[RP Fechada] Peacock

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[RP Fechada] Peacock

Mensagem por Sebastian Morgenstern em Sab Dez 08, 2018 12:28 am





Peacock



Esta RP se é ambientada na tarde, do dia 07 de Novembro de 2018, Brooklyn, NY. O conteúdo é +16, sendo iniciado pelo post de Leon Whiteford, seguido por Sebastian Morgenstern. Se encontrando fechada para qualquer personagem não listado.



THANK YOU SECRET!

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Re: [RP Fechada] Peacock

Mensagem por Leon Whiteford em Sab Dez 08, 2018 7:21 pm


phoenix
with: sebastian morgenstern


A tarde mantinha uma brisa suave vinda do oceano, bagunçando os cabelos avermelhados de Leon e deixando-o mais confortável enquanto servia os mais diferentes pratos na lanchonete onde trabalhava. Pela noite, após sair deste trabalho, ainda havia outro, o que era bastante extenuante e difícil para o pobre mutante. Entretanto, aquele era o único jeito; desde o Dia da Dizimação, quando bilhões viraram pó e levou junto sua família, Whiteford não tinha mais nenhuma perspectiva de vida a não ser trabalhar para se sustentar, visto que toda a renda de sua mãe e seu pai havia se esvaído repentinamente. Para piorar, havia a incerteza do que iria acontecer daqui pela frente, de como os Vingadores resolveriam o problema – eles não existiam desde que o Tratado de Sokovia entrou em vigor, separando-os por completo.

No meio de seu trabalho, eis que um grupo de homens entraram no estabelecimento, aparentemente eram de um time de futebol de uma escola pública que haviam ganhado uma disputa, ou algo do tipo – eles pareciam empenhados em comemorarem a vitória com comida, milk-shake e um pouco de vodca misturada a bebida. Nada bom para garotos novos abaixo dos vinte e um anos. Como um recém-adulto, Leon discordava bastante desse tipo de atitude irresponsável, parte por ser bastante introspectivo, e em parte por ser bastante maduro por conta da criação que teve dos pais. Servindo-os, era visível que o cansaço tomava conta das compleições do ruivo, que acabou chamando a atenção dos rapazes.

— Não pode chamar outra pessoa para nos atender, cabeça de cenoura? É que você está fazendo o seu trabalho muito mal feito, entende? Além do mais, você não tem peitos grandes nem o bundão, sacou? — Reclamou um dos jovens jogadores, agachado no banco vermelho da lanchonete e sujando-o com seus tênis. Comprimindo os lábios, Leon tentou sorrir, apesar de estar metade do corpo com sono e a outra metade exausta.

— Me perdoem, estou pegando turnos extras e estou muito cansado, mas vou chamar outra pessoa para atender vocês. Ah, senhor, não pode fazer isso nos bancos, vão sujá-los. — Falando com toda a educação que podia, o ruivo apontou para o rapaz de fios loiros e se retirou, até que sentiu algo atingir suas costas. Virando-se, notou um hambúrguer no chão, sujando-o.

Raiva queimava as suas entranhas, e era como se suas veias tivessem lava ao invés de sangue, mas o mutante se controlou, pois sabia do que era capaz caso se descontrolasse. Desde que pegou fogo e ficou pelado no meio do seu quarto aos quinze anos, Leon havia entrado num rigoroso treinamento para conter seus dons pirocinéticos, o que incluíam ioga, relaxamento, meditação e aulas de dança e afins para conseguir gastar o máximo de energia o possível. Os rapazes riam, suas risadas soavam como facadas em seus ouvidos, e por um segundo, ficou estático. Eles não tinham respeito nem compaixão pelo próximo? Tudo o que ele fazia era servi-los, e ainda precisava ser tratado como lixo?

Piscando os olhos, Leon se encontrava com as írises de cor marrom lentamente se metamorfoseando num vermelho vivo e imperceptível pelos rapazes, até que teve a sua atenção roubada por um rapaz que estava bem do seu lado, cutucando os seus ombros e desta forma impedindo que um lado ainda profundo e escondido do mutante desabrochasse. Piscando os olhos e com os olhos indo do âmbar ao castanho, o rapaz sorriu agradavelmente, meio tonto.

— Sim, pois não? — Sua voz saiu serena, quase zonza, enquanto uma expressão um pouco avoada do ruivo brotava em sua face.





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Re: [RP Fechada] Peacock

Mensagem por Sebastian Morgenstern em Sab Dez 08, 2018 8:10 pm


Maybe I got mine, but you'll all get yours
But I got smarter, I got harder in the nick of time (nick of time). Honey, I rose up from the dead, I do it all the time (I do it all the time). I've got a list of names and yours is in red, underlined.


Depois do ocorrido, tive de lidar com o que restou do conselho da empresa e como atual dono os deixei tomando conta dos negócios já que não havia possibilidades de lidar com um emprego daquela magnitude. Todo esse receio me deixava preocupado que tentassem invadir a casa sob o falso pretexto de venda, ou entrega de alguma coisa e por isso sempre que podia ia atrás das coisas por si só. Afinal de contas, andar era uma boa distração e ajudava a manter meu humor sem oscilações e os remédios conseguiam funcionar melhor.

Chegando enfim na cidade depois da área residencial, passei a procurar um local com comida decente que não me fizesse intoxicar como sushis e outros frutos do mar. Cogitei em comprar doces, mas pensando a longo prazo não faria bem engordar por luto dos meus pais terem se tornado pó sem mais, nem menos. Engoli em seco pensando neles se desfazendo e olhando pra mim preocupados, senti o gatilho com a cena da lanchonete. Um garoto levara um lanche nas costas e enquanto caminhava, acompanhei algo acontecendo com o jovem.

Eu não tinha ideia que um gatilho nesse caso era por empatia lembrando do olhar preocupado dos meus pais, pois assim que vi a mudança de olhar do atendente eu entrei no local e o chamei tocando seus ombros. Engoli o nervosismo e então ele “acordou” daquele transe do que quer que ele pudesse fazer sob pressão. Fechei a mão direita deixando o polegar solto e indiquei atrás do balcão: - Vai lá lavar o rosto, você parece muito pálido. Sei que não devemos nos deixar levar pelos clientes idiotas.

Confirmei com a cabeça e arqueando as sobrancelhas enquanto apertava seu ombro de leve tentando indicar o assunto sem alarde. Respirei fundo, sorri e bati em seu rosto de leve: - Vou tirá-los daqui. - Passando pelo garçom e batendo no ombro do garoto de costas: - Ei pessoal, vocês parecem bem animados em perturbar os outros não é mesmo. - Arregalei os olhos e entrei na cadeira grande atrás deles ficando de joelhos e entre os dois ali olhando bem travesso. Me inclinei na mesa pegando algumas batatas e falando tudo bem descaradamente: - Hum, ta mole, acho que poderiam conseguir coisa melhor. Talvez o Mc Donald’s já que a franquia não pode ter virado pó não é mesmo.

Gargalhei alto me divertindo provocando os brutamontes como aquele personagem da peça. Abracei os garotos que estavam ali do lado: - Que tal saírem daqui em, porque eu tenho a noite toda pra perturbar vocês e não vou precisar da comida, ou dos músculos para os deixarem roxos e quebrados. - Semicerrei os olhos olhando para o lado e mordi o lábio pensativo. Fiz um bico e confirmei com a cabeça: - Talvez os faça sangrar um pouco, usar o sangue de tinta é sempre interessante tipo Dia dos Namorados Macabro.

Arregalei os olhos e arqueei as sobrancelhas desafiando os dois de frente pra mim e logo obtive o resultado que queria. Eles bem na brotheragem se bateram com os cotovelos resmungando que ali estava muito estranho mesmo, que eu não era normal e seria ruim começarem uma briga comigo. Talvez a minha inconveniência tenha funcionado mais do que esperava. A caminho da porta já saindo de vista me permiti escorregar no banco duplo e chamei: - Não esqueçam de pagar pelo que pediram apesar de usarem como arremesso no atendente. - Semicerrei os olhos e deixei os braços abertos passando para as costas do outro lado sorrindo e agradeci com a nota de cinquenta dólares na bancada com um resmungo “Fica com o troco.”

Bati no peito de leve acompanhando o grupinho sumindo de vista na rua e enfim comecei a me levantar do banco. Levei as coisas dele para o balcão, sendo apenas quatro pratos com pedidos específicos e a porção grande de batatas. Suspirei imaginando o acidente se fosse com as batatas com queijo, esse desperdício enorme doeria em mim. Peguei alguns guardanapos e peguei o alimento de humilhação no chão e coloquei sob a bancada.

Esperei que o garoto voltasse de lá de dentro e questionei: - Sei que está cansado, vai trabalhar até que horas? Não posso garantir que eles não voltaram e você pode acabar mostrando coisas demais. - Passei o indicador direito no balcão como se desenhasse e sorri com o último comentário. Não queria ficar me mostrando com os poderes e nem pediria o mesmo, mas conversar sobre isso me fazia sentir menos sozinho.



notes: provocando idiotas ; with: Ruivo cara pálida; vestindo: Isso
Thanks Maay From TPO.

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