ou, quem sabe, uma saqueadora. Fosse quem fosse, parecia estar procurando algo... ou alguém. Quando ela pronunciou meu nome, não pude deixar de pensar que ela estava ali provavelmente para me matar ou para extrair algum tipo de informação de mim. Meu pensamento rapidamente vasculhou cada centímetro da minha mente em busca de qualquer tipo de informação que pudesse ser usada por alguém. Infelizmente, não conseguia pensar em nada, porém, talvez alguém achasse que eu soubesse alguma coisa que valesse tudo aquilo.

Anja Hoffman. Esse era o nome daquela jovem. Anja. O nome condizia perfeitamente com ela, entretanto, Hoffman era meu sobrenome. Era o sobrenome da minha família. Era o meu legado, minha maldição. Ela mentia.Eu tinha certeza absoluta disso. Ela mentia descaradamente, provavelmente acreditando que eu iria conceber que ela era minha parente. Tola. Muito tola.
- Fico impressionado por você ter feito uma pesquisa tão profunda a meu respeito, "Anja", porém, sua estratégia não vai funcionar. Essa conversa de que você é minha parente não funcionará comigo, então, pode pular isso e partir direto para o real motivo de estar aqui... - disse, pousando os meus olhos, a essa altura irradiando raiva, na mulher. - ...Você veio para me matar ou extrair algum tipo de informação de mim? Talvez sim, talvez não. Mas eu te digo, você não devia ter vindo... foi um erro grave... - disse, irradiando prata na íris de meus olhos, criando em mim uma expressão um pouco mais tenebrosa.

Me levantei da poltrona e caminhei lentamente na direção dela. Minhas vestes balançavam elegantemente a cada passo que eu dava. Meus olhos fixos na face da moça. Uma face tímida e medrosa. Eu estava realmente irritado. Não apenas por tudo que havia acontecido, mas também por ter colocado meu sobrenome, minha identidade, naquilo. Ela sabia demais, ou pelo menos eu achava que sim.

Aos poucos ouro começa a cair no chão. De início, apenas partículas pequenas, porém, logo começaram a se juntar e a formar o tão famoso pó de ouro. Dentro de pouco tempo, toda a sala já estava tomada pelo metal. Cada fresta, cada móvel e, acima de tudo, cada entrada e saída do local.
- Eu sou o Barão. E se você tem algo para dizer, que diga agora.
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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Isadora Herondale em Dom Out 26, 2014 7:23 pm






Unbelievable, but we are the same family.




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O homem loiro estava parado em minha frente, me analisava com um olhar preguiçoso e acordado, parecia explorar cada parte do meu corpo. Levo a mão até o pescoço desconfortável. O que ele estaria pensando naquele momento. Uma mulher suja? O que uma mulher naquele estado poderia querer comigo? Talvez fosse mais uma dessas loucas que vem assaltar, ou até mesmo trazer uma informação.

Mas a calma e a preguiça com que ele me olhou foi substituída por um brilho de ódio, parecia que tudo de bom que havia visto nele tinha se despedaçado, seu rosto estava rubro de um ódio louco, suas Iris brilhavam e meu corpo se arrepiava de medo. Seguro em meu braço, eu mesma estava tentando me dar forças.

Meu corpo estava cansado, pra ser sincera a caminhada tinha sido muito longa, a runa tinha me ajudado, mas mesmo assim eu precisava de cama, precisava descansar e o pior é que tinha que tomar força para enfrentar meu interpreto primo. Eu não podia culpa-lo, eu também não aceitaria uma parente vindo assim do nada. Nem mesmo que ela fosse bonita.

Ele ainda com raiva e ainda elegante se coloca a andar, estava de frente a mim, sentia sua respiração quente e tudo ao nosso redor se transformar em ouro, dou um passo para trás ainda mais assustada. Então era por isso que era tão rico?  

Mordo os lábios com força e ergo a mão, a balançando para baixo -   Por favor, por favor deixe-me explicar Tommy... – .– gaguejei e olhei pro chão. – Baron! – tentei falar seu outro nome para ver se ele se acalmava mais, porém eu duvidava daquilo. Seus músculos estavam meio que visíveis,  a blusa o cobria mais o desenho estava ali, graças a sua respiração pesada de ódio.

Suspiro e lanço meu olhar para ele. – Eu sou Russa ... – tentei explicar. – Sou de Monique, assim como sua familia, minha familia! – alisei meu braço. – E pelo Anjo, não estou brincando, sou realmente sua prima, sou filha da irmã do seu pai. Baron, eu vim aqui... eu não sei porque eu vim aqui eu so sei que vim.... – coloquei a mão no bolso traseiro e peguei de lá uma foto, a mesma foto que me fez descobri da existência deles, olhei para ela, estava intacta. Dei um passo para sua frente o entreguei.

Eu sabia o que possuía na foto, meu pai o meu tio – o pai de Baron – e minha mãe. Todos estavam elegantes e sorriam. Estavam animados. – Eu vim porque... bem porque queria conhecer a minha familia. – levei a mão aos cabelos novamente.

Olhei em volta quase tudo estava naquele metal, meu coração não desacelerava, eu estava com tanto medo, daqui a muito pouco estaria tomada por aquilo, por isso o entreguei a foto tão medrosa, o simples toque dele me deixaria como o resto da sala.
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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Baron em Sex Out 31, 2014 11:11 am

Family



Anja cotinuava insistindo naquilo. A cada palavra que ela proferia, eu me irritava mais. Deixei que ela falasse apenas para que ela revelasse quem havia mandado ela até mim, porém, ela não o fez e meus planos foram por água abaixo.
- Você insiste nisso... - disse, mas não pude continuar, pois ela havia mencionado meu pai e sua irmã. Uma pessoa que ninguém, absolutamente ninguém, sabia que existia. Ninguém com exceção minha e de meu pai.

Em toda a sua vida, meu pai havia mencionado sua irmã apenas duas vezes. Ele disse que ela era uma tola apaixonada que havia sido iludida e agora buscava fugir de suas próprias escolhas. Eu nunca tinha conhecido ela, muito menos sabia que ela tinha uma filha. Se aquilo fosse verdade, aquela moça loira era minha prima.
- Família...? Ninguém sabia que meu pai tinha uma irmã. Isso não é possível... - disse, olhando para a jovem e percebndo algumas semelhanças com meu pai.
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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Isadora Herondale em Sex Out 31, 2014 11:45 am







Yep!






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Suspiro, senti que um peso imenso tinha começado a sair das minhas costas, então ele sabia de minha mãe e se sabia poderia realmente entender quem era eu. Pisco os olhos duas a três vezes e mexo nos cabelos.
-- Porque eu sou filha da irmã do seu pai, porque eu sou sua prima. – conclui exausta. - Seu pai foi embora e logo minha mãe se casou com o louco do Raphael que a proibiu de ter contanto com qualquer outro ser... – suspirei novamente e umedeci meus lábios com saliva. - Ele era um louco, ele a matou, tenho certeza... - conclui falando mais para mim de que para ele, mas no fim, o olhei um pouco menos assustada e me abracei, passando as mãos levemente sob as cicatrizes da estela.


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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Baron em Sab Nov 01, 2014 8:27 am

Karma



As palavras de Anja entravam por meus ouvidos, mas não havia interpretação para elas. Durante muito tempo eu achei que estava sozinho. Achei que minha família havia sido completamente extirpada. Eu havia me esquecido da irmã de meu pai? Não, eu tinha certeza que não. Eu já não falava mais com meu pai, quando recebi meus dons, então, não tinha como saber se sua irmã estava viva ou não.

Mesmo assim, eles viveram no anonimato. Eles viveram durante anos, fugindo e se escondendo de tudo e de todos. Não teria como eu saber o que havia acontecido nesse meio tempo. A verdade, que eu lutava tanto para negar, era que aquela moça poderia estar falando a verdade.

Sentei-me novamente em minha poltrona. Cocei minha barba enquanto analisava o que havia acontecido. O pó de areia ainda pintava o local com seu brilho dourado. Voltei minha atenção para Anja, com um olhar sério.
- Conte-me tudo. O que você sabe? O que aconteceu depois da fuga de sua mãe?
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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Isadora Herondale em Sab Nov 01, 2014 1:03 pm






Unbelievable


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Eu realmente não sabia compreender o que se passava na mente de Tommy, sinceramente o meu medo ia e voltava constantemente. Espero que ele absorva a informação ... mas antes que eu pensava ele já estava aposto, querendo mais informações querendo que eu contasse tudo e por Deus eu não sabia se estava pronta pra revelar o que teria que revelar.

-- Bem, Tom.. Baron, quando minha mãe saiu da proteção do seu pai, meu pai a prendeu. Compreende, usou o amor para mantê-la sobre seu domínio de um jeito menos áspero, aparentemente. - suspirei. - -Mas enfim, nesse meio tempo, seu pai foi embora, já estava cansado de tentar sem êxito falar com minha mãe e quando ele foi embora... .- fiz uma breve pausa, estava realmente exausta, desci minha mão lentamente pela calça até chegar na bota pegando a estela e continue falando. -- Não se preocupe, é so uma varinha .. não vou te machucar.. -proferir para ele, como se eu fosse capaz.

-- então quando seu pai foi embora ela descobriu que estava grávida! De mim e tudo, Raphael se animou logo, eu descobri a pouco tempo que ele fazia experiências nele mesmo para se tornar mais poderoso , injetava radiação de uma forma diferente, com outra substâncias que ele descreve como sangue de anjo, não sei bem .- proferi e olhei para meu braço e lentamente fui desenhando outra runa de cura, espera que essa me ajuda-se mais, e melhorasse a indisposição. - -mas quando ele viu que era muito velho para se adaptar aquilo resolveu testar em algo que estivesse em criação, e que absorvesse o máximo e bem, isso era eu. .- continuei a contar mais parei, eu não ia terminar aquilo, ele não queria saber daquilo.

-- Enfim, minha mãe morreu depois que eu nasci. Ou no parto. Enfim, eu sou sua única familia, viva, ao menos por enquanto. - pisquei os olhos.

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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Baron em Sab Nov 01, 2014 8:34 pm

Sadness



Enquanto ouvia os relatos de Anja, tentei imaginar tudo que havia acontecido. A fuga desesperada de minha tia; o terror por ser feita de refém e cobaia por aquele que um dia amou; o pavor que sentiu quando seu corpo perdeu as forçar e ela se entregou ao destino inevitável de todo ser vivo. Tudo o que me foi passado por Anja, ficou muito bem arquivado em minha mente. Eu estava pensativo e, de certa forma, entristecido, afinal, aquela moça parada na minha frente era um ser inocente, que fora feita de cobaia para fins malignos.

Foi nesse momento que Anja puxa algo que ela diz ser uma varinha. Muito embora não parecesse muito com aquelas varinhas de filmes hollywoodianos, ela parecia bem verdadeira.
- Então não sou o único afortunado na família... - disse, enquanto olhava para a varinha de Anja.

Estava óbvio que minha prima era uma mutante, ou havia sido induzida a se tornar uma. Ela com certeza havia conquistado poderes enquanto era usada como cobaia por seu maléfico pai, Raphael. Isso era bom e ruim, ao mesmo tempo. Era bom, pois eu pude perceber que talvez eu não fosse o único a ter de viver em um mundo onde as pessoas repetiam ciclos infinitos e dúbios. Era ruim, porque eu sabia que, muito embora Anja fosse uma jovem talentosa, ainda lhe faltava conhecimento e sagacidade.

Um vento leve soprou pela parte aberta de meu apartamento, deixando cair alguns pedaços de concreto e fazendo um barulho muito desagradável. Eu respirei fundo e, compreendendo tudo o que havia acontecido, usei minha manipulação para recolher o pó de ouro que estava no chão. Pouco a pouco ele foi se juntando na minha mão e sendo absorvido por meus poros, até não sobrar mais nada. Nesse momento fixei meu olhar em Anja.
- Você disse que veio conhecer sua família. Bem, aqui estou. Sou Tommy, seu primo. Agora me conhece. O que mais você deseja? Como pode ver, a cidade onde estamos sofreu um ataque e eu gostaria muito de saber quem o fez. - disse, olhando para a moça e abrindo os braços, convidando-a para olhar ao redor.


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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Isadora Herondale em Sab Nov 01, 2014 9:06 pm


Mapas do Acaso
Estamos no mesmo barco, ele ainda flutua.


As coisas parecia estar cada vez mais calmas, que dizer, ele agora compreendia que eramos sim da mesma família. Ele não tinha mais como negar, não depois do banho de informações que ele sofreu.

A runa estava me dando forças, me sentia agora curada, olhei para os braços, onde há algum tempo estava totalmente arranhado, agora estava muito bem.. Possuia apenas uma leve tira branca. Dou de ombros e olho para ele. O que eu diria agora? Diria que além de estar sem bagagem, meu dinheiro, cartões, tudo que me daria algum tipo de conforto tinha se perdido.

Pisquei rapidamente e olhei para o lado, pedaços do seu apartamento caíam, abraço-me e mordo os lábios.

- Bem, isso era antes.... - disse calmamente pensando no que dizer em seguida. - Antes de ser quase morta por bombas... - prosseguir. - Eu perdi tudo.... - disse para ele. - tudo que trouxe pra cá... - continuei falando. - Eu não sei, talvez pudesse me abrigar so por uns dias, so até a poeira abaixar, como vê eu também sou uma vítima e não uma causadora. - abrir também meus braços, mostrando o meu estado.


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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Baron em Seg Nov 03, 2014 9:14 am

Hate



Eu sabia que ela iria pedir isso. Família é sempre família. São parasitas que chegam sorrateiramente e, pouco a pouco, tomam tudo o que é seu. Anja não era diferente. Mesmo possuindo aquele rostinho lindo e uma voz doce, capaz de encantar qualquer pessoa, ela não me enganava nem um pouco. Estava na cara que ela não tinha para onde ir e agora que eu sabia que ela era membro da minha família, não podia deixá-la sozinha.
- Muito bem. Fique aqui comigo o tempo que achar necessário. - disse, me levantando e caminhando em direção a saída do apartamento.- Agora, se me der licença, irei averiguar a causa desse ataque. - disse, indo embora dali.


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Re: Edifício Baxter.

Mensagem por Isadora Herondale em Qua Nov 05, 2014 1:17 pm


Mapas do Acaso
Estamos no mesmo barco, ele ainda flutua.


Suspirei profundamente e me dirigi aos aposentos daquele lugar em busca de algo para vestir, algo, qualquer coisa, eu precisava trocar de roupa para so depois pensar.

FIM


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