Floresta de Kyoto

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Floresta de Kyoto

Mensagem por Steve Ditko em Qua Dez 19, 2018 7:32 pm



Floresta no Japão.
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Re: Floresta de Kyoto

Mensagem por Gilliard Vandavar em Dom Dez 23, 2018 8:29 pm

Can't stop, won't stop.


Caminhando pela redondeza em torno de Fírnen pra ter certeza que ele não seria achado por ninguém naquele lugar, mas não houve tanto pânico assim porque estávamos numa parte bloqueada para os humanos que passeavam por ali. Havia uma separação feita de madeira para quem quisesse passar, enquanto que nas outras direções eram partes mais densas da floresta e isso significava mais chances de perigos. Se ali era bloqueado poderia muito bem me dar melhor com a natureza, mas não havia tempo de pesquisar o ambiente porquê não havia quem cuidasse de meu corpo.

O dragão era verde, mas não era realmente útil suas escamas por não ser talvez comum um semelhante dele por aí. Minha consciência conseguia vagar um pouco pelo ambiente procurando pessoas ali por perto, me deixando mais confiante com o meu aliado seguro por hora. Alterando um pouco a busca que tinha para possíveis alimentos para um dragão adulto poder se recuperar melhor. Consegui captar um grupo de quadrúpedes e segui o rastro da forma mais cautelosa que podia devido a não conhecer a floresta.

Sem muitos problemas para me aproximar da clareia dos animais, girei minhas mãos na direção deles alterando certas propriedades do ar que eles respiravam para os deixar com sono. Não queria os matar sem que fosse necessário, mas não poderia deixar que Fírnen ainda tivesse de caçar em um local desconhecido enquanto eu poderia ajudar. Aquele lugar não favorecia propriedades para uma alimentação mais natural então por um período de tempo teria de contentar com isso. Com todos os animais desmaiados abri minha mão direita levantando o indicador e médio juntos, conjurei prata envolta de ambos juntos como uma lamina só.

Avançando contra cada um dos caídos e furando suas cabeças para os matar definitivamente já que não os carregaria pela floresta até o outro. Entre uma perfuração e outra, ouvi a voz dele “Gil, onde está?” Sorri e respirei fundo por ele ter acordado. Engoli em seco voltando ao que fazia e o chamei: - Siga minha mente, arrumei comida para você. - Quando enfim terminei de matar, tratei de juntar os corpos para mais perto de onde os encontrei. Logo Fírnen chegara e pude o ouvir resmungar algo sobre a caça diferenciada daquele lugar.

Dei de ombros: - Você só não conhece, para de enrolação e come. Precisamos sair daqui o quanto antes, essas escamas não vão se camuflar aqui pra sempre. - Uma concordância mental e me virei ouvindo os ossos quebrando e toda aquela sujeira que ele fazia. Apontei para a esquerda e avisei que havia um riacho para lá, desfiz a magia dos dedos lembrando do meu apelido “Argetlam”. Fazia pouco tempo, mas ao mesmo tempo muito só de pensar que talvez nunca mais voltasse pra Ellesmera. Não sabia se ele demoraria, mas com certeza aquela alimentação não era fácil de presenciar. Neguei com a cabeça lembrando da primeira vez que vi aquilo em um pesadelo de Durza quando ainda temia dragões e só protegia os ovos. Respirei fundo e voltei a investigar o local por possíveis frutas e similares utilizando da minha mente para procurar sem que meu corpo saísse do lugar. O dragão mesmo comendo ainda me tinha na vista então ficaria seguro pra procurar com mais atenção.

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Re: Floresta de Kyoto

Mensagem por Elerrian Greenleaf em Qui Dez 27, 2018 12:18 am


O Novo Mundo
 uma jornada inesperada.


Já havia se passado alguns dias desde que Elerrian foi jogada naquele mundo por uma fenda dimensional. Sua visão embora limitada, estava limpa e não mais turva. Seu corpo estava ágil e resistente como de costume. Durante os dias desde que chegou, a jovem elfa explorou uma boa parte da floresta, onde encontrou uma árvore gigante que a fez de ''lar''. O sol brilhava, a jovem estava se alimentando com lembas e algumas pequenas frutas enquanto observava de longe os seres daquele vilarejo em sua rotina. Seu arco recurvo, juntamente com seu suporte que carregava lembas, a pedra arken, adagas, flechas e sua flauta estavam pendurados em uma galha próxima a si. Graças a suas adagas, conseguiu manualmente fazer uma pequena toca entre as galhas grandes da árvore. Todos os dias, saia pra procurar pedaços de madeira e cascas, para fazer o piso e o teto. Galhos flexíveis  e resistentes de árvores menores eram feitos de cordas para deixar o piso e teto mais firme entre a árvore. As horas passavam rápido pois havia muito trabalho a ser feito, não sabia ainda como voltaria pra casa, então criava aos poucos um local para se esconder. Por fim após se alimentar levantou, pegando seu arco o colocando atravessado no corpo, e seus suporte com todos os seus pertences nas costas. Impulsionou seus pés, se jogando com braços levantados, segurando-se na galha da árvore mais próxima. Pulava e caminhava entre as galhas descendo até chegar ao solo.

Seu primeiro foi o riacho, onde lavou seu rosto e saciou a sede. Naquele dia, a elfa estava determinada a explorar ainda mais a floresta. A árvore de seu lar se localizava no centro. Então decidiu explorar os locais opostos ao riacho e vilarejo. Corria, impulsionando seus pés e subindo na árvore mais próxima. Era ágil, pois já estava familiarizada com o local. Após algumas horas andando através das árvores, voltou ao solo. Passando a caminhar pelo lugar ainda não explorado, seus sentidos notaram algo diferente ali. Mais alguém estava ali além dela. Seus olhos procuravam rastros ou qualquer coisa suspeita. Poderia ser alguém do vilarejo, pensou. Logo voltando rapidamente para as árvores e correndo entre as galhas para longe. Não arriscaria ser vista por ninguém, até descobrir onde estava pois nem mesmo o a linguagem daquele povo ela conseguia entender. Estava sozinha e não morreria antes de voltar para casa. Parou por alguns minutos, sentando-se sobre a galha grossa de uma árvore para respirar. Fechou os olhos, suspirando lentamente enquanto mapeava o local com sua visão. Seu foco era achar alguém do vilarejo ali próximo, olhava mais detalhadamente para aquela direção. Não havia nada, apenas muitas árvores e o som dos ventos passando entre as mesmas.

Durante o caminho de volta para seu pequeno lar, a elfa de cabelos avermelhados encontrou um pequeno animal de pelo marrom com alguns ferimentos, não conseguia se mover direito. No mesmo instante as galhas pequenas e cascas que havia em mãos para aumentar seu lar foram jogados no chão. Aproximou-se lentamente do animal e o pegou nos braços cuidadosamente. Seguiu até o riacho e tentou dar-lhe um pouco de água, passando a mão úmida sobre o local das patas que estavam machucadas e com sangue, tentando limpa-las. Voltou então para a sua árvore, segurando o animal em um braço e com o outro subindo lentamente. Finalmente em ''casa''  retirou seu arco e suporte com uma certa dificuldade, deixando-os de lado enquanto sentava-se. - Cuidarei de você pequenino. - Sussurrava, com um pequeno sorriso nos lábios. Dobrei as pernas e coloquei-o em meu colo cuidadosamente. Levando as mãos em meu suporte procurando a minha flauta de madeira com entalhes. - Tocarei uma música para você dormir. - Sussurrou mais uma vez, respirando profundamente, fechou os olhos e por fim tocou. Um sorriso em seus lábios surgiu, por segundos a elfa sentiu-se de volta ao seu lar, parecia que tudo havia sido apenas um sonho. Cada nota, fazia lembrar-lhe de sua infância, quando seu pai tocava estava música para ela durante a noite para que pegasse no sono. Ao finalizar, abriu os olhos e direcionou ao animal, estava mais calmo e confortável em suas pernas, os pequenos olhos fechados. Elerrian então deixou que ele adormecesse, encostando-se no tronco da árvore com um leve suspiro, deixando suas lembranças tomarem seus pensamentos por completo. Fazendo-a até esquecer que estava tão longe de casa.

NOTAS:  A ÁRVORE LAR.  O ANIMAL FERIDO.    


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Re: Floresta de Kyoto

Mensagem por Jack Kirby em Sex Dez 28, 2018 9:41 pm


ELFOS NA FLORESTA
Amigos indesejados



Gillian caminhava tranquilamente procurando algumas frutas ou qualquer coisa que pudesse ser usada de alimento para seu dragão, ou até mesmo para ele. A floresta estava calma até o momento em que o jovem elfo sentiu todo o ambiente mudar bruscamente. Mal havia chegado naquele lugar e Gillian sentiu a mais profunda perturbação mágica que já havia sentido na vida. Gillian sentiu uma sensação tão triste e melancólica como se metade da magia do universo houvesse sido aniquilada, enfraquecendo a todos que se comunicam com os meios mágicos. Um forte aperto no peito faz com que ele se ajoelhasse, segurando com força as suas vestes. Ao olhar na direção do dragão, o elfo vê que ele havia parado de comer e caminhara alguns passos para trás. Inpirou profundamente e soltou um forte rugido, com seu longo pescoço para cima.

Gillian então olha para cima das arvores e vê que centenas de pássaros voavam rapidamente dos arvores no mesmo sentido. De início o elfo pensou que o rugido de seu dragão os havia espantado, mas os pássaros voavam na direção de seu companheiro, fazendo-o voltar a analisar a situação. Mas antes que pudesse ao menos se levantar para se recuperar, Gillian olha para cima e vê que metade dos pássaros viraram pó e desapareceram. Ao olhar para a floresta o elfa vê um grupo de cervos correndo uma colina abaixo, mas, assim como os outros animais, metade destes também estavam desaparecendo. Com um temor ele volta seus olhos para seu dragão, no temor de que seu amigo desaparecesse diante de seus olhos. Felizmente o dragão apenas respirou fundo e, mesmo com um olhar estranho para Gillian, caminhou até próximo do elfo, abaixando sua cabeça, como se estivesse feliz que o amigo também não havia desaparecido. (interprete isso com em seu post)

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Elerrian caminhava em linha reta por um fino galho de um imenso carvalho. Mais alto do que grande parte das arvores da região, era possível ver grande parte do bosque de onde a jovem elfa caminhava. Ela vislumbrava a linda visão que tinha daquela floresta enquanto mastigava uma suculenta maça que havia pego a alguns minutos, antes de dropar até o alto galho do imenso carvalho. O som da natureza daquele lugar era música aos ouvidos de Elerrian, que por vezes fechava os olhos para se concentrar em todos os sons que a floresta emitia. Porém, assim que a elfa estava quase no fim do longo galho de carvalho, todos os seus sentidos pareceram gritar e depois doer em cada parte de seu âmago.

Elerrian escorrega ao colocar suas mãos na cabeça, tentando suportar a dor forte que havia sentido. Por sorte ela consegue ser rápida o suficiente para se segurar no forte galho com uma das mãos. Com força, uma respiração funda e muito foco, a jovem consegue se segurar forte e não cair da imensa altura. Ela então vê(assim como Gillian) milhares de criaturas se desfazerem como pó em segundos. Pássaros, cervos, ursos, coelhos, lebres, raposas. Todos os sons que traziam alegria para o coração da elfa agora estavam em silencio e só deixavam para trás um sentimento de profunda solidão. Elerria não consegue conter as lagrimas que escorrem pelo seu rosto copiosamente. Não havia maneiras de expressar a sua tristeza e, o pior de tudo para ela é desconhecer completamente o que poderia fazer algo tão horrível.(interprete isso com em seu post)

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Gillian se recuperava daquele horrível momento mas algo o inquieta novamente. Alguns minutos após o desaparecimento dos animais, uma leve perturbação mágica o incomodava. Agora a alguns passos distante de seu companheiro, Gillian houve um pequeno ruído e quando se vira, bruscamente, um bola de energia mágica o arremessa a metros de distância. ele bate com a cabeça em um tronco de uma arvore e cai desorientado. Quando consegue se dar por si, viu que cerca de 6 homens prendiam seu amigo com o que parecia ser laços mágicos. Um deles começa a criar um imenso portal encima do dragão, mas com um forte movimento, Fírnen, abre uma de suas asas e arremessa 2 dois seus inimigos para longe. Ele então consegue abrir as asas e tenta iniciar um voo para fugir do centro dos inimigos, pois os mesmos haviam lhe cercado de todos os lados.

Quando tentou alçar voo, Fírnen é golpeado por uma rajada mágica de um dos inimigos, o qual realiza um grande salto e pousa nas costas do dragão. Ele então conjura um grande laço mágico e o prende no pescoço do dragão, tentando controlar seus movimentos. Fírnen voa por entre as enormes arvores da região, batendo contra várias delas, deixando um rastro de destruição por onde passava. Gillian se levanta, se recuperando do golpe na cabeça, e vê que todos os magos que haviam atacado seu companheiro corriam na direção do rastro de destruição. Eles conjuravam portais que os lançavam a vários metros a frente, vez por vez, conseguindo acompanhar a travessia de destruição da fera. Gillian se levanta e corre na direção na qual o dragão voou.

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Elerrian consegue subir novamente no galho que estava pendurada, fugindo de uma longa queda. Ela sacode as vestes e respira fundo, se recuperando do risco que havia levado. Mas assim que ela olha para frente, após ouvir um barulho de galhos se quebrando, a jovem elfa arregala seus olhos ao ver um dragão indo em sua direção. Ela consegue se esquivar antes que o dragão a levasse junto com o resto do imenso galho de carvalho que agora havia virado dezenas de pedaços de madeira.

O dragão cai de costas para o chão e a elfa vê que um homem salta das costas do animal antes de ser esmagado contra o solo. Ele então golpeia uma das asas de Fírnen e faz com que o dragão saltasse para trás, batendo com sua cabeça num enorme tronco de carvalho, o desequilibrando pelo impacto. Elerrian então vê mais 5 homens chegarem pela floresta e irem na direção do dragão. O homem que havia saltado das costas do dragão e outros três criam imensos laços mágicos e seguravam as extremidades do animal. Os outros dois homens que sobraram agora ficavam de costas, fazendo a segurança de seus companheiros.

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Gillian chega até próximo do local onde os estranhos estavam cercando o seu amigo, tentando cansá-lo para assim o levá-lo pelo portal, novamente. Eles estavam pouco mais de 50 metros e ainda não haviam visto Gillian, que se escondia por detrás de uma árvore.

Elerrian ainda estava no pequeno pedaço que havia sobrado do enorme tronco do carvalho, o qual havia sido destruído pela colisão com Fírnen.

Inimigos:

mensagem ao viajante:


Objetivo 1: Interpretar brevemente o momento em que os animais morreram;

Objetivo 2: Salvar Fírnen;
2.1_ Vencer os dois inimigos que estão fazendo a proteção;



Duplinha, essa fase inicial eu vou dando umas dicas e mandando umas informações pra vcs, só pra gente alinhar o estilo de post com vcs e pra vcs entenderem bem o sistema do fórum. blz?

Se tiverem dúvidas sobre lançamento de dados e sobre o sistema, é só dar um grito pra mim. Minha outra conta é o Francisco tmb.

Vocês podem começar já fazendo dois movimentos de combate, na hora em que forem lutar com os inimigos. Só apontem para mim quantos pontos vocês irão usar de energia e conhecimento, e separem os movimentos em 1º e 2º, blz?



////////////////////////////////////////////

Gilliard Vandavar: Natureza Élfica Superior
Valor dos dados por movimento: Nível 1 - 1d2
HP: 10/10
E: 7/7 (vezes que pode usar seu poder)
C: 2/2 (vezes que pode usar sua perícia)
ATK: 1
DEF: 1
Itens: Nenhum

#turno 1

Poder:
✦  Natureza Élfica Superior: Beleza natural e sentidos aguçados são efeitos colaterais da energia magica que flui no corpo de todos da raça élfica. Mas seu verdadeiro talento é o conhecimento e sua pratica com a Língua antiga, que é usada para invocar a magia utilizando a energia no corpo. Embora com alguns limites a Magia tem grande flexibilidade quando se trata do que pode fazer, entretanto é necessária cautela, pois ultrapassar os limites da magia pode destruir o corpo ou a alma, em alguns casos os dois, nascendo assim um espectro. Embora a Língua antiga seja necessária para a magia, alguns seres como os dragões podem moldar a energia dentro da própria mente, sem usar palavras, uma pratica perigosa. Para adquirir tal habilidade, deve-se passar por uma situação de perigo extrema e olhar para o abismo da própria alma. (No caso de Giliard, Ele adquiriu essa habilidade e usou para escapar de Durza, ainda tem delírios com o que aconteceu.)
Perícia:
✦  CONHECEDOR DA MAGIA: Não necessariamente o personagem irá saber usar poderes mágicos, ou controlar energia mágica, mas irá conhecer, devido a longos anos de estudo, cada tipo de feitiço, língua mágica, símbolo místico ou qualquer coisa relacionada à magia.
desvantagens:
✦  MARCADO - Você possui uma marca de nascença, uma marca de batalha ou alguma marca que o torna inconfundível. (Pequena queimadura no formato de uma pata de animal pelo primeiro contato com o dragão.)

✦  DELÍRIO - Algo perturba sua mente ao anoitecer e vez ou outra você se pega vendo coisas. (Depois de ser capturado por Durza e perder os ovos de dragão que protegia, o mesmo fora tortura de maneiras físicas e mentais pelo espectro. Apesar de resgatado alguns anos depois pela nova promessa como cavaleira de dragão, as dores e os pesadelos ainda estavam presentes em sua mente como uma marca permanente não apenas daquela estadia torturante, mas daquele espectro sempre perto acompanhando sua desgraça. Algumas coisas ainda voltam em sua mente como pesadelos, ou devaneios dos ovos ainda sob sua proteção, ou a falsa presença de Durza te observando.)

✦  PONTO FRACO - Você possui um ponto fraco que ao ser atingido lhe causa um dano maior e bastante dor. (Seu dragão Fírnen, há uma conexão física e mental entre ambos em que um sente os pensamentos e sensações do outro. O humano pode viver sem seu dragão, mas não o contrário.)

////////////////////////////////////////////

Elerrian Greenleaf: Sentidos aguçados.
Valor dos dados por movimento: Nível 1 - 1d2
HP: 10/10
E: 3/3 (vezes que pode usar seu poder)
C: 1/1 (vezes que pode usar sua perícia)
ATK: 4
DEF: 2
Itens: Nenhum

#turno 1

Poder:
✦  Sentidos aguçados. (Principalmente visão, consegue enxergar a quilômetros de distancia, audição avançada.)  
Perícia:
✦  Pontaria. (Principal arma é o arco e flecha, graças a sua visão aguçada nunca errou seus alvos.)
desvantagens:
✦ Delírio. (Em uma de suas primeiras batalhas na terra média, viu um de seus melhores amigos morrer para defende-la de um orc, escapou com graves ferimentos. E até os dias de hoje durante a noite lembra-se dos poucos minutos antes de seu amigo morrer, nunca esqueceu da visão do orc. Algo que a perturba sua mente e a faz enxergar o orc como se estivesse perseguindo-a.)


Inimigos:

Mago 1
nível 1
hp: 5
exp: 5
dano: 2d2


Mago 2
nível 1
hp: 5
exp: 5
dano: 2d2

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Re: Floresta de Kyoto

Mensagem por Gilliard Vandavar em Sab Dez 29, 2018 1:33 am

Can't stop, won't stop.


Sabendo que era um ambiente novo, ter confiança que as frutas, ou o que eu encontrasse eram comestíveis seria uma dúvida, mas antes conseguir encontrar e depois me preocuparia em saber se poderia comer. Com o dragão se alimentando poderia confiar que ele ficaria mais tranquilo em levantar voo e sumir de vista um pouco, me incomodava ter ele em solo desconhecido por tanto tempo. Mas não podia culpá-lo, eu sentia o mesmo que ele, algo naquele lugar não parecia próprio para nós.  

Em meio aos passos cautelosos senti uma perturbação no ambiente, engoli em seco olhando envolta já imaginando que fosse relacionada ao Fírnen, talvez uma floresta mágica que negasse a presença do dragão, mas foi pior que isso. Foi tudo muito rápido como se eu não conseguisse mais respirar depois da sensação de dor, era como se eu estivesse sendo despedaçado internamente. Abria a boca tentando respirar e parecia que só conseguia sufocar como se tivesse perdido a habilidade de respirar, mas não por culpa de algum experiente em magia.

Aquilo era uma lembrança ruim de tempos de necessidades, mas só conhecia migalhas daquela sensação, aquilo era enorme. Cai de joelhos apertando minha roupa tentando manter o coração batendo mesmo sem sentir o ar pra respirar, toda aquela perda de uma só vez não era natural e me parecia impossível de ocorrer até mesmo com Galbatorix em mente. Fírnen me chamava, mas eu não o respondia, e então ele entendeu o que aconteceu. Foi como se ele tivesse perdido o apetite, se afastando da carne e soltando um rugido para cima, como um funeral para todas as vidas que sumiram.

Como se não bastasse sentir, logo comecei a ver as coisas acontecendo sem conseguir sequer me recuperar. Pássaros voando depois do rugido, rapidamente metade desaparecendo, alguns dos cervos mais afastados dali também corriam pelo local e foram perdendo membros do grupo. Tudo aquilo era trágico e doloroso demais, e dadas as circunstâncias do que víamos pensei que um de nós fosse sumir também. O outro entendeu a preocupação assim que eu acabara de pensar e mesmo sem acontecer já conseguia imaginar aquilo me quebrando por completo pela separação da minha metade.

Não queria viver sem ele naquele mundo estranho, não aguentaria sentir a perda dele daquele jeito. Senti a respiração travada com o medo de perder ele, que me surpreendi em ter voltado a respirar e não ter notado antes. Quando dei por mim, Fírnen se aproximou abaixando sua cabeça e me permitiu abraçá-lo como consolo daqueles animais. Não queria mais pensar em perder ele e focar nos outros era horrível, mas terrivelmente menor dolorido do que ficar sem ele. Aquelas escamas me deixavam mais calmo com a sensação dele comigo, meus olhos lagrimejaram pensando em como a floresta aguentaria aquela perda repentina, ainda mais sem eu conhecer a causa daquilo.

Me permiti abraçar sua cabeça até aquele peso da perda diminuir, me tranquilizar que realmente ele não sumiria, ou a mim e que de alguma forma aquele evento não nos afetara. Apesar disso algo ainda estava errado, me afastei dele percebendo alguma coisa estranha, menor do que antes, mas ainda assim mágico. Então uma olhada e outra para o local, acabei por ouvir um ruído, mas já era tarde, pois quando me virei recebi uma esfera de energia que me arremessou até uma árvore. Ouvi o grito do outro em minha mente, primeiramente de preocupação, mas em seguida era para ajudar, algo acontecia.

Vultos do ambiente, um impacto no peito e a visão embaralhada enquanto tentava me levantar. “Estou bem, saia daqui.” Respondi assim que consegui focar no grupo tentando prender ele com laços e o levar através de um portal. O ar parecia realmente o local mais seguro pra ele, que eu lidasse com todos eles pra ele ficar seguro. Haviam cercado ele e enquanto tentava levantar pra ajudar percebia que realmente precisava tirar ele do chão, pois a abertura de asas conseguiu afastar alguns dos inimigos, mas não todos.

Enfim ele conseguiu levantar, apesar de golpeado com magia que um deles realizara para subir em seu dorso. Me desequilibrei de joelhos e tombei para a esquerda sentindo a dor no ombro direito do impacto da energia. Senti o enforcamento dele como se fosse realmente meu, me esforcei pra levantar a tempo de ver o dragão entre as árvores deixando um rastro de destruição pela tentativa de fugir do grupo. “Não desista.” Tentei avisar ele que não desistisse ainda, pois iria atrás dele.

Acompanhei de forma retardada os outros atrás do dragão, respirei fundo controlando o que eu sentia por mim mesmo e tentar um outro caminho para seguir Fírnen. Tratei de correr pela lateral da “estrada” feita bruscamente, correndo entre as árvores e saltando antes de qualquer desnível de terra, ou pedras no caminho. Ele não aguentaria muito contra seis sozinho e meu pescoço me avisava a forma em como ele tinha sucesso em fugir dadas as apertadas que recebia.

Engolir em seco não ajudava mais quanto antes, pois percebi que ele caíra e apesar de não ouvir o grito final, sentia a necessidade de me apressar mais do que nunca. Respirei fundo e abandonei a lateral apenas, querendo avançar em linha reta até que pudesse vê-lo e o resgatar daqueles idiotas. Apertei meu peito sentindo meu braço doer, senti ele chorar com a asa atingida e então outro golpe corporal. Meus olhos quase transbordando de raiva com aquilo, e então pude ver ele sendo novamente atacado pelo grupo.

Não segui direto para ele ainda, me direcionei para a o canto da destruição de Fírnen me escondendo um pouco e tentando agir da melhor forma. “Estou aqui, vou te salvar.” Recebi uma apressada dele seguida de um resmungo com os puxões de laços que lhe davam. Quatro estavam usando laços e dois deles estavam tomando conta, como se preparando para abrirem o portal e era quem eu deveria lidar primeiro. Afastei o indicador do médio na mão direita e conjurei a prata envolta deles como antes, mas dessa vez mais maleável porque iria atirar.

Respirei fundo sentindo o ar e o ambiente percebendo se haveriam fatores externos para atrapalhar o caminho dos projéteis. Considerando a magia talvez parecida com a minha, mesmo sendo monstros e não elfos como eu, encantei os dedos com um disfarce mágico para que eles não consigam perceber nenhum tipo de presença vindo e pudesse acertar perfeitamente aquela dupla. Com a ausência desses fatores, girei o braço e atirei os projéteis de prata contra os dois agressores de costas. Precisar ser rápido para ajudar Fírnen e usar o ambiente ainda não podia um recurso comum depois da perda, tinha de considerar que eles talvez tivessem relação com o ocorrido.

Código:
Movimento 1: Encantar os projéteis para ficar indetectáveis. (não que eles fizessem barulho, mas só precaução mesmo)

Movimento 2: Atirar dois projéteis de prata na nuca da dupla virada de costas, um em cada nuca.

Notes: MUITO PUTO  Tagged: Fírnen e SEIS FILHOS DA PUTA Wearing: Aqui
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Re: Floresta de Kyoto

Mensagem por Excelsior em Sab Dez 29, 2018 1:33 am

O membro 'Gilliard Vandavar' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 '1D2' : 2

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#2 '1D2' : 1

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EXCELCIOR!


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Re: Floresta de Kyoto

Mensagem por Elerrian Greenleaf em Sab Dez 29, 2018 12:32 pm


O Novo Mundo
 uma jornada inesperada.


{OFF DICA: Play na música antes de começar a ler. <3}

Naquela nova manhã, tudo esta perfeitamente calmo como de costume. A elfa de cabelos avermelhados, já estava se acostumando com a nova floresta que virou o seu lar. O pequeno animal que cuidou na noite anterior já havia melhorado, mas por algum motivo gostou de ficar na sua pequena cabana sobre a grande árvore. Elerrian, degustava de uma maça que havia colhido recente, enquanto andava delicadamente sobre um galho mais fino de uma árvore. A visão da floresta e a tranquilidade a faziam lembrar-lhe de sua terra, com um sorriso em seus lábios. O arco atravessado ao corpo juntamente com o suporte de flechas e outros pertences permitiam que suas mãos ficassem livres para caminhar entre as árvores. Entretanto, a calmaria da floresta não durou muito, algo perturbou a floresta intensamente, tanto que soltou a maça, colocando as mãos em seus ouvidos e fechando os olhos. Seus sentidos estavam sendo perturbados e bagunçados, tenta abrir os olhos, mas sua visão estava turva, seus pés consequentemente escorregaram, mas por ser ágil conseguiu segurar com apenas uma mão a galha. De olhos abertos e com uma dor insuportável, Elerrian olhava para os lados, piscando os olhos várias vezes tentando fazer com que sua visão voltasse ao normal. Respirou profundamente, levou a outra mão na galha e forçou os braços puxando-a para cima.

Sua visão voltara, mas naquele exato momento preferiu estar turva. Os animais estava morrendo, sumindo de seus olhos, aquela com certeza era a pior imagem que já havia visto. Seus olhos não contiveram as lágrimas, nada daquilo fazia sentido. O som de seu lar havia sumido, deixando apenas um vazio que predominava tristeza. Um pedaço da elfa morreu ali mesmo, e seus olhos fechados por alguns segundos apenas a chorar. Abriram-se no instante em que sentiu a terra tremer, um dragão estava vindo em sua direção. Desviou para não ser levada, descendo por entre as árvores até parar em uma galha que ficava mais próxima do dragão que estava caído. Não sabia como aquele ser estava ali, tirou seu arco do corpo e o posicionou a sua frente, levemente inclinado. Não fez nenhum ruido sequer, delicadamente pegou uma flecha e apontou para o dragão com o objetivo de acerta-lo. Mas espere, algo mudou. Seus olhos se arregalaram ao ver que aquele ser gigantesco estava sendo machucado por homens que utilizavam de magia. Havia muitos deles, a maioria ao redor do animal tentando leva-lo para algum lugar.

''Preciso solta-lo.'' Pensou a elfa, direcionando sua visão para os dois homens que estavam fazendo a guarda do dragão. Estou o braço, puxando a flecha entre os dedos, estava pronta para atirar. Parou, alguém havia atacado aqueles homens, também com magia. Deslizou então seus pés entre as árvores subindo rapidamente para não ser vista. Com visão das costas do dragão, atirou mais duas flechas, desta vez em direção aos magos que prendiam a criatura que sofria. Seus olhos de cima das árvores procuravam o outro mago que havia atacado aqueles homens maldosos. Surpresa, viu um rapaz loiro que escondia-se. Nunca o viu antes, e não sabia como ele possuía magia, mas seus olhos notaram que estava em desespero para soltar aquela criatura, e que tinha orelhas pontudas como as suas '' Ele é elfo?'' pensou. Mas isso agora não importava, ele estava machucado, e não conseguiria resgatar a criatura sozinho.  Seus pés então escorregaram entre as galhas, com saltos leves para não ser notada. Pois possuía muita leveza e habilidade de caminhar entre árvores. Desceu o mais próximo que as galhas permitiam do rapaz loiro. Agachando-se e mirando com seus olhos estreitos contra os magos que estavam de guarda, atirando duas flechas simultâneas em direção a seus olhos.

Ações:
Movimento 1: 1E Atirar contra os magos que prendem o dragão, usou Sentidos aguçados (Visão)
Movimento 2: Cegar os inimigos de guarda [Ação comum]


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Re: Floresta de Kyoto

Mensagem por Excelsior em Sab Dez 29, 2018 12:32 pm

O membro 'Elerrian Greenleaf' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 '1D2' : 1, 1

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#2 '1D2' : 1

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Re: Floresta de Kyoto

Mensagem por Jack Kirby em Qua Jan 02, 2019 3:20 pm


ELFOS NA FLORESTA
Amigos indesejados



Gillian e Elerrian iniciam seus ataques juntos. Mesmo não se conhecendo a índole dos dois Elfos falou mais alto e ambos sabiam que o certo a se fazer era salvar o pobre dragão. Enquanto Gillian encantava seu ataque, Elerriam rapidamente lança disparos de flecha na direção dos magos que prendiam a fera. Ao mesmo tempo Gillian atacava seus inimigos por trás, utilizando sua magia, enquanto Elerrian lançava mais um ataque nos inimigos, na intenção de cega-los. Gillian consegue atingir seus inimigos nas costas, chamando sua atenção e, assim que os dois inimigo viraram na direção do elfo, as flechas de Elerrian perfura seus olhos em cheio, fazendo com que ambos caíssem se debatendo, enquando o sangue deles espalhava-se pela terra macia a úmida da floresta.

Nível UP!:

ambos jogadores subiram de nível
escolham onde querem colocar seu ponto extra: Energia, Conhecimento, ATK ou DEF

---------------------

Neste momento dois dos magos que estavam prendendo o dragão e foram atacados pelas flechas de Elerrian soltam suas cordas mágicas e mais uma vez o dragão consegue se desfazer de suas amarras. Fírnen usa suas asas para lançar uma rajada de vento aos seus pés, lançando uma forte onde de ar contra todos ao seu redor. Isso foi suficiente para que o magos perdessem o equilibrio e mais uma vez soltassem o dragão de sua emboscada.

Fírnen então alça voa e rapidamente voa na direção de Elerrian e Gillian. O dragão os cata com suas garras e os leva as alturas da floresta, indo pelas nuvens o mais rápido que podia para fugir do perigo. O dragão arremessa os dois elfos para cima e gira seu corpo, fazendo com que ambos caíssem sobre suas costas.

Inimigos:



mensagem ao viajante:


Vocês terão um turno para se conhecerem, pois achei válido este tempo para que seus perosnagens interajam, antes que continuemos a narração. BLZ?

Então postem agora sobre a situação que passaram, não precisa ser nada muito extenso, isso fica a cargo de vcs. se quiserem só falar "oi", ou se quiserem começar um diálogo, daí é com vcs.

Vou esperar esse turno e já posto em seguida a continuação na narração. Enquanto isso decidam onde querem colocar o ponto que ganharam por subirem de nível.



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Gilliard Vandavar: Natureza Élfica Superior
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C: 2/2 (vezes que pode usar sua perícia)
ATK: 1
DEF: 1
Itens: Nenhum

#turno 2

Poder:
✦  Natureza Élfica Superior: Beleza natural e sentidos aguçados são efeitos colaterais da energia magica que flui no corpo de todos da raça élfica. Mas seu verdadeiro talento é o conhecimento e sua pratica com a Língua antiga, que é usada para invocar a magia utilizando a energia no corpo. Embora com alguns limites a Magia tem grande flexibilidade quando se trata do que pode fazer, entretanto é necessária cautela, pois ultrapassar os limites da magia pode destruir o corpo ou a alma, em alguns casos os dois, nascendo assim um espectro. Embora a Língua antiga seja necessária para a magia, alguns seres como os dragões podem moldar a energia dentro da própria mente, sem usar palavras, uma pratica perigosa. Para adquirir tal habilidade, deve-se passar por uma situação de perigo extrema e olhar para o abismo da própria alma. (No caso de Giliard, Ele adquiriu essa habilidade e usou para escapar de Durza, ainda tem delírios com o que aconteceu.)
Perícia:
✦  CONHECEDOR DA MAGIA: Não necessariamente o personagem irá saber usar poderes mágicos, ou controlar energia mágica, mas irá conhecer, devido a longos anos de estudo, cada tipo de feitiço, língua mágica, símbolo místico ou qualquer coisa relacionada à magia.
desvantagens:
✦  MARCADO - Você possui uma marca de nascença, uma marca de batalha ou alguma marca que o torna inconfundível. (Pequena queimadura no formato de uma pata de animal pelo primeiro contato com o dragão.)

✦  DELÍRIO - Algo perturba sua mente ao anoitecer e vez ou outra você se pega vendo coisas. (Depois de ser capturado por Durza e perder os ovos de dragão que protegia, o mesmo fora tortura de maneiras físicas e mentais pelo espectro. Apesar de resgatado alguns anos depois pela nova promessa como cavaleira de dragão, as dores e os pesadelos ainda estavam presentes em sua mente como uma marca permanente não apenas daquela estadia torturante, mas daquele espectro sempre perto acompanhando sua desgraça. Algumas coisas ainda voltam em sua mente como pesadelos, ou devaneios dos ovos ainda sob sua proteção, ou a falsa presença de Durza te observando.)

✦  PONTO FRACO - Você possui um ponto fraco que ao ser atingido lhe causa um dano maior e bastante dor. (Seu dragão Fírnen, há uma conexão física e mental entre ambos em que um sente os pensamentos e sensações do outro. O humano pode viver sem seu dragão, mas não o contrário.)

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Elerrian Greenleaf: Sentidos aguçados.
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ATK: 4
DEF: 2
Itens: Nenhum

#turno 2

Poder:
✦  Sentidos aguçados. (Principalmente visão, consegue enxergar a quilômetros de distancia, audição avançada.)  
Perícia:
✦  Pontaria. (Principal arma é o arco e flecha, graças a sua visão aguçada nunca errou seus alvos.)
desvantagens:
✦ Delírio. (Em uma de suas primeiras batalhas na terra média, viu um de seus melhores amigos morrer para defende-la de um orc, escapou com graves ferimentos. E até os dias de hoje durante a noite lembra-se dos poucos minutos antes de seu amigo morrer, nunca esqueceu da visão do orc. Algo que a perturba sua mente e a faz enxergar o orc como se estivesse perseguindo-a.)


Inimigos:

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Re: Floresta de Kyoto

Mensagem por Gilliard Vandavar em Sab Jan 05, 2019 2:16 pm

Can't stop, won't stop.


Em meio aos meus ataques pude perceber outra leva de projéteis contra os magos. Me senti receoso demais com eles depois daquele primeiro momento que claramente me fez pensar demais antes de reagir com força. Agradeci parcialmente por haver uma ajuda fantasma contra aqueles seres de pura maldade contra alguém diferente do mundo deles. Não sabia como era esse mundo, mas se tratavam um dragão daquele modo me ignorando por completo só podia significar que não existiam cavaleiros de dragões ali. Logo o interesse era em ter o dragão e exclusivamente ele para ser usado em fins maléficos desde escravismo até mesmo experiências.

Cumprimentei Fírnen mentalmente por ter conseguido se soltar daqueles magos e enfim começar a levantar voo para começar a voar sem amarras. Meu peito parecia que não respirava havia séculos com a pressa que respirava e avisava pra ele ir enquanto cuidaria dos magos. Sem resposta do outro senti a lufada de ar, a violência que ele avançou até onde estava e então percebi que havia outro resgatado. Arregalei os olhos já imaginando que seria aquela ajuda fantasma e logo recebi novamente as palavras em minha mente. “Ela atirou contra aqueles caras também e de alguma forma ela é mais parecida conosco do que outro ser nesse mundo.”

Suavizei o rosto me deixando curioso sobre o que ele queria dizer com aquilo e se o mesmo conseguiria falar com ela sem mim. O voo depois da pegada foi tranquilo sem mais ataques, ou invasivas inicialmente então poderia ser bom nos conhecemos melhor assim. Fírnen começou falando com seus dois passageiros e enquanto isso me levantei na cela e me sentei de frente para a jovem. Suas orelhas a denunciavam como elfa e estendi a mão para cumprimentar a mesma junto do pensamento do dragão nos apresentando: “Obrigado pela ajuda, somos Fírnen e Gilliard.”

Confirmei com a cabeça e segui depois de abaixar a mão para segurar na cela: “Eu sou um cavaleiro de dragão, nós somos um e temos um elo mágico envolvendo nossos corpos, mentes, almas.” Respirei fundo percebendo com mais atenção nas roupas dela reconhecendo algum resquício de trabalho manual específico dos elfos e alguns detalhes nas armas que eu desconhecia ser. Subi o olhar para seu rosto e a questionei: “Nós não somos do mesmo mundo e nem desse também, suas armas mostram isso então pode falar conosco mentalmente que é mais seguro.”

Olhei pra baixo um pouco e engoli em seco, Fírnen resmungou alguma coisa e então me empurrou com as costas da pata. Suspirei sorrindo e levantei o olhar coçando a nuca sem graça de perguntar e não querendo saber realmente essa resposta, mas sendo da mesma raça poderíamos ter algumas habilidades parecidas. “Você sentiu mais cedo? Aquelas mortes das criaturas virando pó pela floresta toda e sua energia sendo danificada?” Me incomodava saber que haveriam quem se aproveitasse disso, mas em parte me tranquilizava que outros também passavam por aquilo. Mesmo que fossemos de mundos diferentes, talvez uma ligação com a natureza nos unisse para conseguirmos voltar.

Ela não parecia uma elfa da floresta com ligações físicas como coloração da pele diferente, ou então formas distorcidas pela natureza. Parecia uma humana com poderes como ele, mesmo que tenhamos poderes, orelhas pontudas e claramente uma natureza superior à dos humanos. Poderia ter feito aquelas lâminas e o arco, provavelmente até mesmo trabalhava com esse tipo de trabalho. A longo prazo qualquer tipo de ajuda nesse ramo seria de grande ajuda para construir uma base mais segura que as opções que a natureza possa oferecer.

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Re: Floresta de Kyoto

Mensagem por Elerrian Greenleaf em Ter Jan 08, 2019 5:47 pm


O Novo Mundo
 uma jornada inesperada.


{OFF DICA: Play na música antes de começar a ler. <3

A elfa de cabelos avermelhados, admirava o dragão levantar voou após se desprender das amarras. Um leve sorriso apareceu, embora se assustasse no primeiro momento, era belíssimo de vê-lo voando acima das árvores fazendo um vento intenso arrastar flores, folhas e galhos. Não precisou fazer mais nada, o dragão após ser solto cuidou dos homens que utilizavam magia para aprisiona-lo. Seu arco desceu, agora não mais em posição de ataque, arregalando os olhos ao ver as garras gigantescas vindo em sua direção prendendo seu corpo e levantando voou  sobre as nuvens. Sendo jogada para cima e em seguida caindo sobre o corpo da criatura.

Elerrian sentia-se um pouco desconfortável, nunca havia montado em um dragão antes, seus olhos verde esmeralda olhavam todo o tempo para baixo. Apertando um pouco o arco em mãos, enquanto seus pensamentos estavam a mil por segundo, sem saber como agir ou o que dizer naquele momento. ''Será que ele fala minha língua? Pra onde estamos indo? tenho certeza de que ele não é da terra-média, suas roupas denunciam isso... mas... ele é elfo, temos características semelhantes, como isso é possível...'' - Os pensamentos foram interrompidos quando ouviu em sua mente duas vozes masculinas se pronunciarem em agradecimento a sua ajuda, a fazendo direcionar os olhos para o elfo de cabelos dourados que estava em sua frente, que até então não havia o encarado. '' Nenhuma criatura deve ser aprisionada, são meus princípios.. mas como.. falam a minha língua? Claramente não são elfos da minha terra. Elerrian... é o meu nome. '' - Respondia, mesmo não sabem se ambos ouviriam.

Voltando a ouvir apenas uma voz em sua mente, que sem dúvidas era do elfo, explicando o que ele era e dizendo que nossos mundos eram diferentes, algo que a elfa já havia notado. Pegou seu arco e atravessou ao corpo, deixando suas mãos livres para entrelaçar seus dedos sobre seu colo. Suspirou lentamente, finalmente respondendo. '' Hm, na minha terra não existem cavaleiros de dragões, são criaturas indomáveis e que destroem tudo o que vê... Sim, eu já havia notado que nossos mundos são diferentes, minha telepatia quando fui jogada aqui foi bloqueada, e fico até feliz de conseguir falar com alguém após tantos dias. Eu não sei o que fizer, e as últimas horas presenciei algo tão horrível quanto a captura de seu dragão, não sei quem tão obscuro faria isso, e necessito voltar para casa, sinto minha essência ser sugada aos poucos neste lugar estranho.''

Após o desabafo, fechou os olhos respirando profundamente e assentiu com a cabeça após ouvi-lo. '' Sim, senti e muito.. e foi horrível. '' Finalizou suas palavras, deixando uma pequena lágrima descer pelo canto de seus olhos lembrando-se da dor que sentiu, e a visão horrível que insistia em repetir-se em sua mente.
Elerrian por um lado sentia-se feliz, não estava mais sozinha. Mesmo após sofrer uma grande perda, seu coração dizia que finalmente encontraria uma forma de voltar para casa. Pois estava claro que esse não era apenas o seu desejo maior, mas também o do elfo ao seu lado. Não sabia o que lhe aguardava, o inicio de uma jornada inesperada havia começado.



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Re: Floresta de Kyoto

Mensagem por Jack Kirby em Qua Jan 09, 2019 4:14 pm


ELFOS NA FLORESTA
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Os elfos de mundos diferentes se encontravam e se conheciam, após terem, juntos, salvo Fírnen. O Dragão voava com leveza palas nuvens, enquanto os elfos conversavam em suas costas. Ainda era dia, as nuvens no céu eram brancas e o dia estava claro e ensolarado. Ela uma bela vista para se desfrutar, nas costas de um dragão, mas todo o prazer daquele momento foi rompido pelo barulho de uma metralhadora.

Inúmeros disparos foram lançados contra o dragão e os elfos que, ao olharem na direção de onde os projéteis estavam vindo, viram um gigantesco helicóptero de combate romper as nuvem detrás do dragão e iniciar mais uma onde de disparos.

Após um forte urro de Fírnen, o dragão mergulha rápido para baixo, iniciando uma descida veloz até perto do solo. Rapidamente o helicóptero também inicia manobra, dando início a uma perseguição nos céus daquela região. A essa altura o dragão voava o litoral japonês, indo de um lado para o outro para desviar dos disparos.

Dando um rasante na areia branca da praia por onde estavam voando, com extrema destreza, o dragão gira seu corpo e deixa os elfos cairem na areia macia, enquanto continua seu voo, evitando que os disparos do helicóptero os ferissem na perseguição. A dupla elfica agora vê Fírnen voar pelos áres, tentando sair da mira dos disparos inimigos.

Nesse momento um portal se abre na praia, igualmente aos outros portais dos magos que Gillian e Elerrian haviam combatido anteriormente. Mas desta vez, de dentro do portal, apenas um dos magos que haviam atacado Fírnen saiu, já criando uma espada mágica em uma das mãos, enquanto conjurava um escudo mágico em seu outro braço.

- Já vi que para levarmos seu amigo vamos ter que dar cabo de vcs dois. Muito bem. Eu assumo essa tarefa. - Disse o mago com um frio sorriso no rosto, enquanto corria em direção da dupla elfica.

Inimigos:



mensagem ao viajante:


--> Vocês deverão lutar contra o líder dos magos que tentaram levar Fírnen anteriormente;

--> As regras de combate são as mesmas, mas o adversário de vocês vai utilizar o mesmo sistema dos jogadores. Vejam as informações dele no final do post;

--> qualquer dúvidas, me mandem uma MP ou perguntem pelo chat;



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ATK: 1
DEF: 1
Itens: Nenhum

#turno 3

Poder:
✦  Natureza Élfica Superior: Beleza natural e sentidos aguçados são efeitos colaterais da energia magica que flui no corpo de todos da raça élfica. Mas seu verdadeiro talento é o conhecimento e sua pratica com a Língua antiga, que é usada para invocar a magia utilizando a energia no corpo. Embora com alguns limites a Magia tem grande flexibilidade quando se trata do que pode fazer, entretanto é necessária cautela, pois ultrapassar os limites da magia pode destruir o corpo ou a alma, em alguns casos os dois, nascendo assim um espectro. Embora a Língua antiga seja necessária para a magia, alguns seres como os dragões podem moldar a energia dentro da própria mente, sem usar palavras, uma pratica perigosa. Para adquirir tal habilidade, deve-se passar por uma situação de perigo extrema e olhar para o abismo da própria alma. (No caso de Giliard, Ele adquiriu essa habilidade e usou para escapar de Durza, ainda tem delírios com o que aconteceu.)
Perícia:
✦  CONHECEDOR DA MAGIA: Não necessariamente o personagem irá saber usar poderes mágicos, ou controlar energia mágica, mas irá conhecer, devido a longos anos de estudo, cada tipo de feitiço, língua mágica, símbolo místico ou qualquer coisa relacionada à magia.
desvantagens:
✦  MARCADO - Você possui uma marca de nascença, uma marca de batalha ou alguma marca que o torna inconfundível. (Pequena queimadura no formato de uma pata de animal pelo primeiro contato com o dragão.)

✦  DELÍRIO - Algo perturba sua mente ao anoitecer e vez ou outra você se pega vendo coisas. (Depois de ser capturado por Durza e perder os ovos de dragão que protegia, o mesmo fora tortura de maneiras físicas e mentais pelo espectro. Apesar de resgatado alguns anos depois pela nova promessa como cavaleira de dragão, as dores e os pesadelos ainda estavam presentes em sua mente como uma marca permanente não apenas daquela estadia torturante, mas daquele espectro sempre perto acompanhando sua desgraça. Algumas coisas ainda voltam em sua mente como pesadelos, ou devaneios dos ovos ainda sob sua proteção, ou a falsa presença de Durza te observando.)

✦  PONTO FRACO - Você possui um ponto fraco que ao ser atingido lhe causa um dano maior e bastante dor. (Seu dragão Fírnen, há uma conexão física e mental entre ambos em que um sente os pensamentos e sensações do outro. O humano pode viver sem seu dragão, mas não o contrário.)

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C: 1/1 (vezes que pode usar sua perícia)
ATK: 4
DEF: 2
Itens: Nenhum

#turno 3

Poder:
✦  Sentidos aguçados. (Principalmente visão, consegue enxergar a quilômetros de distancia, audição avançada.)  
Perícia:
✦  Pontaria. (Principal arma é o arco e flecha, graças a sua visão aguçada nunca errou seus alvos.)
desvantagens:
✦ Delírio. (Em uma de suas primeiras batalhas na terra média, viu um de seus melhores amigos morrer para defende-la de um orc, escapou com graves ferimentos. E até os dias de hoje durante a noite lembra-se dos poucos minutos antes de seu amigo morrer, nunca esqueceu da visão do orc. Algo que a perturba sua mente e a faz enxergar o orc como se estivesse perseguindo-a.)


Inimigos:

lÍder dos magos:
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Re: Floresta de Kyoto

Mensagem por Gilliard Vandavar em Sab Jan 12, 2019 11:33 am

Can't stop, won't stop.


 Nossa conversa foi interrompida com o barulho alto de tiro, não reconhecia isso dos humanos que conhecia, mas parecia tiro de alguma coisa. Aquela repetição era como uma magia forte e consistente, mas não havia magia naquilo, sentia a ausência mágica pelo Fírnen. Segurei firme na cela entre a acompanhante e atrás de mim onde deveria estar de frente. Olhei para o lado e ouvi o dragão avisando para não me mexer agora. Virei o rosto ouvindo aquele barulho dos ataques daquele objeto voador humano que vinha atrás de nós.

Aquilo voava com uma espécie diferente de asas, em cima como cabelos e atrás como um rabo, além de ter a frente bem clara de nós, os alvos. Não interessava confirmar os perseguidores, Fírnen já tinha certeza que eram os mesmos magos de mais cedo. Senti uma forte dor na perna esquerda e então o dragão começa um mergulho, olhei rapidamente para a elfa na minha frente avisando: “Se prepara.” Não consegui acompanhar a manobra que ele fazia senão ia vomitar com tantos giros e a distração da dor na perna. Sabia que nos soltaria em breve, então contava que fosse ser rápido, para ele ter mais liberdade na sua fuga sem ter a mim como objeto de proteção.

Senti o vento em uma direção diferente daquele mergulho anterior e prendi a respiração esperando a ação que me faria mover novamente o corpo. Girando seu corpo e enfim caí na terra, o cheio de água do mar e aquela vegetação litorânea entrando em meu nariz. Respirei fundo antes de abrir os olhos, comecei a levantar e logo pude ver a companheira de voo também segura, mas então voltei a olhar para os céus. Ele não deveria aguentar fugindo contando que eles fiquem sem munição. Eu tinha de ajudar de algum modo, mas ainda não tinha ideia de como.

Era um serviço ingrato, eu deveria o proteger mais que o contrário, mas aqui estava eu no solo e ele se esquivando sozinho no céu. Duvidava que as rajadas dele fossem efetivas contra aquele objeto voador, mas sem ideias só contava que ele conseguisse lidar sem mim. Senti a magia próxima a mim crescer e pela Ellerian não poderia pelo que me dissera antes, então desci o olhar a tempo de ver o portal se fechando com um daqueles magos saindo dali. Armado com uma espada e escudo começando uma corrida em nossa direção.

Suspirei rapidamente e avisei a Elle “Tentarei criar oportunidades para você.” Neguei com a cabeça aquelas palavras do mago, reconhecia aquela língua humana do meu mundo e nunca tinha sentido tanto nojo quanto agora. Me ajoelhei no chão e afundei minhas mãos na areia enquanto limpava minha mente. Mexendo os dedos enquanto tornava a magia em realidade, partindo em linha reta enormes mãos de areia contra aquele mago. Apenas uma distração para que ele parasse de correr pela área das mãos ocuparem a largura de toda a praia.

Com uma pequena pausa para lidar com as mãos, tratei de realizar o segundo feitiço, amolecer a areia e deixava molhada, mais pegajosa, não sei explicar aquele material todo. É tipo uma poça de lama que se encontrar em florestas com pântanos, os humanos da minha terra chamam de areia movediça. Nesse caso eu criei uma piscina, pois a menos que ele voasse, ou desviasse muito das mãos, ele teria de parar cairia em um dos ataques. Com isso, Ellerian teria a oportunidade perfeita de matar aquele idiota. Não permitiria que prendessem um amigo, ainda mais aquele que eu dividia tanta coisa.

Código:
Movimento 1: Criar mãos de areias gigantes indo contra o mago, ocupando todo o espaço na areia para ele não ter como fugir.

Movimento 2:  Criar uma piscina de areia movediça para o mesmo ficar preso dando oportunidade de Elle atacar ele a vontade sem ele conseguir fugir.

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Re: Floresta de Kyoto

Mensagem por Excelsior em Sab Jan 12, 2019 11:33 am

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