Bairro da Lapa - RJ

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Bairro da Lapa - RJ

Mensagem por Excelsior em Ter Dez 11, 2018 1:29 pm



A Lapa é um bairro boêmio da Zona Central do município do Rio de Janeiro, no Brasil. Possui uma grande variedade de bares, restaurantes, boates e pubs temáticos, que atendem a todos os gostos ao longo de suas treze ruas. Sendo conhecido como o berço da boemia carioca.

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Re: Bairro da Lapa - RJ

Mensagem por Excelsior em Qua Dez 12, 2018 6:56 pm

Malandro é malandro, mané é mané...

Quando Chico Buarque escreveu a Ópera do Malandro, mal sabia que sem querer estava prevendo o que seria a vida de Chico Duarte. O Carioca era o típico boêmio que abre e fecha o boteco, aquele que entra na roda de samba e não sai nem que os pés façam calo. Não fosse o fato o rapaz ser um mutante e poder se multiplicar, o que já lhe livrou de muitas enrascadas, talvez a história dele não estaria sendo contada agora.

Por falar em agora, mais uma vez o moço havia entrado em uma quizumba, e mais uma vez tinha que correr mais do que o Usain Bolt para fugir de seu algoz. Dessa vez o homem havia mexido com a mulher de Zé do Uruó, um bicheiro com muita influência nas imediações da Lapa e para completar, além de “bulinar” a mulher do próximo, Chico Duarte ainda devia para mais de R$ 2000,00 ao gordo que agora corria atrás dele com um revólver na mão.

Pulando de um telhado para outro Francisco só não contava com uma telha quebrada e, assim que seu pé tocou na telha, o mesmo sentiu seu corpo ser puxado para baixo pela gravidade, e só não se estabacou no chão porque seu tronco não passou, ficando assim, dependurado, com as pernas para dentro da casa e a parte de cima do corpo para fora.

O homem gordo se aproximou esbaforido mas com um sorriso de quem havia capturada a presa e agora iria fatiá-la para o jantar.

- Então filho da puta, vou te passa dessa para melhor rapá... Tu pensa que pode tirá onda por aí, todo malandrão, passa essa tua giromba na mulhé dos outro e ficar na paxx do Senhor? Vai comê chumbo, malandro... E depois ainda vou tirar essa merreca que cê chama de pau e dar de comê pros cachorro da rua... Mexeu com o sujeito errado, morô...

O bicheiro, engatilhou a arma, encostou na cabeça de Francisco que a essa hora estava de olhos fechados e evocando todos os orixás para se livrar daquela enrascada. A arma estava preparada para efetuar um único disparo que com certeza ceifaria a vida do mestre de alas, mas nada aconteceu.

Quando abriu os olhos, Francisco viu o homem aos poucos se transformar em poeira e o vento o carregando para longe como que num passe de mágica. Mas não era apenas isso, ao mesmo tempo era possível escutar a algazarra de pessoas chorando e gritando, barulho de carros batendo, buzinas disparadas, sirenes... Algo de muito sério estava acontecendo e ele ali, preso no telhado.  

Avisos e demais informações:
Vamos mais uma rodada interpretativa daí vou explorar a ação, blz?
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Re: Bairro da Lapa - RJ

Mensagem por Francisco em Qui Dez 13, 2018 12:04 am








Canta canta, minha gente


F


ala sério, brother!

O gordo safado desapareceu na minha frente como num passe de mágicas. Eu pensava que esses meus dons eram bizarrice. Mas aquilo? Aquilo, cara, era surreal. Mas do que eu iria reclamar, não é? Eu estava prestes à comer capim pela raiz, então naquele momento tudo que eu podia fazer era agradecer. Mas antes de agradecer eu tinha que sair daquele buraco.

Após uma olhadinha 360, para ter certeza de que ninguém estava me vendo, criei uma cópia de mim e a mesma consegue mu puxar para fora daquele buraco. Assim que consegui ficar de pé, com as mãos sobre os joelhos, tentando puxar folego depois de ter corrido por vários telhados daquele gordo maldito. Mas agora, ali de cima daquele telhado da casa de alguém que eu nem sabia quem era, percebo que os sons de sirene, alarmes e os gritos não era algo de um lugar específico, mas sim vinha de todo o Rio de Janeiro. A cidade estava gritando e chorando por alguma coisa.

Desci daquele telhado e corri para os bares da tijuca, onde meus amigos sempre estavam tocando e cantando nos mesmos bares de sempre. Pelo caminho vi pessoas chorando, crianças correndo desesperadas, outras tantas pedindo por socorro, ajoelhadas, como se algo de muito precioso tivesse sido retirado delas. Carros acidentados, um ônibus capotado, dentre outros tantos casos horríveis só fizeram com que minha tensão aumentasse cada vez mais. Em alguns omentos eu pensei que de algum jeito eu acordaria em algum lugar, após ter percebido que tudo aquilo era só mais um sonho. Mas eu nunca acordava. Nem da primeira, segunda, terceiro, vigésima sétima vez que eu via algo extremamente aterrador, que me fizesse querer de todo o coração que tudo aquilo fosse só um pesadelo.

Queria poder acordar em meu quarto alugado nos fundos da pensão da dona Jô, colocar meus chinelos e minha camisa aberta, minha corrente de ouro, benzida por meu padinho Siço, e sair para ver o que os moleques da rua estariam aprontando, enquanto seguia rumo para os bares da cidade, me perder por mais uma noite regada a samba, cerva e muitas risadas. Mas agora eu não conseguia acordar. Não conseguia ver nenhum moleque pelas ruas e muito menos escutar alguma risada de alegria. A minha cidade toda era dor. E não a for a qual estamos acostumados. Aquela dor do dia a dia carioca, de perder um ente querido vítima de bala perdida, de assalto, morte pela polícia por engano. A tensão das intervenções militares, dos conflitos entre PM e o crime organizado. Tudo isso era de praxe para nós, cariocas. Mas aquilo havia ultrapassado os limites do que a nossa cidade poderia suportar.

Cheguei nos bares da tijuca e o que eu vi era só mais dor. Praticamente nenhum de meus amigos estava ali e eles SEMPRE estavam ali. Corri para dentro de um o bar do Jajá, onde comumente nós nos encontrávamos, e fui direto para o balcão. Meu coração parece ter se aquecido ao ver Janaína ainda lá, viva, de pé, com o telefone nas mãos, tentando digitar ao mesmo tempo que tentava controlar a tremedeira em suas mãos.Era uma jovem garota, de pele negra reluzente, lábios com um batom fortemente vermelhos, filha do dono do bar, mas assumia mais as responsabilidades do que o próprio pai, o qual muitas vezes se perdia nas nossas roda de samba. Mal sabia ele que algumas noites me encontrava com Janaína após ela fechar o caixa, assim que tínhamos carregados todo o bêbado e chapado para fora do bar.

- JANAÍNA!!! Cadê o Devid? O Guilherme? O Tatuíra? O Evertton e o Jefferson? Cadê todo mundo?! - Perguntei apressadamente. Ela simplesmente colocou  mão sobre o rosto, olhando pra mim diretamente enquanto as lágrimas lhe escorriam pelo rosto e caíam no avental sujo que estava amarrado em sua cintura.

Então era um fato. Eu tinha perdido meus amigos, então tinha perdido minha família também. Nunca tive família sem ser as pessoas as quais aceitei e adotei em minha vida. O ritmo boêmio do Rio de Janeiro me ajudava. Mas agora... Agora quem iria ajudar a cidade? Dei dos passos para trás e me encostei na porta de madeira em frente ao bar, olhando para as ruas. Ouvia gritos, choros, alarmes e sirenes ecoando por todos os lados. O que eu deveria fazer?





OBS: Usei um ponto de conhecimento pra sair do buraco.




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Re: Bairro da Lapa - RJ

Mensagem por Excelsior em Sex Dez 14, 2018 11:57 am

Malandro é malandro, mané é mané...

Para onde quer que fosse, tudo que Chico via nas ruas do Rio eram destruição e caos, algo de muito grave havia acontecido como num passe de mágica, mas ninguém conseguia entender. Pessoas chorando, filhos sem pais, pais sem filhos, a vida se esvaindo como pó. Depois de uma boa caminhada, finalmente o boêmio chegara no bar onde sempre encontrava seus amigos para aquela boa e velha roda de samba regrada a cerveja e mulatas, mas dessa vez não havia os amigos, não havia a música e nem tampouco as mulatas, tudo o que ele encontrou foi Janaina, a filha do dono do bar e um de seus esquemas amorosos às escondidas, que parecia desesperada com tudo aquilo.

Sem perspectiva do que fazer, Francisco se entregou à tristeza e se postou pensativo na entrada do bar, tentando achar uma explicação ou acordar daquele pesadelo insano. Mas tudo o que ele conseguiu ouvir foi um homem que se aproximava apontando em sua direção, trazendo consigo dois policiais com arma em punho.

- Olha ele aí... É esse o sujeito do qual lhe falei.  Logo que começaram a circular as notícias no Insta eu sabia que esses merdas com poderes tinham causado isso... E esse aqui é um... Eu já vi ele se multiplicar, cê acredita?? O puto já pega geral sendo um só, imagina sendo mais de um... Leva ele...

O homem parecia bem histérico ao apontar Francisco para os dois policiais que se aproximaram a passos largos próximo ao rapaz.

- Bora vagabundo ajoelha e bota as mãos na cabeça, e não tenta nenhuma gracinha se não a gente já passa tu aqui mesmo rapá... – O primeiro policial abordara Francisco enquanto o segundo policial pedia que Janaina ficasse quietinha. – Se o que tão espalhando nas redes sociais for verdade mané, cê tá fodido e nóis vamo ficá bem na fita, né não Peçanha? Será que os caras vão dar algum tipo de recompensa para quem pegar esses bichos? – O outro homem apenas riu.

Ao que parecia, por algum motivo as pessoas culpavam os “poderosos” pelo ocorrido, e Francisco sendo mutante entrava para a lista de personas non gratas, mas o pior de tudo era ter sido dedurado por uma cara que costumava beber no mesmo bar que ele. Não era alguém que pudesse considerar como amigo, mas jamais desconfiaria que fosse um X9. O dia só piorava para o mestre de alas.

Avisos e demais informações:
Fique à vontade para tentar reagir, se entregar ou tentar fugir!!!

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Re: Bairro da Lapa - RJ

Mensagem por Francisco em Sab Dez 15, 2018 10:25 am








Canta canta, minha gente


É


, tio. Não tava fácil não. Por um segundo pensei em me entregar... Mas isso foi por apenas um segundo.

- Calma aê, amizade - Falei tranquilamente enquanto colocava minhas mãos na cabeça e descia um dos joelhos para o chão, descendo o corpo devagar, como um dos porcos havia me ordenado. - Ta tudo sussa, meu padrinho - Continuei falando enquanto dava um sorriso de simpatia ao PM.

Assim que desço o suficiente, pego a toalha suja de cerveja e amendoim na mesa manca que havia ao meu lado e jogo contra o rosto dos dois PM's. Assim que a toalha tapa seus rostos, crio uma cópia que fiz em meu lugar, enquanto rapidamente me esquivo por debaixo das mesas, sorrateiramente.


- Era só uma brincadeira, amizade!! Eu me rendo, eu me rendo! -
Falava minha cópia, colocando as mãos na cabeça e deitando no chão. Enquanto esperava que minha cópia chamasse a atenção, fiz a volta por detrás dos dois policiais, me multipliquei mais uma vez, catei duas garrafas de cerveja de cima de alguma mesa, levantei rápido e tentei acertar suas cabeças com toda a força.




OBS: Vou usar 2 ponto de energia pra me multiplicar e 3 pontos de conhecimento pra golpear os PM's.




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Re: Bairro da Lapa - RJ

Mensagem por Excelsior em Sab Dez 15, 2018 10:25 am

O membro 'Francisco' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 '1D2' : 1, 1

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Re: Bairro da Lapa - RJ

Mensagem por Excelsior em Sab Dez 15, 2018 12:12 pm

Malandro é malandro, mané é mané...

Francisco sabia que a situação era complicada, eram dois contra um, ou pelo menos era isso que os policiais achavam. Antes que os policiais fizessem algum movimento, o mestre de alas usou de toda sua malemolência para sacar uma jogada que atrapalhasse a visão dos policiais. Enquanto os dois tentavam se livrar da toalha em seus rostos, Chico se multiplicava e deixa um clone no lugar onde o próprio deveria estar.

- Mas que filho da puta... Toma... – O policial que estava mais próximo do agora clone de Francisco, acertou-lhe um chute no estômago e uma coronhada na cabeça. – Anda Peçanha vamo botá esse zé ruela na viatura...

O que os dois não desconfiavam era que Francisco já havia se evadido e após uma nova multiplicação o sambista se arma com duas garrafas e parte para o ataque surpresa. Agora os números estavam iguais, mas a luta se tornou injusta... para os policiais.

O primeiro policial é acertado na cabeça, mas a garrafa não se quebra, fazendo apenas com que o homem tenha uma forte dor e caia de joelhos com a mão na cabeça.

- Mas o que... Como... Ah desgraçado... – O homem efetua dois disparos, quase simultâneos, mesmo sem muita mira, na direção de Francisco.

Enquanto isso, o segundo policial era acertado em cheio, com a garrafa se estilhaçando e cortando profundamente a cabeça do homem, fazendo com que o mesmo caia desmaiado.
Avisos e demais informações:
O policial 1 atirou em você, mas foi um pouco a esmo, por estar com a cabeça doendo. Você tem dois movimentos.

Francisco Duarte: Clonagem
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Re: Bairro da Lapa - RJ

Mensagem por Excelsior em Sab Dez 15, 2018 12:12 pm

O membro 'Excelsior' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


'1D2' : 1, 2

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Re: Bairro da Lapa - RJ

Mensagem por Francisco em Sab Dez 15, 2018 8:31 pm








Canta canta, minha gente


S


amba no pé e garrafa na mão.

Um dos policiais cai direto com uma de minhas garrafadas, mas o outro permanece de pé e ainda dispara para todo o lado. Antes que ele pudesse me ferir de alguma forma, jogo uma garrafa nele, para chamar sua atenção (movimento normal), me jogando para detrás de uma mesa, tentando fugir de seus disparos.

Minha primeira cópia, aquela que havia chamado a atenção dos policiais para que eu fugisse de suas vistas anteriormente, se levanta, pega uma cadeira e golpeia o policial. Logo depois minha segunda cópia arremessa dois copos na cabeça daquele desgraçado.




OBS: Vou usarum movimento normal no primeiro movimento, para me defender.

Depois vou usar um movimento com 2 pontos de poder para golpear o policial.  




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Re: Bairro da Lapa - RJ

Mensagem por Excelsior em Sab Dez 15, 2018 8:31 pm

O membro 'Francisco' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 '1D2' : 2

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Re: Bairro da Lapa - RJ

Mensagem por Excelsior em Seg Dez 17, 2018 3:01 pm

Malandro é malandro, mané é mané...

Francisco é um cara cheio de truques na manga e mais uma vez se vale do que aprendera na rua para tentar esquivar-se dos tiros. Arremessa uma garrafa no homem, enquanto busca se proteger. Em parte a estratégia da certo, uma vez que uma das balas ainda o acerta de raspão, mas não o suficiente para feri-lo de forma mais grave.

Ainda meu desnorteado por conta da garrafada, o policial não vê quando a cópia de Francisco se levanta e pega uma cadeira para acertá-lo em cheio nas costas, ao mesmo tempo em que a outra cópia se mune de dois copos e os arremessa na cabeça do homem de farda que a essa altura se contorcia de dor e não conseguia esboçar reação.

Quando Francisco já se dava por satisfeito, um homem surge de trás do bar batendo palmas e com um sorriso cínico no rosto.



Junto com ele outros dois homens idênticos também surgiam, cada um vestindo uma cor diferente, um de jaqueta vermelha e outro de sobretudo azul. Um deles trazia Janaína agarrada numa chave de braço e apontava uma arma para a cabeça dela.

Francisco podia notar que ao menos dois deles possuíam partes mecânicas em seus corpos. O que estava com Janaina possuía pernas mecânicas. O que estava um pouco mais atrás, com um sobretudo azul, possuía braços mecânicos. O único que não aparentava nada visível era o que chegara batendo palmas. Contudo, ao tirar os óculos escuros e guarda-lo na jaqueta, Chico notou que no lugar de um dos olhos o homem possuía um olho biônico vermelho.

- Bela performance com esses daí. – Ele apontou para o cara de azul que direcionou-se aos policiais e transformando seus braços em afiadas espadas perfurou a jugular de ambos deixando-os estrebuchados no chão do bar. – Mas agora o assunto é o seguinte. Precisamos que você venha conosco. Você escolhe se por bem ou se por mal... Não queremos mais derramamento de sangue. – Ele olha para trás na direção de onde o cara de vermelho segurava Janaína como refém.

Avisos e demais informações:
Bem, se vai haver uma luta ou não, você quem determina. Faça seus movimentos e veremos no que vai dar.
Ah, subiu de nível, recuperou os pontos de energia e conhecimento e ganhou mais um ponto, determine para onde irá esse ponto.
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ATK: 1
DEF: 1

Mercenário de verde
HP: 40/40
Dano: 2d5
Exp: 30

Mercenário de azul
HP: 30/30
Dano: 2d4
Exp: 20

Mercenário de vermelho
HP: 30/30
Dano: 2d4
Exp: 20

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Re: Bairro da Lapa - RJ

Mensagem por Francisco em Dom Dez 23, 2018 3:02 am








Canta canta, minha gente


M


alandramente.

Rapaz, os caras não tavam querendo me dar sossego. Podia não saber quem eram aqueles caras, mas já tinha conhecido uns desgraçados desse naipe no meu passado. Por isso eu não subestimava o quanto eles poderiam ser cruéis e estourar a cabeça de janaína ali, na minha frente. A confusão anterior já havia deixado a coitadinha aos prantos e agora mais um imbecil fazendo ela de refém só pra me pegar já era demais. Mas claro que eu não podia me entregar para aqueles caras. Ta loco? Eu não tinha dúvidas de que gente assim só queria uma coisa de mim: me passar a faca e estudar meu corpo. É tudo que esses FDP querem.

- Ta bem, ta bem, parceiro. Vamos fazer assim ó... A gente acalma os ânimos e eu vou com vocês numa boa. Beleza? - Falei isso enquanto pegava um copo no balcão do bar e uma garrafa de cerveja, com bastante calma. Aqueles caras eram do tipo que achavam que a situação sempre está sendo controlada por eles, e era isso que eu queria transmitir enquanto falava com as mãos para cima e cerva a cerveja com uma das mãos, vagarosamente. - Eu só preciso de um golinho de cerva pra né... repor o folego depois de ter dado um sarrafo nesses porcos barrigudos que mandaram antes. Foi divertido, eu tenho que admitir. - Bebo um copo de cerva bem gelada pra aliviar o calor e repor um pouquinho do folego que eu havia perdido.

- Beleza. Mano, por que a gente não faz assim ó: Tu deixa a janaína ir e eu vou contigo numa boa. - Falo isso me aproximando do grupo com as mãos para cima. - Ela é só uma trabalhadora honesta, que não vai fazer mal algum. Não é, meu bem? E eu vou com vocês de boa. Vocês são três caras que eu tenho certeza que são mais fortes que eu. - Espero o cara que estava segurando janaína com o revolver na cabeça dela dar alguma brecha para que a arma fosse retirada da cabeça da menina. Quando percebo o melhor momento, fiz a coisa mais louca e arriscada que já fiz em toda a minha vida.

Assim que chego muito próximo dos dois caras que seguravam janaína, frente a frente com eles, no instante em que os mesmos já se preparavam para me segurar e prender, crio de uma só vez 3 cópias minhas e todas elas se jogam contra cada um dos caras que estavam no bar. Duas cópias se abraçam e nos homens que estavam com janaína, de forma que a cópia se jogasse contra o desgraçado que estava segurando ela, soltando-a de suas mãos. A terceira cópia salta contra o homem sádico que havia batido palmas para mim, mas minhas intenções maiores não eram de ferir eles, mas conseguir uma brecha rápida para sair daquela situação.

Assim que minha cópias saltam contra o bando armado, pego a mão de janaína e a puxo rapidamente para a janela, onde a seguro com força e salto pela mesma antes de poder falar qualquer coisa. Assim que saltamos da janela, antes de nos levantarmos, olho para Janaína, ainda muito assustada, com um sorriso no rosto. - Meu bem, corre pra longe de mim. AGORA! - Me levanto e saio correndo pelas ruas de pedra do bairro , com meus chinelos batendo forte no piso duro e camisa aberta balançando pelo vento.  



OBS: Vou usar 3 pontos de energia pra criar as cópias e fazê-las atacar os caras do bar.

O segundo movimento que fiz foi DAR NO PÉ. Espero que tenha sucesso na minha interpretação.

Coloquei meu ponto extra em Energia e agora to com E:7, C:3, ATK:1 e DEF:1.




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Última edição por Francisco em Dom Dez 23, 2018 3:06 am, editado 1 vez(es)

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Re: Bairro da Lapa - RJ

Mensagem por Excelsior em Dom Dez 23, 2018 3:02 am

O membro 'Francisco' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


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Re: Bairro da Lapa - RJ

Mensagem por Excelsior em Qua Dez 26, 2018 9:02 pm

Malandro é malandro, mané é mané...

As coisas estavam bem adversas para o nosso malandro, mas era óbvio que ele não iria se entregar facilmente. O cara não tinha corrido e fugido tanto na vida para simplesmente baixar a cabeça e ser levado por uns caras que mais pareciam de uma gangue de neo nazistas. Algo de bom não viria dali e sendo assim, Francisco faz a única coisa que ele conseguiu pensar enquanto usava sua oratória e charme para distrair os caras. Muitos podem pensar que foi um movimento suicida, mas poucos teriam a coragem de fazê-lo para salvar a pele de outra pessoa além da sua própria.

Ao se aproximar do homem que segurava de Janaina com toda sua malemolência, o malandro é advertido pelo homem de óculos escuros:

- Nem mais um passo... – O homem levanta os óculos e o seu olho biônico começa a emitir uma intensa luz vermelha a ponto de disparar. – Hugo se o meliante respirar de forma suspeita você passa essa vadia...

Mas na cabeça de Chico o aviso ecoava apenas como uma ameaça vazia, e ele sabia que mesmo que não agisse os caras não deixariam eles escaparem, então o mutante resolveu dar uma chance para si e para Janaína. O homem se multiplica em 3 e instantaneamente suas cópias se jogam contra o grupo adversário na tentativa de permitir um espaço de tampo para fuga. O homem que segurava Janaína a solta bem a tempo de Francisco segurar a mão da moça e correr saltando pela janela do bar e parando na rua.

“- Meu bem, corre pra longe de mim. AGORA!”.
Janaina assentia com a cabeça, mas antes que pudesse soltar a mão de Francisco um dos olhos da garota salta para fora de seu crânio fazendo com que jorre sangue no rosto de Francisco. O corpo da mulher vai caindo câmera lenta inerte no solo. E só assim Francisco consegue perceber que o homem de óculos escuros havia realizado um disparo laser de seu olho ceifando a vida da jovem.

Mas não havia tempo para chorar ou prestar homenagens e Francisco precisava sair dali. O homem dispara em correria pelas ruas do bairro e não percebe que o inimigo com pernas mecânicas está em seu encalço, impulsionado pelas suas pernas mecânicas. Enquanto Francisco dava 10 passos, o homem com uma passada só percorria a mesma distância. E não demorou muito para que fosse alcançado.

O mutante sente algo agarrar em suas pernas e sem que ele pudesse fazer nada seu corpo é arremessado ao chão fazendo com que ele bate com o rosto no asfalto. O biônico havia arremessado uma boleadeira que prendera seus pés e o fizera cair.

Nesse mesmo instante Francisco sente dores no peito repetidas vezes... ele sabia que eram suas cópias sendo dizimadas. O homem com pernas mecânicas se aproxima dele e segura uma arma aponta entre suas pernas:

- Porque vocês sempre escolhem a maneira difícil? – Ele dá um tiro bem próximo da genitália de Francisco e começa a rir alto, enquanto o restante do trio se aproxima.

- E então distinto cavalheiro, como vai ser? Nossas ordens são para leva-lo vivo, mas quer saber? Cê tu der trabalho eu quero que se foda, não falaram nada sobre te levar inteiro. – O homem do olho biônico acabara de acender um cigarro.

Avisos e demais informações:
Até o momento nada de danos de nenhuma das partes.
Francisco Duarte: Clonagem
Valor dos dados por movimento: Nível 2 - 1d3
HP: 19/20
Energia: 4/7
Conhecimento: 3/3
ATK: 1
DEF: 1

Mercenário de verde (olho biônico)
HP: 40/40
Dano: 2d5
Exp: 30

Mercenário de azul (braço mecânico)
HP: 30/30
Dano: 2d4
Exp: 20

Mercenário de vermelho (pernas mecânicas)
HP: 30/30
Dano: 2d4
Exp: 20

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Re: Bairro da Lapa - RJ

Mensagem por Francisco em Qua Dez 26, 2018 9:56 pm








Canta canta, minha gente


O


sangue enxarca meu rosto como se fosse uma borrifada de spray de tinta. Ele escorre pelo meu rosto e entra em minha boca, fazendo com que eu sentisse o gosto do sangue de Janaína nos meus lábios. Um frio horrível percorre a minha espinha nesse momento, impulsionando mais ainda meu corpo a sumir daquele lugar de uma vez por todas.

Mas mesmo saindo correndo com todo meu folego um deles consegue me alcançar. Ele prende meus pés e caio com o rosto no chão de pedras da rua estreita por onde eu corria. Girei três cambalhotas até bater de costas contra uma banquinha de frutas que havia naquela ruela. Assim que olho pra cima vejo o desgraçado de pernas biônicas e os outros dois se aproximando de onde estávamos, enquanto o idiota que havia me buscado ria copiosamente da minha cara.

"Esse vacilão ta me tirando demais, já"

Me levanto com calma, mas assim que estava quase de pé pego uma cesta de pequenas amechas que haviam naquela pequena fruteira e jogo todas em direção do inimigo com pernas biônicas. Fazendo isso, com todas aquelas frutas indo no rosto dele, criei mais 3 cópias e mandei ambas contra o inimigo, enquanto saltava para detrás da banca de frutas.



OBS:

- 1 ponto de conhecimento para arremessar as frutas contra o inimigo;

- 3 pontos de energia pra criar os clones e atacar o inimigo;

- No meu próximo turno ganho 1 ponto de energia e 1 ponto de conhecimento, confere?




Eu bebo sim Eu tô vivendo
Tem gente que não bebe
E tá morrendo


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Re: Bairro da Lapa - RJ

Mensagem por Excelsior em Qua Dez 26, 2018 9:56 pm

O membro 'Francisco' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


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Re: Bairro da Lapa - RJ

Mensagem por Excelsior em Qui Dez 27, 2018 5:20 pm

Malandro é malandro, mané é mané...

Definitivamente Francisco não iria ceder facilmente. Também pudera, o homem já ouvira muitas histórias do que faziam com os mutantes por aí. Ele não gostaria que seu corpinho fosse imaculado. Enquanto se levanta, o mestre de alas se apoia em uma banquinha de frutas próxima e de posse de um cesta de ameixas ele arremessa na direção do homem com pernas biônicas, tirando a atenção dele.

Uma das ameixas acerta o olho do homem em cheio, fazendo-o lacrimejar. Foi tempo suficiente para Francisco criar três cópias de si e atacar o homem com golpes de briga de rua. Enquanto um acertou um soco na cara do homem, o outro acertou um chute em seu saco e o terceiro enfiou os dedos em seus olhos.

O homem estava vermelho de irritação e explode de raiva realizando uma sequência de socos e chutes nas cópias, derrubando-as de única vez. – Onde que cê tá, seu puto? Cabou a brincadeira. – O homem espumava pela boca em busca de Francisco, enquanto uma das cópias do carioca ainda levantava-se rindo.

O homem com braços mecânicos, se aproxima e perfura a jugular da cópia, fazendo com que Francisco sinta a dor de cada uma delas. – Hugo, já que o canalha mexeu com você, vamos deixar você cuidar dele sozinho. – Ele se afasta enquanto Hugo dispara um tiro em direção da banca de frutas na tentativa de acertar Francisco.

Avisos e demais informações:

O homem de pernas mecânicas acertou suas cópias e as deitou, mas não vou descontar HP. Uma delas ainda se levantou, mas o mercenário de azul furou sua jugular com 2d4. Agora o mesmo cara das pernas mecânicas efetuou um disparo em sua direção com 2d4.
Você tem dois movimentos e a partir de agora a luta é apenas com o cara de vermelho.
PS: Você recuperou +1 Energia e +1 Conhecimento


Francisco Duarte: Clonagem
Valor dos dados por movimento: Nível 2 - 1d3
HP: 19/20
Energia: 2/7
Conhecimento: 3/3
ATK: 1
DEF: 1

Mercenário de verde (olho biônico)
HP: 40/40
Dano: 2d5
Exp: 30

Mercenário de azul (braço mecânico)
HP: 30/30
Dano: 2d4
Exp: 20

Mercenário de vermelho (pernas mecânicas)
HP: 20/30
Dano: 2d4
Exp: 20

Não deixe o samba morrrerr...




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EXCELCIOR!


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Re: Bairro da Lapa - RJ

Mensagem por Excelsior em Qui Dez 27, 2018 5:20 pm

O membro 'Excelsior' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 '1D4' : 3, 1

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#2 '1D4' : 4, 1

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