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[TP] Snake's Bar - The beginning . HYDRA

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[TP] Snake's Bar - The beginning . HYDRA

Mensagem por Sarah Schmidt em Sex Nov 07, 2014 6:36 pm


Localizado em cima de um velho bar na Lower East Side, na East 17th Street, era conhecida por vender dois tipos de cervejas; claro e escuro. Atualmente, durante as explosões o navio militar fora arrastado até ali e, por coincidência (ou não), uma parte da carcaça fora transformado num bar com o nome Snake's Bar. Ele também vende as duas cervejas, mas não é tão boa quanto à antecessora. Velhos chapéus guerra foram pendurados nas paredes junto com fotografias antigas de desconhecidos. Uma forma de assemelhar com o falecido bar. O piso metálico vibra com as pisadas das botas e o fedor de óleo, cigarro e suor humano entrelaça com a poeira dos móveis antigos e quebrados.

Por ser um ambiente “rústico”, a maioria de seus visitantes são traficantes, prostitutas, senhores de armas ou qualquer ofício que evoca ao submundo, mediante a isso, os seguranças se equivalem aos visitantes; sempre estando armados e posicionados em cantos estratégicos. O dono do Bar fez parte da máfia Russa, e com ele dois seguranças ficam a posto do seu lado enquanto trabalha. A iluminação é tênue, e aparentemente a temperatura do ambiente é frio, clima perfeito para aqueles que gostam de permanecer nas sombras. O código do lugar é: "Não mexa com quem está quieto e não perderá a vida."
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Re: [TP] Snake's Bar - The beginning . HYDRA

Mensagem por Sarah Schmidt em Qua Nov 12, 2014 11:43 am

burning
burn all the bones
Você já se apaixonou alguma vez? Não estou falando daquelas paixonites idiotas de adolescente, e sim, aquilo que faz seu sangue ferver a ponto de elevar a voz e expelir toda a exaltação contida. Foi mais ou menos o que experimentei quando assistir de camarote o mundo ser reduzido a pó; cidades queimando, e humanos clamando em desespero. Adrenalina pura. Uma pena que um dos meus restaurantes favoritos teve o mesmo fim. Trágico--certo, isso não é tão trágico comparado ao lugar onde estou; numa espelunca, rodeada por homens de aparência e pensamentos tanto primitivos que relaciona-los com os homens das cavernas seria um insulto. E, por ironia, era localizada na carcaça de um navio militar.

Esse é o lugar perfeito para dois tipos de pessoa: aqueles que gostam de manter o papel de não-estou-nem-aí-para-o-mundo-apocalíptico, e aqueles que se aproveitam do momento. Mas no mais profundo de suas almas, eles sabem que é um bando de inúteis, e que nem a própria morte se importou em olhar na sua direção. Atentei seus olhares e pensamentos curiosos e sedentos por carne. Mais uma coisa que eles sabiam era que não deveriam ousar a se aproximar de mim, pois sentiam nos próprios ossos o perigo, e depois deste evento deslumbrante, lei e ordem é, literalmente cega. Fecho meu livro “DEATH COMES TO FIND YOU” - autor desconhecido, lentamente, e a ponho sobre a mesa de madeira fazendo-o ranger. Cruzo a perna com graça e beberico minha vodca falsificada amarga.

Tudo ali estava terrivelmente acabado, ou melhor, usado. Cada peça fora comprada ou encontrada no lixo e posta ali imitando um bar de luxo. Estalei a língua pelo mau gosto, mas era o fedor que me atingia. Faço careta e tento o máximo ignorar o fato do lugar feder a peixe morto, a cigarro e a suor de porcos, enquanto imaginava a melhor tortura para cada um dos corpos imundos. Tamborilo o dedo na mesa criando um ruído irritante com as unhas, quando fantasio amarrar o homem parado na porta do navio/bar numa mesa fria e arrancando bem devagar os seus dentes com um alicate de jardinagem.

Suspiro. Queria ter feito isso com a minha presa de hoje mais cedo, mas pagaram para não deixa-la sofrer, por isso enterrei-a viva. Queria ter brincado um pouco mais. “A vida nunca é como queremos até a morte vim te buscar.” Sussurro uma frase do livro. Engraçado encontrar este livro com ele, e mais ainda quando fez uma expressão de surpreso ao sentir a terra cobri-lo... ou foi porque cantarolava uma música de ninar ao mesmo tmepo em que eu o enterrava?

Olho para o relógio de pulso, e sinto em um arrepio gélido a presença de minha convidada especial. Sua mente era única, e mesmo que negasse minha entrada a ela, reconheceria em qualquer lugar. E quando a sombra da maldade surge, deixo um sorrisinho felino escapar. — Estava a sua espera devushka. — falo com o meu sotaque russo.
© LOUIS!

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Re: [TP] Snake's Bar - The beginning . HYDRA

Mensagem por Evie Tucker em Qui Nov 13, 2014 7:42 pm

i'm a nightmare dressed
like a daydream...
Caos. Para muitos significa um estado físico ou sentimental. Na mitologia é considerado a primeira divindade a surgir no universo, portanto a mais velha das formas de consciência divina. Para mim significa alimento, fonte de fortalecimento que me deixa forte cada vez que uma briga é iniciada ou uma explosão como a que acontecera recentemente. Durante o bombardeio nas principais cidades da Terra, me senti como uma criança brincando em um parque de diversões e cheia de doces nas mãos.

Parte do mundo fora reduzido somente a destroços, quase não havia sobreviventes e aqueles que milagrosamente conseguiram escapar da morte estavam lutando pela sobrevivência. Fico emocionada ao ver isso, só que não. Em meio aos entulhos de um prédio na principal rua de New York, lá estava eu. Sentada em cima de uma grande rocha, com os olhos fechados, só sentindo o vento bater em meus cabelos e suspirando levemente, tentando criar em minha mente as diversas cenas de pânico e dor que as pessoas ali passaram durante o bombardeio nuclear. Porém, não consegui pensar em minhas coisas, esse é o problema de uma morte rápida. Qual o problema com torturas? Ao meu ver é a melhor forma de acabar com uma pessoa. Podemos apreciar seu sofrimento de perto, observando-os desejando desesperadamente que a morte viesse pegá-los logo e ouvindo a maravilhosa música que são seus gritos de dor.

Pode me chamar de maluca, masoquista ou uma forma semelhante a quem adora essas coisas, mas seja qual for o nome, eles estão certo. Desapontada, me levantei e deixei escapar um suspiro desgostoso, descendo da grande rocha e caminhando em direção ao que sobrara naquela cidade, indo a um encontro onde alianças seriam concretizadas. Caminhei até a Lower East Side, na East 17th Street, onde um bar que fora destruído pela explosão fora reconstruído por alguns sobrevivente usando algum tipo de carcaça naval, criando um novo, porém nojento bar. Seu nome me chamara a atenção, Snake's Bar. As cobras são criaturas fantásticas, não? Seres adoráveis e com escamas lindas e de cores variadas, dependendo da raça do animal.

Adentrando no recinto, avistei alguns velhos chapéus pendurados nas paredes junto com fotografias antigas de desconhecidos. Virei meu olhar à minha volta, observando a classe das pessoas que visitam aquele lugar e tudo isso me lembrava muito dos tempos em que eu passara no bordel da Von Drachen, tempos difíceis. Não dei muita importância aos ratos que ali estavam e continuei a caminhar, adentrando mais ao centro até chegar próxima de uma mulher loira que estava sentada em uma das mesas ali. Seu sotaque russo era sinistro, seu sorriso era mortal e definitivamente era com ela com que eu iria me encontrar.

— Desculpe-me a demora, minha cara. Eu estava dando um passeio por essa linda cidade... — disse eu, deixando claro meu sotaque italiano. Sentei-me em seguida em uma cadeira à frente da mulher, fitando seu rosto por alguns segundos, com um sorriso maléfico em minha face.  


WORDS: SEI LÁ '-'
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Re: [TP] Snake's Bar - The beginning . HYDRA

Mensagem por Vitali Vincenzo em Sab Nov 22, 2014 6:45 pm

Totally Crazy

O submundo da vergonha
Minhas botas estavam encharcadas de lama, meus passos estavam pesados e minha respiração abafada. A máscara em nada ajudava. Seu purificador de ar estava funcionando perfeitamente bem, mas a densidade do ar estava ridícula. Sempre que olhava ao redor via destruição, cinzas espalhadas por todos os lugares. A vida estava escassa, os sobreviventes quase não apareciam. Solidão reconfortante eu sentia, com ela eu conseguia continuar meu caminho livre de pensamentos. O som que chegava aos meus ouvidos estava perfeitamente bom. “Wish you were here” caía como uma luva naquele momento. Muitos dias se passaram desde que me formei e muita coisa aconteceu. Sebastian Shaw me aceitou como discípulo e me enviou em uma missão com um único objetivo: Desenvolver os objetivos restantes da forma como eu desejasse. Ele me enviou à H.Y.D.R.A, eu tomei a confiança deles e agora sabe-se lá o que vai acontecer.

Um encontro marcado naquele dia era só o que eu tinha, além da companhia de John. Ambos andarilhos solitários procurando apenas qualquer lugar que se pareça com o ponto de encontro. Nossas míseras vidas adquiriram um aspecto tão infame quanto meus pensamentos, éramos destruidores de qualquer ser. Aniquilar vidas me parecia ser divinamente agradável, mas não poderiam ser quaisquer vidas. A humanidade ainda tinha o direito de evoluir mais uma vez pelo meu ponto de vista. Os mutantes são, de fato, superiores aos humanos, mas ainda são imperfeitos, não são fortes o suficiente. – Chegamos. – John sussurrou com volume certo para que eu conseguisse ouvi-lo. Um pub que fora destruído e então reconstruído, mas acredito que a reconstrução não seja tão boa quanto ele era antes.

Continuei avançando até a porta do estabelecimento e anunciava para quem quisesse ouvir. – Não mexa com quem está quieto. – Gritei, encarando os seguranças que estavam ao lado de fora. A máscara alterava significantemente minha voz para um tom mais grave, deixando-a assustadora aos ouvidos de qualquer ser humano. Com passos lentos e pesados me aproximei da porta. – E não perderá a vida. – Sussurrei e por fim entrei. Quem liga se eu chamei atenção ou não, aqueles bandos de zé ruelas não tinham capacidade para se voltarem contra mim. Bati as botas ao chão para limpar a maior parte da lama e adentrei um pouco mais. Não conseguia sentir o cheiro daquele lugar por causa da máscara, mas eu sabia como aquele lugar deveria cheirar, mofo.

Observei bem todos os que estavam ali. Fumantes, bêbados e sem objetivos. Mas algo estava contrastando diferente, algo não pertencia àquele lugar, então eu as vi. – Não são feias... Perdi a aposta, ainda bem. – John sorriu de canto. Andei até as duas que me foram informadas e puxei uma cadeira para sentar à mesa delas. Minhas mãos foram à máscara e desativaram-na. Algo como um som de vapor pôde ser ouvido e a máscara foi desconectada do meu rosto. Coloquei-a sobre a mesa e retirei um cigarro juntamente com o Isqueiro Zippo do bolso. Acendi e dei a primeira tragada. – Boa noite, senhoritas. – Meus olhos passaram brevemente pelos rostos das garotas, não queria manter contato direto. Duas mulheres que vieram sozinhas para um bar com vários marmanjos com certeza sabiam o que estavam fazendo.

thanks, ♛ and ▲
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Re: [TP] Snake's Bar - The beginning . HYDRA

Mensagem por Richie Huginn em Dom Nov 23, 2014 10:01 am





Off-post info

Uniforme Protetor - +2 de DEF, +1 de ESQ:


Objeto pessoal / Artefato:

Um cajado feito de uma espécie de metal preto, com detalhes pontiagudos e, na ponta, o que lembra um corvo com suas asas abertas, um grande bico curvo e aquamarines (pedras preciosas) no lugar dos olhos. Ao redor do cabo, com regulagem de tamanho, estão dispostas lâminas em formato de pena, anexadas perfeitamente ao mesmo, como se fossem partes dele, ainda que sejam destacáveis. Elas podem ser lançadas como adagas, se necessário.

Ao fazer o movimento certo com o cajado, as penas mudam de posição, formando uma espécie de escudo. A ponta do cajado que toca o chão, possui um compartimento do qual uma lâmina retrátil fina e ricamente trabalhada com runas pode irromper durante o combate. Ele é mais um catalisador do que uma arma propriamente dita, permitindo Richie controlar melhor seus poderes, ou auxiliá-lo caso não possa utilizar magia, dando-o força para lutas físicas, por ser extremamente útil. Nem é preciso dizer que ele não larga o cajado por nada.

Perícias:

BLOQUEIO - O jogador adquire maior habilidade em bloquear os golpes de seus inimigos. Utilizando dos braços, de escudos, de objetos ao seu redor. Esse personagem tem maior capacidade de se defender do que qualquer outro. Recebe +2 pontos de DEF em apenas 1 movimento, 1 vez a cada 2 turnos. O bônus dessa perícia aumenta +2 pontos a cada nível que subir. Utiliza-se de seu cajado e de suas magias defensivas para este fim.

ACADÊMICA

NORNS - CONHECIMENTOS MÁGICOS - Além de grandes guerreiros, Asgard também forma excelentes magos e feiticeiros. Educados na arte da magia, os magos asgardianos tem maior resistência contra qualquer ataque magico ou feitiço utilizado contra eles. Essa aula ensina a arte da defesa magica, assim como o conhecimento de como resistir a feitiços. Essa pericia concede +1 de DEF em qualquer magia de defesa e +1 de ATK em qualquer ataque mágico que realizar. A cada nível que o personagem subir, o bônus aumenta +1 ponto.

Desvantagens:

EFEITO COLATERAL - Como resultado de suas tentativas sucessivas de recuperar sua memória, ele acabou adquirindo uma doença respiratória, que frequentemente o faz tossir sangue e ter dificuldades para inspirar e expirar.   *Após três turnos seguidos utilizando seus poderes, o efeito colateral é ativado. Depois de sua ativação, o usuário recebe -3 ao usar os poderes e perde 2HP a cada quatro ações ofensivas (ataques).

DÍVIDA DE SANGUE - Deve aos deuses do panteão Vanir e principalmente a Mimir, por ainda estar vivo e principalmente por ter adquirido uma forma humana, sendo assim, apesar de seus interesses próprios, frequentemente se vê tomando decisões que de preferência não os afetem diretamente além de que, naturalmente, os deve favores, por questão de honra e por já ter sido Grão Feiticeiro deles.

Considerações finais:

 Gostaria de agradecer à Juliana, minha beta reader e à Clumsy, pela sua ajuda constante no que diz respeito ao aspecto criativo e aos códigos em si. ;)



Snake's Pit,


 Francamente. Eu sumo por alguns dias e essas crianças quase destroem o mundo... Agora eu caminho pelos destroços, as ruínas da grande metrópole que New York já fora. Um atentado nuclear, é sério isso? Humanos e suas armas de “destruição em massa”. Chega a ser fofa a tentativa patética destes vermes de controlar forças além de seu entendimento, fissura nuclear... O que eles sabem sobre átomos? As partículas que formam tudo aquilo que conhecemos? Absolutamente nada, tolos ignorantes. Mas isso não os impede de meter os narizes onde não são chamados, obviamente. Eles brincam com o desconhecido como filhotes brincam com suas presas; continuam fuçando, cutucando dubiamente o objeto de sua fixação até que haja uma reação. Criaturinhas detestáveis, de egos inflados cujo deuses se impressionariam. Falo por experiência própria, dada minha afiliação a eles.


 Sabe, um tempo atrás eu achei que possuía ideais em comum com aqueles que causaram tudo isso. Até mesmo me aliei a eles, no que parecia um acordo de veras favorável, lucrativo até, para ambas as partes. Mas logo após completar minha primeira tarefa junto a eles, percebi seus verdadeiros objetivos. Eles achavam que conseguiriam trazer algo de bom através dessas tragédias. O que eles falharam em notar sobre a sua própria história é que os humanos têm essa incômoda mania de dar a volta por cima de seus obstáculos. Eles não hesitam em continuar, não importa a situação. Seguem em frente e se for preciso enfrentam o inevitável, nunca permitem-se ao luxo de deixar a esperança lhes fugir os olhos. Talvez seja isso que os torna fascinantes, apesar da sua capacidade infinita para a barbárie.


 O fato é que meus até então aliados acabaram dando uma arma à humanidade. Eles lhes devolveram a esperança, criaram um senso comum de vontade de perseverar entre a espécie, a vontade de continuar existindo, custe o que custar. Esse foi o maior erro de Shaw. Ele achou que faria com que os humanos se rendessem. Ingênuo da parte de alguém tão inteligente quanto ele. Uma pena eles não terem percebido seus erros antes. Bem que tentei avisar e, como consequência disso, fui atirado em uma outra dimensão. Preso pelo que pareceram anos, felizmente o tempo passa diferente por aqui, questão de meses.


  Me locomovia com moderada facilidade pelos escombros do que aparentava ser a East 17th Street, ainda que pela aparência pós-apocalítica do lugar, eu poderia estar em qualquer outra parte de New York sem sequer notar. Pulei de alguns pedaços de concreto que pendiam de um prédio prestes a desabar e toquei o chão com a leveza de uma pluma. Utilizei meu cajado para me apoiar, já que durante a viagem inesperada na qual Encantor me enviou eu acabei por ferir meu joelho. Aquilo demoraria um tempo para sarar. Continuei perdido nos meus devaneios sobre a humanidade e o seu potencial. Pensei no que disse a Shaw quando recusei-me a continuar contribuindo com seus planos.


“- Se nós matarmos toda essa gente, quem vai restar para nos servir? Quero um exército de súditos, não de cadáveres.”


 Soa um tanto maligno mas, ao meu ver, eles são muito mais valiosos vivos do que mortos. É a velha e tão subestimada matemática. Que outra raça possui tanto potencial de mão e obra e população invejável, esperando, tão frágil, para ser dominada? Certamente eles não são tão poderosos quanto nós Asgardianos, no entanto, eles nos superam em números e são mais facilmente controlados. Entende onde quero chegar? Tenha os humanos sob controle e você têm um mundo inteiro de possibilidades, literalmente. Suspirei e em seguida inspirei fundo, o ar empoeirado e sujo, o cheiro metálico da oxidação das vigas de metal dos prédios e dos outdoors impregnou minhas narinas. Limpei a garganta e voltei a caminhar, subindo a rua até chegar ao meu destino.


 O local já dava sinais da presença humana. Havia motos velhas e desgastadas estacionadas precariamente, próximas ao que parecia um hidrante estourado, entortado de forma anormal, provavelmente devido a um impacto muito grande, talvez de um caminhão? Percebi os primeiros sinais de vida por ali. Alguns homens corpulentos fedendo álcool riam de forma bestial, sobre nada em especial. É claro que eles não perceberam a minha presença, tampouco desconfiavam estar sendo observados já que eu estava me camuflando com um feitiço. Apenas levantei uma sobrancelha. Já começara a duvidar da proposta que recebi dias atrás, daquela garota peculiar. Sua beleza era única, seus traços marcantes. Parecia arisca e soava arrogante, um tanto prepotente até, o que me fez simpatizar com ela, mantendo-a viva para terminar de dizer o que tinha a propor.


 Educadamente, ela argumentou sobre a possibilidade de mais uma vez eu aliar-me aos humanos. Sabia muito mais do que aparentava e articulava suas ideias com maestria, tentando me manipular ao tempo que respeitava minha astúcia, sabendo que no fim das contas ela não possuía qualquer coisa que fosse para me persuadir. Falava de um mundo ideal no qual as massas seriam controladas por um poder central, que ditaria o rumo dos acontecimentos. Na mente dela os seres humanos eram como um rebanho de ovelhas, sensíveis, assustadas e desamparadas, precisando de alguém para guia-las. Não preciso dizer que adorei a ideia. Era a forma perfeita e ao mesmo tempo irônica de dar o troco em Odin.


 Concordei em encontra-la neste tal de Snake’s bar, já sabendo o nível do que me esperava.  Uma espelunca humana do nível mais baixo. Ao menos o nome tinha seu charme. Um covil de cobras, era exatamente a imagem que vinha à minha mente quando eu olhava para o lugar. As portas de metal estavam escancaradas, uma das barras de segurança dela repousava no chão, sinal claro de que não zelavam muito pela aparência do lugar. Não havia janelas lá dentro, era apenas um grande espaço com cheiro de ferrugem, suor e bebidas baratas. Tudo que eu menos precisava naquele momento.


 Reconheci a garota de antes dentre a multidão. Sinceramente esperava bem menos gente por ali, que parte de Apocalipse era tão difícil assim para eles entenderem? A ideia do evento em si já é a aniquilação dos seres humanos, de forma a ser difícil encontra-los por aí. Dispersei meu feitiço de percepção, permitindo que eles me vissem, ainda que já soubesse que a loura havia percebido minha presença, de alguma forma. Ela estava acompanhada de uma garota aparentemente de sua idade, ruiva, igualmente atraente. Em frente a elas sentava-se um rapaz um tanto estranho. Algo não parecia certo sobre ele. Enquanto eu sentia claramente as auras mágicas vindas das duas, não sentia nada de especial vindo dele, apenas uma vibração estranha, como se ele estivesse influenciando as partículas do ambiente apenas com a sua presença.


- Boa... Devo dizer tarde? Com o céu assim tão acinzentado por praticamente o dia todo não posso dizer precisamente que horas são. - Puxei uma cadeira e sentei-me à mesa. Os outros dois me olhavam surpresos, pareciam não saber que eu fora convidado. A outra jovem assumiu uma postura defensiva, mas a loura gesticulou para que eles relaxassem. - De toda forma, não estamos aqui para discutir sobre o tempo, estamos?


 Estendi minha mão na direção da ruiva, que me encarou por um instante. - Não creio que tive o prazer de lhe conhecer anteriormente, mylady. - Ela então entendeu o gesto e ofereceu sua mão, beijei-a de forma galante, sem quebrar o contato visual. - Me chamo Richard Huginn, mas podem me chamar de Huginn apenas.


 Assenti para o jovem, que me encarava sério. Ele não parecia do tipo que lidava com apertos de mão, tampouco com apresentações mais tradicionais, como do caso da garota. Sarah, como se chamava a loura que me contatara, começou a reunião. Todos pareciam um tanto desconfortáveis com exceção de nós dois, então decidi amenizar o clima. Percebi que a bebida dali era terrível, ao vasculhar a mente de alguns pés rapados que estavam no balcão.


- Detesto discutir negócios na ausência de algo para beber. - Estalei os dedos e uma garrafa de Bourbon surgiu sob a mesa num flash de energia negra luminosa. As garotas provavelmente não se importariam em me acompanhar com o vinho, mas o rapaz poderia ter um gosto diferente. Ainda que eu ache deselegante invadir a mente de possíveis aliados, percorri de leve a superfície de seus pensamentos. Eles eram confusos e desconectados, completamente ilógicos e nada coesos. Vi flashes de imagens fora de foco e ouvi palavras incompreensíveis. Parei de tentar entender o que quer que fosse que se passava na cabeça dele e decidi fazer as coisas da forma antiga. - O cavalheiro aparenta possuir gosto por bebidas fermentadas, estou correto?


 Ele assentiu, concordando com o meu palpite, para meu alívio. Com outro estalar de dedos um copo de cerveja preta surgiu próximo a ele. Nenhum deles parecia intrigado com os meus poderes. Jovens hoje em dia são difíceis de impressionar, pelo visto. Abri a garrafa de vinho e servi as garotas. A ruiva, que havia se apresentado como Ivy deixou que eu enchesse a sua taça até a metade, como o usual. Já Sarah me interrompera com um sinal para que eu parasse de preencher a dela bem antes de a bebida tocar a metade do recipiente. Não gostava de beber em serviço, sábio de sua parte. Voltamos a discutir os negócios, agora que estávamos abastecidos de bebida de verdade e não da água suja que serviam naquele lugar.

Observações:

*Verifique as informações extra ao deslizar o mouse pela borda do template.
**O link para os níveis do meu personagem encontram-se na assinatura, bem como o link para minha ficha.
***Qualquer problema favor entrar em contato via MP.

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Ivy, Sarah and Vitali.
Where:
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Re: [TP] Snake's Bar - The beginning . HYDRA

Mensagem por Clover Westbrooke em Seg Nov 24, 2014 3:12 pm




garden of evil














All systems go, the sun hasn’t died... — a melodia entoada por uma sonoridade manhosa ecoava em meio aos destroços, enquanto o dono daquela voz rouca saltitava por entre os pedregulhos, como se lhe divertisse estar em meio ao que sobrara de uma catástrofe nuclear.

Os restos do que outrora deveria ser a metrópole da Grande Maçã serviam-lhe de descontração; Clover mirava seus olhares curiosos pela extensão da campina, volvendo desde o horizonte onde o ocaso de punha ao ocidente, imaginando se ali deveria ser a localização da estátua da liberdade que não mais se fazia presente, formulando em sua mente perturbada o cenário do cartão-postal de sua querida Nova Iorque - ou ao menos o que lembrara dela -, comparando-o com a visão encantadora diante de seus olhos.

Durante o ocorrido, encontrava-se retido na instituição de Sebastian Shaw. Levou bastante tempo até que pudesse conseguir o passe de ano e deixar sua proteção, optando por seguir seu próprio caminho. Lhe era grato por tudo o que tinha feito por ele, acolhendo-o quando se encontrava em um momento de descobertas assustadoras e muita confusão, entretanto, ainda era dono de sua vida - ou das sete, não sabia ao certo - e possuía seus próprios ideais, aos quais seguia com veemência.

Ao deixar a academia, então pôde ver de perto o que restara de sua cidade natal e por mais macabro que fosse, nada lhe abalara, pelo contrário, o enchia de júbilo saber que muitas vidas mesquinhas haviam sido perdidas ali, as mesmas que o rejeitara quando pequeno, que negaram a lhe erguer uma mão quando mais necessitou. Soltou um risinho contente, acreditando que tudo agora estava em seu devido lugar.

Continuo o seu caminho, portando um equilíbrio invejável enquanto subia de rocha em rocha, saltando em pedaços de concretos e deslizando por barras férreas, tomando um caminho qual parecia ter decorado muito bem. Não tardou a chegar a uma encosta, similar a uma viela, onde um barzinho de aparência acabada e mau cuidado tornava-se visível à medida em que se aproximava. Recuperou a postura corriqueira, chegando perto o bastante para visualizar a figura de homens de porte atlético notáveis; mal encarados, pareciam portar o ofício de seguranças do estabelecimento. Westbrooke sorriu, um tanto moleque.

— Olá, rapazes. — os saudou em com seu típico ronronar, perpassando pela porta agilmente, quase imperceptível; era tarde demais para que o detivessem, visto que já se misturava com as pessoas que perambulavam ali, todas exalando a mesma aura de degradação e desprezo, somando-se com o cheiro putrefato que era emanado do interior. Rolou os glóbulos, torcendo o nariz. Não poderiam ter escolhido um lugar um pouco melhor?, pensou, exasperado.

Varreu o perímetro com suas íris esverdeadas, logo reconhecendo a quarteto disposto em uma mesa angulada um pouco aos fundos do bar. Os obteve como alvos, rumando na mesma direção. De todos os quatro presentes, apenas portava conhecimento sobre a identidade do rapaz mais velho, o mesmo que era seu colega e parceiro desde a instituição de Shaw. Lançou um riso cordial aos demais e, por falta de assentos disponíveis ao derredor do móvel, optou por se acomodar sobre a mesa mesmo, sentando na beirada.

— Cheguei! — espreguiçou-se, exibindo parcialmente o corpo delgado encoberto pela jaqueta de couro que emoldurava o tórax e a camiseta cinzenta. Cruzou as pernas, adotando a pose de um adolescente rebelde. — Então... qual é a boa? — estalou o chiclete, voltando a mascar. Como todo gato, adorava ser o palco das atenções.

Snake's Bar | Amigos? | Visual

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the shadow cheetah

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Re: [TP] Snake's Bar - The beginning . HYDRA

Mensagem por Sarah Schmidt em Sex Nov 28, 2014 2:31 pm

burning
burn all the bones
Desde o momento em que todos se puseram naquela minúscula mesa de madeira, entre os desengonçados sobreviventes, um vento gélido roçava a carne fedida dos homens do Snake’s Bar. Eles quase podiam sentir a unha afiada da morte toca-lhes na nuca caso ousassem a se mexer. Alguns permaneciam inquietos, imóveis, bebericando a falsa e amarga bebida, enquanto outros tentavam ignorar o fato dos cinco estranhos obviamente possuírem auras assassinas. Nem precisei sondar suas mentes medíocres para saber de seus desprezos, clamando que nós fossemos embora. Deixei um sorriso frio escapar apenas pela diversão, pois me deliciava com a sensação do desespero e de seus medos por estarmos ali. Inclinei o corpo para frente e fitei as belas feições de Ivy, e então, imaginei como ela deveria se sentir naquele momento com tantas mentes em caos. Pelo menos isso a faria esquecer-se do lugarzinho ridículo onde estamos.

Atrevi-me a olhar aos meus compatrícios, sentados nas cadeiras simples e acolchoadas e, outros quase debruçando a tosca mesa que rangia devido ao peso. Tinha que admitir, aquele grupo era um tanto instigante, e ainda assim teria que tomar cuidado com alguns deles. Exibo um sorriso felino e antes de iniciarmos a reunião, lanço olhares calorosos para o mais novo Agente da H.Y.D.R.A. Chamei-o num sussurro firme da mesma forma que fazia com os meus gatos. — Venha garoto, deixe-me dar uma boa olhada em você. — digo estendendo as mãos à sua direção. Era notável a sua alma felina; manhoso, selvagem e astuto. E como sabia que não se negaria ao toque, puxei-o de supetão para mais perto, e por breves segundos ficamos nos encarando, admirando nossos olhos azuis, em silêncio. Então, induzindo uma leve dor, pus-me para dentro de sua mente. “Sinto. Não. Posso afirmar que seu olhar é um convite ao perigo e sem ele, a vida não teria graça, não é?” Aperto sua mão contra a minha com força, e a súbita vontade de esfrangalha-lo passou da minha mente a dele. “Do jeito que eu gosto.”

Liberto-o tanto do elo psíquico quanto de meu aperto. — Belo, forte e atrevido. Características perfeitas para estar neste grupo. — atento aos outros dando um sorriso modesto do canto da boca. — Então me deixe apresenta-los. Eu sou Sarah Schmidt. Esta ruiva ao seu lado é Ivy Doutzen, e Vitali Vincezo. Suponho que os dois já se conheçam do Instituto. Ótimo. E por último, aquele que ninguém esperava Richie Huginn, o Asgardiano que nos ajudou a trazer a nova Era. — profiro sonoramente divertindo-me com a situação. — Bem, acredito que gostariam de estar num lugar... menos rústico, estou certa? Me desculpem. — digo com desdém. — Com este súbito clima, infelizmente os melhores lugares viraram Poroshok (Pó). Mas agradeço por aceitarem vir aqui. — olho para o jovem Clover. — É admirável.

Terminando as apresentações, decido por fim relembrar dos motivos daquele encontro. Estalo os dedos e, discretamente um homem de semblante cansado e vazio, surge detrás da sustentação de metal enferrujado, ele era um dos seguranças do Bar, mas me apossara dele mentalmente e fisicamente para ser meu criado do dia. Sem rodeios o criado entrega-me minhas cartas de Tarot. Organizo-as na posição de leitura de dez cartas. Fecho os olhos, inspiro fundo e canalizo minha energia nelas. — Shaw falou muito bem de vocês dois, Vitali e Clover. E, olha que é raro da parte dele dizer boas coisas de alguém. — Abro os olhos, e fito seriamente rosto a rosto. — Sim. Podemos ter ideais complemente diferentes, mas gosto de saber com quem estou lidando. E Richie, querido, ele contou-me sobre suas desavenças.

Contive uma risada esnobe. Não ligava com o que Shaw pensava ou fazia, mas saber que Richie conseguia deixa-lo enfurecido, era um trunfo do dia. Num dar de ombros viro a primeira carta; sinaliza a situação presente, e também representa o estado do consulente, isto é, sendo A Lua é uma carta das magias ocultas, dos feitiços. A segunda carta é O Diabo; a carta da magia negra, dos vícios, também significa este é um de meus obstáculos. — Então vamos ao que interessa, sim? Barão von Strucker me colocou a frente deste grupo, neste caso, contem-me o que sabem de suas atuais posições e quais são suas duvidas sobre elas. — digo sem levantar os olhos das cartas. Enquanto cada um falava, continuava a virar as cartas. A terceira mostrou A Sacerdotisa. Sendo a representação da feiticeira, devo tomar cuidado com os meus pensamentos e reações à situação na qual estou envolvida. Então, para o meu desgosto as três cartas seguintes foram, Mago (O manipulador. O farsante), A Roda do Destino (Inveja, instabilidades, mudança) e O Pendurado (Indica amarrações. A vitima das situações.  Vingança de alguém), a pior combinação que um consulente poderia querer.

IMAGEM DAS CARTAS

Meu sorriso desaparece tão rápido quanto viera. O que eu sentia desde o inicio revelava-se nas cartas, e elas nunca mentem. Algo daria errado em meus planos, e o obstáculo estava mais perto do que imaginava. Meu semblante voltara a anuir e, sorrir guardando a raiva dentro de mim. Tamborilo os dedos na mesa e de forma impassível vejo a carta da Morte (grandes transmutações, Situações difíceis), A Torre Invertida (ruína. Magia para perder tudo), O Julgamento (Erro. Interferências de espíritos, Ofuscamento da Inteligência) e Justiça Invertida (grande desordem). Alguém ousaria a passar a perna em mim.


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off: mals pelo péssimo post. sem criatividade.
© LOUIS!

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Re: [TP] Snake's Bar - The beginning . HYDRA

Mensagem por Evie Tucker em Dom Nov 30, 2014 11:03 am

i'm a nightmare dressed
like a daydream...
Pouco tempo depois da minha chegada, outros membros de nossa organização foram chegando aos poucos. O primeiro a adentrar no recinto depois de mim fora um homem alto, cabelos loiros com um corte assimétrico. Senti algo diferente no mesmo, algo caótico... como se ele fosse um poço caos e desordem. Logo em seguida outro homem chegara, desta vez um mais elegante.

O modo como ele caminhava era um pouco estranho, como se o mesmo achasse que era um Deus e nós meros mortais. Ele estendera sua mão quando virou seu olhar para mim. O encarei por um instante e entreguei-lhe a minha mão direita, que fora beijada beijada elegantemente em seguida enquanto seus olhos me fitavam.

— Prazer em conhecê-lo, Sr. Huginn e seja bem vindo a isso que chamam de bar. — disse eu, cruzando as pernas em seguida. Virei meu olhar para a entrada e observei mais um jovem chegar no local, porém um pouco mais novo do que os outros dois anteriores.

Sua beleza chamara minha atenção. Seu físico é de alguém que faz exercícios constantes, seus cabelos cor de cobre e íris azuladas mostram como o mesmo possuí uma beleza única e totalmente imbatível. Diferente do primeiro que chegara, não senti nenhum caos vindo do mesmo e isso provava que ele possuía uma pureza indolente, tornando-o irresistível. O modo como chegou e como sentou-se à mesa mostrou um personalidade rebelde, típico de alguém em sua faixa etária.

Sarah começara a falar, apresentando-nos ao trio de jovens à nossa frente. A mesma mantinha sua personalidade forte enquanto falava, deixando explícito que era ela quem estava no comando desta nova fase de nossa organização. Enquanto conversava, a loira mexia em seu baralho de Tarot e para ser sincera eu que nunca que entendi essas coisas de magia e tudo mais.

— Atualmente estou infiltrada em uma das bases da S.H.I.EL.D, atuando como uma agente nível seis. — virei meu olhar para o homem atrás do balcão do bar e fiz um sinal com a mão, pedindo-lhe uma bebida. — Além de conseguir a confiança dos agentes de rank mais alto que eu, tenho acesso a alguns de seus projetos confidenciais e dados de diversos agentes e missões realizadas até hoje. — entrelacei meus dedos, fitando o rosto dos garotos.

Um homem detrás de mim aparecia sutilmente e colocara uma bebida na mesa pelo meu lado direito, afastando-se em seguida. Dei uma golada no líquido, deixando-o na metade e voltei a olhar os garotos, esperando que contasse o que cada um estava realizando em suas missões especiais.  


WORDS: SEI LÁ '-'
 NOTES: SARAH, VITALI, RICHI AND CLOVER


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C
ome to
Mama!
If you catch me in my zone it may be you lucky day
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Re: [TP] Snake's Bar - The beginning . HYDRA

Mensagem por Vitali Vincenzo em Ter Dez 09, 2014 4:29 pm

Totally Crazy

O submundo da vergonha
Que ser eu seria se sucumbisse à nostalgia em pleno verão invernal, numa época em que só os loucos sabem como a vida é boa, em que todos sabem que o cachimbo da paz é proibido, em que o astronauta pensa em voltar para a Terra por dizer estar sentindo saudades? Um milímetro de sentido é o necessário, sem ele, nada faz sentido. O que seria tudo se o mesmo fosse nada? - Qual é meu irmão, vai ficar pensando merda na minha cabeça? - O ar estava cheirando tão bem naquele lugar. Fumo, bebidas, desgraça, infelicidade e desonestidade. A imparcialidade de John estava me tirando a paciência, ele não queria saber o que estava acontecendo, mas deveria. Estávamos ali para dar os primeiros passos na conquista, sim, conquista. Dei um trago no cigarro e prendi a fumaça por alguns segundos, sentindo a nicotina fazer seu trabalho. Eu conseguia sentir os efeitos da primeira vez em cada tragada, me sentia feliz por ter uma mente tão confusa e fazê-la pensar que nicotina alguma nunca havia entrado em meu corpo.

A fumaça foi se libertando gradativa, devagar e sensual. Mais duas figuras haviam aparecido na festa. Um eu já conhecia, Clover Westbrooke, colega de classe no Instituto Shaw, mas eu não sabia o que ele planejava fazer depois de se formar. Encarei-o por dois míseros segundos, perdido em meus pensamentos insanos tentando encontrar uma resposta para todas as perguntas. E então sorri. - Como está, Clover? Esse cara é meu antigo colega do Instituto, sim, sim. Ah, mas nossos pensamentos são diferentes, conseguem ver? - Apontei os indicadores em direção à minha cabeça, idealizando a teoria de que todos poderiam enxergar meus pensamentos e então verificar os de Clover, como se eles ficassem flutuando em balões igual aos quadrinhos de ação. Hm, é mesmo. Eu não gostei do outro que chegou, Richard, ah não. Pois é, eu sei quando alguém entra em minha mente, não posso dizer que é impossível só por eu ser louco com pensamentos cheios de benignidade. É totalmente possível e fácil invadir meus pensamentos, mas você precisa ser tão louco quanto eu para entender qualquer merda que se passa lá dentro.

De qualquer forma, eu não iria desperdiçar aquela cerveja, não importava de onde ela tinha vindo. Dei dois longos goles e bati o copo na mesa, como faziam os piratas e soltei uma gargalhada. Levantei-me da cadeira com um impulso de meus braços e fiquei em pé, andando logo em seguida ao redor à procura de alguém para infernizar. Com uma longa fungada detectei um cheiro, o cheiro da morte. - Quem morreu ou quer morrer hoje? - Perguntei, me virando em seguida e olhando todos os vagabundos presentes. Uma sobrancelha erguida e uma face confusa, meia boca aberta com os dentes cerrados e as narinas abertas mostravam um homem muito doidão. - Você! Preciso de um dente seu? - Apontei ao primeiro homem que encontrei à frente. Um ser de meia idade, baixo e com dentes amarelados e velhos. Seu olhar distraído e sua face risonha demonstravam que estava com a cara cheia de álcool. - De um dente meu? Humhumhum. Eu acho que não... Precisa? - Sua voz estava confusa e cheia de interrupções por causa da bebida, deixando evidente o seu estado. - Hum, bem pensado. Eu não tinha pensado nisso... Espera, é claro que eu preciso! - Andei apressadamente e coloquei minhas duas mãos dentro da boca do homem, abrindo-a à força logo em seguida. O homem não estava entendendo muita coisa, apenas mordeu o mais forte possível minhas mãos. Aquela não tinha sido uma boa ideia, definitivamente. Localizei os elétrons em seu corpo e todo o Ferro na região da cabeça. Juntei o máximo de átomos de Ferro possíveis em um só lugar, formando pequenas barras de Ferro na região da garganta e pescoço, e então conduzi todos os elétrons do corpo daquele homem nas pequenas barras de Ferro, criando uma espécie de barras elétricas. O homem sequer conseguia respirar e seu corpo estava entrando em choque por ter tantos elétrons concentrados em um único ponto do corpo. Retirei minhas mãos da boca do homem e movi-as com velocidade para longe do corpo, as barras seguiram os movimentos e cortaram fora a cabeça do homem. Ele caiu ao chão e olhares devem ter se virado para ver. Peguei a cabeça solta e voltei à mesa.

Quando cheguei perto da mulher que havia perguntando sobre o que eu fazia na S.H.I.E.L.D, segurei a cabeça do homem ao lado de sua orelha direita e aproximei minha cabeça ao lado da esquerda.  Com uma mão segurando a cabeça pelos cabelos e a outra segurando a mandíbula, comecei a mover a mandíbula para cima e para baixo, sussurrando ao seu ouvido. - Estou brincando de esconde-esconde... - Olhei para os outros com um sorriso largo no rosto, deixando de lado a dor das mordidas e os cortes nas mãos. E então olhei para o tal de Richard, falando calma e sinceramente. - Ei, meu amigo quer alguma bebida mágica também, mas ele tem nojo de beber no copo dos outros. Será que poderia providenciar-lhe um novo? Obrigado... - Apoiei a cabeça em cima da mesa, frente à Richard e me ajoelhei ao lado de Sarah. Minhas mãos estavam cobertas de sangue, pingando em todo o local. Verifiquei suas cartas sem entender sequer os significados. Mas mesmo assim peguei uma carta incomum, um cavaleiro montado em um cavalo, olhei-a bem de perto e desenhei uma face sorrindo, utilizando o sangue como fonte de tinta. Voltei à minha cadeira, mas John estava sentado, de pernas cruzadas e encarando Sarah com um rosto sério. - Se é a nova líder da operação, deveria ter todas as informações, ainda mais uma tão básica como essa. - Deu um longo suspiro. - Eu estou infiltrado para recolher informações, úteis ou não, são de extrema importância para minhas próprias pesquisas. Tecnologias avançadas, bases secretas, armas químicas e planos futuros. Preciso deixar claro que não sou boneco algum do Strucker ou da Madame. Minhas pesquisas e desenvolvimentos em primeiro lugar sempre.- John pegou a cara e encarou o sorriso. Posicionou-a cuidadosamente ao seu lugar original, toda suja de sangue. – O que significa?


thanks, ♛ and ▲
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