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Aula 3 - Oliver

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Aula 3 - Oliver

Mensagem por Sattine Marshall em Dom Maio 11, 2014 12:26 am


“Onde estiver o teu tesouro, aí também estará o vosso coração..."
S.H.I.E.L.D. ♣ Magic Touch ♣ Midas!




In a land of Gods and Monsters... I was an angel...


Terceira Aula dos Atom (S.H.I.E.L.D.) - Investigação.

 Eu ia ter aula com a Harpia. Ok. Bem, não que eu estivesse lamentando nem nada a ausência de Barton. Certamente ele tinha alguma missão que precisava de sua atenção, mas era estranho habituar-se a alguém com quem não se tem muita familiaridade. Por falar sobre isso, familiaridade era o que eu menos tinha, no The Hub. A base da Shield para recrutas, era estéril, despretenciosa de tornar-se um lar. Um local passageiro, que deixava claro para nós que não ficaríamos ali por muito tempo. Bem, eu já havia concluído metade do processo. Com a ausência dos sentimentos conflitantes que me envolviam desde que Maria Hill me recrutara pessoalmente, eu já podia aproveitar o aprendizado. Bem, eu não podia negar que saber umas coisas ou duas sobre investigação e defesa pessoal seria útil. Principamente agora, que eu fora forçado a me tornar Agente da Shield, pra não ser preso.                
       Eu não tinha certeza se essa era a melhor motivação que um mutante poderia ter, mas também já não sabia mais se era apenas por aquilo que eu ainda estava ali. Bati de leve com minha caneta sobre a mesa da cadeira simples, de plástico e estofado reforçados. Com a perna direita cruzada sobre a esquerda, apoiei a cabeça com a mão livre enquanto esperava o resto dos recrutas. Pelo visto, eles não eram muito pontuais antes de serem recrutados. Inabalável, a Harpia mantinha-se calada, com uma expressão entre o taciturno e o simples tédio. Ela também já fora um dos alvos do meu antigo Blog, o Observatório Folks. Idiota colocar o sobrenome, eu sei. Mas Deus, eu era um hacker adolescente com mais habilidade pra quebrar códigos e criptografias que metade dos técnicos da SHIELD. Eu me achava. Melhor que eu com computadores, só mesmo Melinda, minha irmã adotiva. As habilidades dela beiravam o sobrenatural, o que me fazia desconfiar de quais seriam seus dons especiais. Não que eu tivesse certeza sobre ela ter algum, já que nenhum dos meus dois irmãos era humano. Um casal de gêmeos alienígenas. Como se minha vida não fosse bagunça o bastante. Notei que estava divagando quando a Harpia começou a aula, sem sequer se apresentar. Uma flor. Eu nem queria ver como era a Viúva Negra pessoalmente, depois daquilo. O assunto seria evidências. Seus tipos, e a forma como coletá-las do ejito certo.
   Confesso que inicialmente achei tudo um saco. Quando estava começando a ficar com sono, parando apenas para anotar os tópicos importantes, a Harpia entrou num tema que me chamou a atenção, particularmente. O cadáver. Tá, eu não sou mórbido nem necrófilo, ou algo do tipo. É só que em momento algum eu havia considerado que em alguns casos, os investigadores precisam mexer no corpo. Mexer. No. Corpo. Com um pouco de suor frio ameaçando escorrer, fiquei atento às explicações dela sobre o modo certo de mover e recolher evidências sem prejudicar a investigação. Imaginei que eu seria um dos peritos que prefere preservar as digitais e deixar o  trabalho com o cadáver para os forenses. A menos que eu não pudesse escolher. Irc. Preferi não pensar na parte de encontrar flúidos corporais, enquanto anotava essa parte. Medir a temperatura do presunto? Tudo bem. Por último ela nos ensinou os estilos de investigação que podem ser eficientes em cenas de crimes. Certamente que eu preferia o modo espiral, mas ter uma equipe para trabalhar junto não seria mal, também. Perdi uma parte ou duas, pois a loira falava rápido demais, mas creio que estava melhor que o recruta que havia caído no sono, e o outro que a fitava de maneira desesperada, totalmente perdido. Senti dó deles. Alguns tinham apenas dezoito anos, e nem pareciam saber o que estavam fazendo ali.
    Senti um arrepio pensando na S.H.I.E.L.D. como o tipo de organização que aliena seus recrutas, mas ninguém havia tentado lavar o meu cérebro, desde que eu entrara ali. Mesmo sabendo do meu passado, nenhum Vingador ou Agente havia sido desagradável. Eu devia dar crédito a eles. Até porque, a prisão com certeza era bem pior. Chegando ao fim da aula, fiquei atento para anotar as dicas que a Harpia estava nos passando. Eu arquivei em minha mente que precisaria praticar minha minuciosidade, se não quisesse deixar passar um monte de coisas importantes, num caso real. Senti que aquela era a última aula sobre evidências, e já pude provar um pouco da nostalgia. Minhas notas até agora haviam sido boas, e eu só precisava de alguns pontos para ser aprovado. Mas eu realmente queria que meu nome ficasse conhecido como um dos, senão o melhor, agente formado em minha classe. Se eu também fosse o único agente a se formar da turma, que assim fosse. Melhor ainda. Logo a Harpia nos presenteou com um teste, semelhante ao que o Gavião nos passara na aula anterior. Suspirei, guardando minhas anotações.

 - Mais uma prova? Ok... - cochichei desanimado, notando que a Harpia havia levantado a sobrancelha na minha direção. - Eya! Prova! - comemorei de mentirinha, com um sorriso amarelo e um pouco mais de empolgação. Ela ignorou-me, e segui em frente. Comecei a analisar as perguntas enquanto imaginava como diabos responderia a todas elas...

Teste:
1 - O que um perito faz durante a necrópsia de um corpo no laboratório?
Ele geralmente participa do processo, tirando fotos, filmando vídeos e coletando todo tipo de amostras e evidências adicionais, incluindo algumas provenientes dos órgãos principais da vítima, e outros tecidos.

2 - Porque os peritos embalam o corpo da vitima para levarem ao necrotério?
Pois é necessário preservas as evidências presentes no corpo da vítima, que podem ser danificadas com a exposição ao ambiente.

3 - Qual o nome do tipo de investigação em que os peritos fazem uma linha lado a lado e caminham em linha reta?
 Investigação Paralela.

4 - O que o perito faz antes de mover o corpo?
 Ele realiza pelo menos um exame visual, analisando o corpo e os elementos ao redor, sem tocá-lo. Só então ele interage com o cadáver.

5 - Dê um exemplo de como um perito pode descobrir a hora da morte da vitima?
 Analisando a presença ou não de insetos no local. Caso seja positiva a resposta, pode silicitar a ajuda de um entomologista forense, para determinar o horário da morte.

6 - Qual o objetivo da fase de coleta de provas?


7 - O que um perito faz quando recolhe um item da cena do crime?
 Ele preserva, etiqueta, registra e embala o mesmo, anexando-o ao registro da cena de crime.

8 - Qual o tipo de investigação em que o perito começa no centro da cena (ou no corpo) e trabalha para fora?
 Investigação em expiral externa.

9 - Dê 6 exemplos de materiais que podem ser coletados na coleta de provas.
  Cigarros usados, refeições parcialmente comidas, copos usados, toalhas de banho, talheres e garrafas de bebidas.

10 - Qual o tipo de investigação em que o perito começa no perímetro da cena do crime e trabalha em direção ao centro.
Investigação em expiral interna.

Dirigindo-me até a Harpia, entreguei-lhe minha avaliação e esperei pelo seu veredicto. Assim que liberado dos meus afazeres, rumei em direção à porta, para o meu dormitório.
 

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