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Aula 2 - Edgar Hightower

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Aula 2 - Edgar Hightower

Mensagem por Edgar Hightower em Ter Out 27, 2015 9:30 pm




2ª Aula de Espionagem
Mecha Boy



Segunda aula de espionagem! Quem diria? Nunca havia imaginado em toda a minha vida que um dia poderia estar treinando técnicas de espionagens. Na verdade, sempre me imaginei do outro lado da moeda. Á anos atrás, antes de minha transformação, eu via o governo e todos os tipos de corporações secretas como inimigas que simplesmente queriam esconder informações do público. Se ao menos eu tivesse sido consciente de imaginar que tinham boas razões para omitir certas verdades eu talvez não tivesse sofrido uma abdução, transformado em uma cobaia de guerra e sido preso. Talvez nenhuma raça alienígena estaria me caçando. Mas uma coisa é certa. O mundo da volta. A galáxia também.

Enfim, convencido que realmente estava no caminho certo, trabalhando para a S.H.I.E.L.D. em troca de treinamento e tecnologia, dirigi-me para minha segunda aula de espionagem. Infelizmente teria que ficar na presença de Natasha Romanoff. Seria um tormento. Afinal ela era uma perdição para os meus olhos. Ao entrar no hangar de treinamento a pergunta que se passou pela minha cabeça foi “cadê a moça ruiva bonita?”. Esperando os alunos estava um homem. Devido ás pesquisas que fiz sobre a Srta. Romanoff, acabei por encontrar o homem que nos daria aula hoje. Clint Barton, o Gavião Arqueiro. Ex-Agente da S.H.I.E.L.D. Mais um. Primeiro a Viúva Negra, agora o segundo professor. Era impressão minha ou todo mundo que aparecia ali é ex-agente? Talvez o salário não fosse muito alto.

Assenti com a cabeça quando o homem começou a falar, levando os braços para trás e concentrando-me em suas palavras. Seria uma aula sobre equipamentos tecnológicos. Mais uma vez minha curiosidade cativou minha atenção e me fez prestar atenção na aula. Na aula anterior, escutas. Agora, localizadores e rastreadores. Mais um aparato que, de acordo com o professor, era muito importante também. “Os espiões só precisam de tecnologia pra trabalhar?”, pensei. “Melhor para mim”. Concordava com a opinião de Clint. Um rastreador é muito eficaz em vários tipos de situação. Com ele, você sabe o local onde as pessoas ou coisas estão. Junte esse aparato junto com a escuta e você nem precisa estar presente para saber de tudo da vida de alguém.

O professor afirma que saber a localização do alvo é a chave para uma missão bem sucedida. Sr. Barton ainda dá exemplos de situações, tais como: onde ele se encontra, por onde persegui-lo ou simplesmente cuidar de sua localização. O aparato tecnológico era eficaz tanto em inimigos ou aliados. É uma vantagem saber onde estão seus inimigos, para onde estão se movimentando e como escapar ou apanhá-los. Mas se um companheiro corre perigo ou uma vítima foi sequestrada, com o localizador, pode-se rastrear sua trajetória, assim, não os perdendo completamente. Aquilo me fez imaginar que seria útil se cada agente em missão utilizasse um localizador, pois seus companheiros poderiam saber de seu paradeiro. Porém outro pensamento me veio à cabeça: e se alguém utilizasse o mecanismo de um de seus companheiros para rastrear os demais agentes? Seria a queda da missão. O adversário saberia onde cada um dos espiões estaria. Isso era uma dúvida a qual, provavelmente, só resolveria em prática.

Sr. Barton nos alertou que instalar aquele equipamento não seria tarefa fácil. Aquilo fazia total sentido. Uma escuta normalmente fica em algum objeto ou espaço o qual raramente é tirado do lugar. Já os alvos dos localizadores são móveis. Isso deveria acarretar em certas complicações. Barton ainda diz que apesar de um rastreador, geralmente ter a pessoa como o alvo, também é funcional instalado em veículos. Afinal, se o vigiado está no veículo, você sabe sua posição. Se o carro parar, possivelmente o alvo desceu do transporte, e de qualquer forma, ainda pode-se saber se a pessoa está indo para algum lugar. O ex-agente ainda diz que com o rastreador, o espião pode saber os locais onde seu alvo costuma ir.

O Gavião Arqueiro prossegue com a aula, refletindo sobre colocar um localizador nas roupas de uma pessoa e os empecilhos disso. Em um carro, bem instalado, o rastreador vai indicar o caminho. Mas e se após instalar o aparato na blusa de seu alvo, ele decida tirá-la. Isso tornaria o localizador infrutífero. Não conseguiria saber onde o alvo se encontra e pior, poderia perder tempo da missão, procurando o rastreador na pessoa, mas que na verdade está na blusa que ele tirou. Pensei até em instalar na cueca da pessoa, mas seria impossível sem que ele notasse. Fora que até as roupas intimas as pessoas costumam trocar. O professor continuou a explicar que quanto mais próximo o rastreador estiver do alvo melhor, para ter melhor controle de seu espaço, localização e destino. Por isso, instalar o mecanismo em seu corpo, seria exemplar. Quanto mais ele falava sobre, mais eu queria uma resposta de como embutir o localizador de maneira que soubesse que eu não seria enganado pelo meu próprio aparelho e pudesse exercer eficazmente sua função.

Finalmente senti que estávamos chegando á conclusão do problema quando Clint começou a explicar sobre como ter êxito naquela situação. “Uma boa habilidade para instalar o rastreador com sucesso?”, indaguei, mentalmente. “Isso parece um tanto vago”. Parecia que quanto mais eu buscava uma resposta para aquela aula, menos eu me aproximava. O professor então citou “rapidez” e “talento manual”. Compreendi que aquilo realmente era um elemento que catalisaria o êxito do agente que possuísse tais habilidades. Após ser descongelado, utilizei de meus dons para aprender sobre o novo tempo em que me situava. Afinal, fiquei ausente por mais de vinte anos. E com um cérebro que pode se comunicar com computadores e até conectar-se á própria internet, não era tão complicado saber sobre atualidades. E já havia visto como os efeitos especiais progrediram da década de setenta para o novo milênio. Além dos efeitos visuais produzidos por computador, o próprio ser humano aprendeu artifícios que auxiliam na trama da enganação da mágica. Colocar um rastreador em um indivíduo sem ele perceber não seria diferente do ladrão que rouba a carteira do bolso sem que você note ou do mágico que faz algo sumir.

Barton começou a explicar sobre pontos necessários para a instalação de um localizador. Adaptar o rastreador á roupa do indivíduo. Como eu não tinha pensado nisso? Se você der as qualidades semelhantes entre as vestimentas e objetos do indivíduo e o rastreador, consegue-se escondê-lo com perfeição, sendo por camuflagem pela cor ou pelo formato. Às vezes até transformá-lo em algo comum. Por exemplo, retirar um botão da camisa de um alvo e colocar um rastreador no lugar que fosse idêntico ao botão. Seria genial. Assim a pessoal jamais notaria, talvez até mesmo se desconfiasse de você. Mas, como aprendido na aula anterior, deve-se sempre ter a confiança do alvo. Logo que me lembrei de Natasha Romanoff explicando sobre isso, Clint Barton começa a falar sobre o mesmo assunto. Ele e a Viúva eram próximos, de acordo com minhas pesquisas. Deviam ter métodos semelhantes de espionagem.

Mais uma vez a teatralidade mostra-se necessária no trabalho de um agente. Com isso você consegue interpretar um personagem, fingindo laços com as pessoas, focando em seu alvo para poder aproximar-se dele. E quanto mais próximo e quanto mais confiança tiver com o alvo, poderá exercer as suas funções da missão. Trair os sentimentos de uma pessoa parecia ser algo frio. Com sorte eu aprenderia a ser frio nesse trabalho. Mas se aproximar como amigo não é a única maneira. Clint deu exemplos de personagens como chofer, motorista e empregado. Personagens importantes e quase invisíveis á sociedade. Uma pessoa que fica com suas roupas, trás a comida e drinques e organiza o recinto. Por mais que seja um trabalho pouco valorizado, o empregado pode manipular todo o ambiente. Caracterizado nesse papel, o espião pode exercer seu plano livremente.

Clint persistiu e insistiu, enfatizando que a aproximação do espião com o alvo pode ser de crucial importância. Ao gerar um vínculo entre você e sua vítima, ela não suspeitará que justamente quem é próximo dela pode ser um mentiroso profissional. O professor também disse que tal papel pode ser exercido por anos, assim como Natasha havia comentado em sua aula. Mas ela também explicitou que em certos momentos, o tempo não era um aliado com quem pudéssemos contar, nem um luxo que poderíamos ostentar. Após isso, o Gavião Arqueiro mudou de tópico. Bons lugares para instalar um rastreador ou uma escuta nas vestimentas do alvo. Como Clint me fez pensar, às vezes camuflar o dispositivo apenas não garante seu sucesso. Às vezes é necessário um pouco mais de criatividade. O espião citou ideias interessantes, tais como: descosturar e costurar os tecidos, implantando-o internamente ou coloca-lo dentro da sola de um sapato. Quem diria. Espiões também precisavam de habilidades de costureiro e sapateiro. A “observação”, de acordo com o espião arqueiro, era algo essencial. Com todos os pontos atendidos, a missão teria grande chance de sair sucedida. Após os ensinamentos, as perguntas do final da aula.

”Questionário”:

1 – Qual a maneira mais eficaz de se aproximar do alvo para instalar um rastreador em suas vestes?
A maneira mais eficaz é aproximando-se do alvo de maneira amigável, tornando-se confiável e criando um papel através da teatralidade que induza confiança no alvo, que não estranhará sua aproximação. Quando o alvo confiar em você, não suspeitará de nada. Por mais que não seja o meio mais rápido, é o mais efetivo. Amigos ou até mesmo conhecidos não tem problemas com aproximações, mas um estranho sempre é digno de atenção. Ao gerar laços com o alvo, terá diversas chances de se aproximar, dependendo de quão próximo você finge ser da pessoa.

2 – No que um rastreador pode auxiliar quando está instalado no transporte de seu alvo?
Um rastreador instalado no transporte do alvo pode auxiliar em identificar a área onde o alvo saltou do veículo. Afinal, se o veículo estacionar, é provável que seu alvo tenha descido dele. Nesse caso, você terá uma área para procura-lo, o que é melhor do que não fazer ideia de onde ele esteja. E fazendo-se os cálculos, terá uma noção de onde ele está e de sua locomoção. E caso ele não desça do carro, não fará diferença entre o dispositivo estar nele ou no veículo, pois o transporte em que o alvo se encontra poderá ser seguido.

3 – Além das habilidades técnicas de um espião, que característica o torna mais eficaz ao realizar seus movimentos?
Rapidez e talento manual são características importantes para auxiliar os movimentos do espião, podendo implantar o rastreador com eficácia. A rapidez, mesclada com furtividade, pode ajudar muito nessa situação. Com a rapidez, consegue-se ser esperto o suficiente para saber quando instalar o rastreador e também ajuda em seus reflexos caso precise voltar seu movimento. Não se pode prever sempre o movimento do alvo, portanto a rapidez pode ajudar o agente em um movimento equivocado, sem que o alvo perceba. O talento manual ajudará a esconder e implantar o localizador com maior facilidade. Sem contar que com a agilidade das mãos, é possível manipular a atenção do alvo. Os mágicos costumam fazer isso, desviando a atenção para uma mão enquanto usa a outra simultaneamente para colocar o rastreador. Geralmente a mente humana concentra-se em um foco por vez. Se exercer os movimentos em certo contexto, poderá implantar o localizador tão facilmente quanto um ladrão treinado abate uma carteira de um bolso.

4 – Para que a instalação do dispositivo de rastreamento na roupa do alvo seja eficaz, que característica o espião deve ser bom?
O espião necessita ser bom em “observação”. Ao observar e analisar o alvo e suas roupas, ele terá meios de adaptá-lo, camufla-lo e escondê-lo, baseado em ideias concisas de seu plano de como e onde instalar o aparato tecnológico. Por observação o agente poderá encontrar uma dobra de roupa ou algum pequeno bolso para instalar a escuta. Se o alvo retirar a roupa por alguma ocasião, através da observação você poderá analisar como esconder o aparato. Descosturando e costurando a vestimenta, trocando partes da roupa como botões, por rastreadores camuflados e na sola de um sapato, instalando-o internamente na sola. Além disso, a observação permitirá que o agente verifique qual o melhor aparelho para a situação, sendo um localizador da mesma cor da roupa, um localizador semelhante ao botão ou broche, ou até mesmo trocando objetos tais como colares ou relógios, trocando-os por objetos iguais, porém com rastreadores.

5 – Quais são os pontos positivos de instalar a escuta próxima ao corpo do alvo? Cite 3 exemplos.
Instalar a escuta próxima ao corpo do alvo permite com clareza ouvir o que o alvo diz, pois está próxima dele. Além disso, próxima ao corpo, raramente o dispositivo passara por problemas de temperatura como intenso calor e umidade e frio, que geralmente são fatores que danificam a escuta. Por fim, com a escuta próxima ao corpo do alvo, como por exemplo, em suas roupas, a área de detecção de sons não se baseará somente ao local, seguirá o alvo por onde ele for e cada fala dele será ouvida.

Assim que terminei as questões, andei em direção do professor, ex-agente Clint Barton, o Gavião Arqueiro e demostrei uma feição séria. Minha real vontade era de cumprimenta-lo. Dizer “E aí?” e sentar para conversar sobre ele, seu trabalho e claro, sobre a Srta. Romanoff. Se bem que era possível que Clint também sentisse atração por ela. Quem não? Após entregar as questões ao homem, virei-me e segui meu rumo para fora do hangar de treinamento, dirigindo-me para os laboratórios. Ainda estava extasiado com os brinquedinhos que a S.H.I.E.L.D. poderia proporcionar. E talvez após as aulas, quando eu realmente me tornar um agente, eu possa usufruir mais das invenções e tecnologias do grupo.



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